Publicidade de bets terá alerta de como de cigarro e bebida; governo publica regras nesta sexta

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que novas regras para publicidade de apostas online, as chamadas bets, serão publicadas nesta sexta-feira (10).
No fim de junho, o governo já havia informado que promoveria mudanças nas regras para propagandas de bets.
Nesta quinta, Dario Durigan afirmou que uma das portarias que será publicada nesta sexta vai estabelecer que toda publicidade de bet será acompanhada de uma advertência em nome do Ministério da Fazenda, semelhante com o que acontece com propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas.
As publicidades serão acompanhadas de advertências do Ministério da Fazenda, como:
apostar faz você perder dinheiro
apostar faz pode causar dependência
apostar não é investimento
Agora no g1
A outra portaria, em conjunto com o Ministério da Justiça, terá medidas contra empresas de bet que atuam ilegalmente no país. Dario Durigan reforçou que veículos de comunicação estão proibidos de veicular empresas não autorizadas a operar no mercado.
“A gente faz restrições à publicidade de bets no país. Eu não preciso dizer, porque é chover no molhado, a nossa tolerância zero com as ilegais. Então, bet ilegal, em nenhuma medida está autorizada, e nem os publicitários, os veículos de comunicação estão autorizados a veicular qualquer publicidade envolvendo empresa não autorizada a operar no mercado”, afirmou o ministro da Fazenda.
Com as portarias, informou Durigan, empresas ficam proibidas de criar senso de urgência, apresentar apostas como investimento ou solução financeira, mostrar ganhos ou histórico de premiações como incentivo e induzir o consumidor a erro.
Vedações a comentaristas
O ministro da Fazenda afirmou que as novas regras também vão proibir comentaristas e especialistas de fazer declarações que induzam a erro o potencial apostador.
“[Não é lícito misturar] um comentário de alguém que é especialista, comentarista, especializado em um determinado jogo, determinado assunto. Ele dizendo que a melhor aposta é uma, ou que o caminho a ser adotado é aquele, portanto induzindo o consumidor a adotar uma certa prática com um verniz de respaldo técnico. Então, isso não deve ser feito”, disse Dario Durigan.
O ministro da Fazenda também afirmou que comentaristas, especialistas e narradores não poderão usar sua autoridade para estimular apostas.
“Nada de exibir ganhos como isca, nada de vender aposta como ganho de dinheiro fácil, de investimento ou solução financeira para as famílias”, completou o ministro da Fazenda.
Penalidades
Segundo Durigan, em caso de descumprimento das regras, as penalidades previstas são multas, que podem chegar a 20% do faturamento da empresa que opera a bet. E, também, a suspensão por 180 dias.
Em caso de reincidência grave, pode haver a cassação da autorização para atuação no mercado de apostas online.
O secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita, disse que pode ser aplicado o teto da