Corte Especial: embargos de divergência não servem para rediscutir modulação de efeitos em recurso repetitivo
Corte Especial: embargos de divergência não servem para rediscutir modulação de efeitos em recurso repetitivo
Utilizando-se de tecnologias modernas de predição e inteligência artificial (computação cognitiva) para trabalhar de forma proativa elevando a previsibilidade do resultado dos processos judiciais, criando assim um cenário de melhor interpretação de novos processos e de ações preventivas.

Corte Especial: embargos de divergência não servem para rediscutir modulação de efeitos em recurso repetitivo
O lucro dos bancos brasileiros subiu e alcançou a marca histórica de R$ 255 bilhões em 2025, novo recorde. Os números são do Banco Central. O aumento ocorreu em um ano no qual a taxa básica de juros da economia, fixada pelo Banco Central para conter a inflação,…
Dia de São João será feriado em ao menos 5 capitais e cidades onde santo é padroeiro O governo federal não considera o dia de São João, celebrado em 24 de junho, como feriado nacional nem ponto facultativo. Ainda assim, a data garante folga para milhares de trabalhadores…
Donald Trump e Xi Jinping na China Jornal Nacional/ Reprodução A China adicionou 10 empresas dos Estados Unidos à sua lista de controle de exportações. Segundo o comunicado chinês, as empresas possuem vínculos com as Forças Armadas americanas. Entre elas estão duas empresas do setor de terras raras.…
Jurisprudência em Teses traz novos entendimentos sobre repactuação de dívidas por superendividamento
Um íbis empoleirado ao lado da sede do Banco da Reserva da Austrália , no centro de Sydney, Austrália Daniel Munoz / Reuters A Austrália confirmou nesta segunda-feira (22) um segundo caso de gripe aviária altamente patogênica H5N1 no estado da Austrália Ocidental, dois dias após registrar a…
Manutenção pode afetar sistemas do tribunal neste fim de semana (20 e 21)
Agora no g1 Jornadas de trabalho de apenas três horas por dia, ou 15 horas semanais. Sociedades oito vezes melhores, economicamente, do que há 100 anos. Não são delírios infundados, mas sim a crença futurológica de um dos maiores economistas da história, o britânico John Maynard Keynes (1883-1945).…