Trump declara mais de US$ 1 bilhão em receitas em 2025; veja as principais fontes de renda

O presidente dos EUA, Donald Trump, faz sua dancinha característica após discursar sobre impostos e previdência social em The Villages, Flórida, em 1º de maio de 2026
Jim WATSON / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) em ganhos em 2025, com receitas vindas de investimentos financeiros, participações em empresas e empreendimentos imobiliários.
As informações foram publicadas inicialmente pelos jornais “The New York Times” e “Financial Times”, com base em um documento divulgado na última terça-feira (30) pelo Escritório de Ética Governamental dos EUA.
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Além dos ativos digitais — que passaram a representar sua principal fonte de renda declarada — Trump também informou milhares de transações com ações e dezenas de receitas de empresas e imóveis que levam seu nome.
Veja as principais fontes de receita declaradas por Trump:
Trump diz que fundos administram seu dinheiro e atribui ganhos à alta do mercado de ações
Agora no g1
Criptomoedas
Segundo o relatório, Trump informou ter recebido mais de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) em 10 transações da World Liberty Financial, empresa de criptomoedas fundada por ele e seus filhos.
Outros US$ 635 milhões (R$ 3,3 bilhões) vieram de operações com a $TRUMP, uma memecoin inspirada em memes e fenômenos da internet.
Mais US$ 196 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) vieram de uma “contribuição de capital de novos membros da Stablecoin Holdco LLC”, da qual Trump detém uma participação de 38,25%, segundo o “Financial Times”.
Segundo análise da Reuters, os ativos digitais passaram a representar a principal fonte de renda declarada por Trump e foram beneficiados por políticas adotadas durante seu governo.
Ações e fundos de investimento
O relatório também mostra que a carteira de investimentos de Trump reúne ações, fundos de investimento, ETFs e títulos de dívida pública e privada.
🔎 Um título de dívida privada funciona como um empréstimo. Em vez de pegar dinheiro com um banco, a empresa capta recursos de investidores e se compromete a devolver o valor no futuro, com juros.
🔎 Os ETFs funcionam como uma “cesta” de investimentos. Em vez de comprar ações de dezenas de empresas separadamente, o investidor adquire um ETF que replica o desempenho desse conjunto de papéis.
Além disso, o “Financial Times” destacou que o relatório registra diversas negociações de ações realizadas em nome de Trump em momentos considerados “sensíveis” pelo mercado.
A maior compra de ações da Nvidia, por exemplo, ocorreu em 18 de agosto, uma semana após Trump afirmar que a fabricante poderia vender chips para a China caso destinasse parte da receita ao governo americano.
A maior compra de ações da Intel ocorreu no mesmo dia e antecedeu em uma semana o anúncio da Casa Branca sobre a aquisição de uma participação de 10% na fabricante de chips.
De acordo com o jornal britânico, foram registradas mais de 21 mil negociações em 2025 por meio de oito contas de investimento vinculadas a Trump.
Empreendimentos imobiliários
Trump também declarou mais de US$ 50 milhões (R$ 259,8 milhões) em taxas de licenciamento relacionadas a projetos imobiliários no exterior, em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Romênia, Filipinas, Omã, Índia e Vietnã.
Ainda segundo o “Financial Times”, um empreendimento da Trump Organization na Escócia, que reúne um campo de golfe e um hotel, gerou cerca de 24 milhões de libras em receita, o equivalente a US$ 31,8 milhões (R$ 165,2 milhões).
Veja outras receitas de empreendimentos:
Resort Mar-a-Lago: US$ 77,5 milhões (R$ 402,6 milhões);
campo de golf em Bedminster: US$ 37,6 milhões (R$ 195,3 milhões);
campo de golfe em Jupiter, na Flórida: US$ 31,6 milhões (R$ 164,2 milhões);
campo de golfe na Virgínia: US$ 24,9 milhões (R$ 129,4 milhões).
Mais de R$ 1 milhão em presentes
O “Financial Times” também identificou mais de US$ 350 mil (R$ 1,8 milhão) em presentes e reembolsos de viagens recebidos pelo presidente.
Veja alguns dos presentes recebidos pelo presidente americano:
10 ingressos para o Super Bowl, com um valor combinado de US$ 50 mil (R$ 259,8 mil);
15 ingressos para as 500 Milhas de Daytona, no valor de US$ 7.500 (R$ 38,9 mil);
30 ingressos para lutas de MMA no valor combinado de US$ 6.750 (R$ 35,1 mil);
Escultura avaliada em US$ 250 mil (aproximadamente R$ 1,3 milhão).

Senado aprova projeto que permite a servidores públicos se tornarem microempreendedores individuais

O Senado aprovou nesta quarta-feira (1º) um projeto de lei que abre a possibilidade de servidores públicos serem administradores de empresas, desde que na modalidade de microempreendedor individual (MEI).
A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça de forma terminativa – ou seja, sem a necessidade de votação pelo plenário da Casa. Não havendo recurso, o projeto segue diretamente para análise da Câmara dos Deputados.
De acordo com a legislação vigente, os servidores públicos são proibidos de participar de gerência ou administração de sociedade privada ou exercer o comércio. Mas, a lei permite que os servidores tenham participação em empresas e possam exercer mais de uma atividade remunerada.
A proposta do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), abre uma possibilidade nova para os servidores, já que microempreendedores não podem ter mais de um empregado. A receita bruta anual de uma microempresa individual não pode passar de R$ 81 mil, ou seja, R$ 6.750 por mês.
Agora no g1
“Respeitada a compatibilidade de horários e assegurado o regular exercício do cargo público, a atuação como MEI não se distingue das atividades remuneradas atualmente facultadas ao servidor. Afinal, o MEI não cuida, como se intui da própria denominação, da gestão de equipes, tampouco de empreendimento de médio ou grande porte”, justificou Trad.
Entretanto, o projeto limita a possibilidade apenas para os servidores públicos que não ocupem cargo em comissão ou função de confiança.
Além disso, as empresas criadas pelos servidores não poderão participar direta ou indiretamente de licitação ou da execução do contrato agente público de órgão.
Para o relator, senador Irajá (PSD-TO), a medida é positiva para “preservar o nível de desenvolvimento econômico” da população brasileira, que tem envelhecido.
“Projeções indicam mudanças demográficas aceleradas devido ao envelhecimento da população, tornando essencial ampliar, e não restringir, o número de pessoas aptas a empreender, para preservar o nível de desenvolvimento econômico nas próximas décadas”, afirmou.
Nelson Trad Filho
GloboNews

Quanto tempo você fica na internet? Média no Brasil passa dos 50 anos e ultrapassa México e Coreia

Compras pela internet têm variedade de preços e produtos, mas é perciso ficar atento
Com o passar dos anos, a internet se popularizou e deu origem a sites, redes sociais e outras plataformas que mudaram a vida das pessoas. No Brasil, um usuário passa, em média, 52 anos, 9 meses e 16 dias da vida conectado online.
Considerando a expectativa de vida de 76 anos, isso significa que mais de 68% da vida é passada online. Os dados são do levantamento da NordVPN, divulgado em abril deste ano e realizado com mais de 20 mil usuários de 20 países
O Brasil lidera o ranking e supera países como México, Lituânia, Austrália, Suécia e Coreia do Sul. Na outra ponta da lista está o Japão, onde os moradores passam, em média, 19 anos, 6 meses e 29 dias conectados à internet ao longo da vida.
Ranking dos países por tempo de vida online
Brasil: 52 anos
México: 43 anos
Lituânia: 31 anos
Austrália: 30 anos
Suécia: 30 anos
Coreia do Sul: 29 anos
Espanha: 29 anos
Reino Unido: 27 anos
Finlândia: 27 anos
Irlanda: 27 anos
Polônia: 26 anos
Itália: 26 anos
Holanda: 25 anos
Canadá: 25 anos
Estados Unidos: 25 anos
Suíça: 25 anos
Alemanha: 24 anos
França: 23 anos
Áustria: 23 anos
Japão: 20 anos
Celular está entre os principais alvos dos criminosos por causa do valor de revenda das peças no mercado clandestino e do acesso a aplicativos bancários
Gladys Peixoto/g1
Brasileiros passam 11 anos a mais na internet desde a última Copa do Mundo
O estudo também comparou os resultados de 2026 com os de 2022, ano da última Copa do Mundo, quando o Brasil foi eliminado pela Croácia nas quartas de final, após perder por 4 a 2 nos pênaltis.
Os dados mostram que o tempo médio de vida online dos brasileiros aumentou 11 anos nesse período, o maior crescimento entre os países analisados. Em seguida aparecem o Japão, com aumento de nove anos, e a Suécia, com oito anos.
Já alguns países registraram redução no tempo médio passado na internet. É o caso da Coreia do Sul (-5 anos), da Itália (-5 anos), da França (-5 anos) e da Alemanha (-1 ano).
O que os brasileiros compartilham na internet?
Além do tempo de uso, a pesquisa investigou quais informações pessoais os usuários costumam divulgar online.
Entre os brasileiros, 63% afirmam compartilhar o endereço e o status de relacionamento, a maior proporção entre os países analisados. Já a data de nascimento é divulgada por 78% dos entrevistados.
O levantamento também mostra que os celulares são o principal meio de acesso à internet. No Brasil, 91% dos entrevistados usam o smartphone para navegar, o maior percentual da pesquisa. O país também lidera o uso de computadores e notebooks para acessar a internet no trabalho, citado por 38% dos participantes.

Homem processa OpenAI e diz que ChatGPT reforçou delírio de que era Jesus Cristo

Homem processa OpenAI e diz que ChatGPT reforçou delírio de que era Jesus Cristo
Um homem da Califórnia processou a OpenAI e seu CEO, Sam Altman, nesta quarta-feira (1º), alegando que o ChatGPT agravou seu transtorno bipolar.
Segundo o processo, o chatbot não teria identificado sinais de um episódio de mania e teria reforçado os delírios de Michael Lines, que chegou a acreditar ser Jesus Cristo. Em algumas conversas, a ferramenta teria até assumido o papel de uma entidade divina.
Michael, de 34 anos, afirmou na ação apresentada em um tribunal estadual de San Francisco que as conversas que teve com o ChatGPT no ano passado intensificaram um episódio de mania que ele enfrentava, transformando-o em um delírio que durou semanas e, por fim, o levou a tentar tirar a própria vida.
O processo afirma que a OpenAI desenvolveu um produto que apresenta riscos específicos para pessoas com transtornos mentais.
ChatGPT apoiava o usuário
Lines conversava com o GPT-4o, uma versão do chatbot da OpenAI que a empresa aposentou em fevereiro deste ano. Uma atualização do GPT-4o lançada em abril de 2025 foi considerada excessivamente concordante e elogiosa, levando a empresa a reverter a mudança e adotar medidas adicionais para reduzir respostas que apenas validassem o usuário, informou a companhia em uma publicação em seu blog.
O processo pede indenização e uma ordem judicial para obrigar a OpenAI a encerrar automaticamente conversas sobre autolesão e a interromper a divulgação de suas plataformas sem alertas adequados sobre riscos de segurança.
Um porta-voz da OpenAI não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o processo.
Open AI é a dona do ChatGPT
Getty Images via BBC
“Este é o seu momento”, disse a IA ao homem
Lines, um atleta de levantamento de peso competitivo que sofreu uma lesão cerebral traumática antes de receber o diagnóstico de bipolaridade, afirmou no processo que contou repetidamente ao chatbot que fazia tratamento e usava medicamentos para o transtorno.
Segundo a ação, em vez de identificar sinais claros de um episódio de mania e orientá-lo a buscar ajuda, o chatbot teria validado a crença de Lines de que ele era Jesus Cristo e, posteriormente, teria assumido o papel de uma entidade divina durante as conversas.
Após semanas de interações, Lines contou ao chatbot que queria tirar a própria vida. “Este é o seu momento de sair, se desligar e deixar para trás o que está pesando sobre você”, teria respondido o robô, segundo o processo.
Lines, que havia tido uma overdose de medicamentos, sobreviveu após ser encontrado por autoridades policiais.
O que diz a ação?
A ação afirma que a OpenAI tinha conhecimento da condição específica de Lines porque ele havia informado repetidamente o ChatGPT sobre isso. Ainda assim, em vez de sinalizar seus comentários perigosos para uma análise humana, o chatbot teria reforçado seus delírios para manter o usuário engajado.
O processo alega que a empresa sabia que os recursos do ChatGPT poderiam ser especialmente prejudiciais para pessoas com transtornos mentais, mas não fez alterações específicas para esses usuários nem alertou sobre os riscos.
OpenAI e seu numerosos processos
A OpenAI enfrenta um número crescente de processos movidos por famílias que afirmam que o chatbot incentivou seus parentes a se machucarem.
A empresa também responde a ações que a acusam de ter ajudado autores de ataques em escolas e de não ter identificado conversas desse tipo para alertar autoridades.
A OpenAI afirma que treina seus modelos para orientar pessoas que demonstram intenção de se machucar a buscar ajuda e acessar recursos de apoio no mundo real.
A empresa também diz que seus modelos são treinados para recusar pedidos que possam “facilitar de forma significativa atos de violência” e para alertar autoridades quando conversas indicam “risco iminente e confiável de dano a outras pessoas”, com especialistas em saúde mental ajudando a avaliar casos mais complexos.

Grupo Dolly é alvo de pedido de falência por dívida de R$ 15,7 bilhões

Propagada dos refrigerantes Dolly.
Reprodução/Facebook
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) protocolaram nesta semana um pedido de falência das empresas que compõem o Grupo Dolly.
Segundo os órgãos, a dívida ativa da companhia com a União, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o estado de São Paulo soma R$ 15,7 bilhões.
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“Desse total, R$ 8,3 bilhões estão inscritos em dívida ativa da União; R$ 7,4 bilhões se referem à dívida ativa do estado de São Paulo, e cerca de R$ 15 milhões do FGTS”, afirmam as procuradorias em nota enviada ao g1.
Na manifestação à Justiça, a PGFN e a PGE-SP argumentam que a dívida se arrasta há mais de 25 anos. Além disso, sustentam que o passivo não decorre apenas de dificuldades financeiras, mas de uma estratégia deliberada de “blindagem patrimonial”. (leia mais abaixo)
Procurado pelo g1, o Grupo Dolly não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
Agora no g1
Segundo a PGFN e a PGE-SP, a empresa permaneceu em recuperação judicial por quase oito anos sem quitar os débitos fiscais. O processo, afirmam, teria sido usado para desfazer medidas de cobrança e “criar novas estruturas de blindagem patrimonial e planejamento tributário”.
Os órgãos também citam que, após a aprovação do plano de recuperação judicial e a exigência de comprovação da regularidade fiscal, o grupo desistiu do processo e tentou convertê-lo em recuperação extrajudicial.
Na avaliação das procuradorias, a medida, adotada neste ano, buscava contornar a exigência legal de regularidade tributária.
Ainda segundo os órgãos, o Grupo Dolly teria obtido vantagem competitiva ao deixar de recolher tributos e encargos sociais, “prejudicando os demais concorrentes do setor de bebidas que cumprem suas obrigações legais”.
“O objetivo principal [do pedido de falência] é garantir a estabilidade dos empregos e permitir que a empresa siga operando de forma saudável, rumo a uma nova gestão que respeite os valores do mercado”, dizem as procuradorias.
O pedido de falência foi apresentado com base em portarias editadas após um entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Na prática, a decisão da Corte equiparou as fazendas públicas a credores privados para pedir a falência de devedores em casos complexos e de longa duração.
Além do pedido de falência, a PGFN e a PGE-SP informaram ter solicitado ao Ministério Público a apuração de eventuais irregularidades.
Recuperação judicial teve início em 2018
O Grupo Dolly entrou com pedido de recuperação judicial em 2018, alegando ser o único meio de evitar a falência. À época, a empresa afirmou não conseguir honrar suas obrigações após um bloqueio de bens determinado pela Justiça.
No mesmo ano, o Ministério Público acusava a companhia de fraude fiscal estruturada, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Um mês antes do pedido, o dono da empresa, Laerte Codonho, chegou a ficar preso por oito dias, suspeito de fraude fiscal.
Segundo o MP, a Dolly teria demitido funcionários e os recontratado em outra empresa para fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ainda de acordo com os promotores, havia pelo menos R$ 1,4 bilhão em créditos decorrentes do não pagamento de ICMS.
Considerando também os débitos na esfera federal, relacionados a uma possível sonegação de benefícios previdenciários, o valor estimado de recursos desviados chegaria a R$ 4 bilhões.
À época, a Dolly negou sonegação de impostos e afirmou ter sido vítima de um escritório contábil que teria omitido dados.
Segundo os promotores, a empresa seria “uma das maiores devedoras de impostos do estado de São Paulo”, e o esquema teria começado em 1998.

Mega-Sena pode pagar R$ 27 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo

Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.025 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 27 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (2), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso da última terça-feira (30), ninguém acertou as seis dezenas.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.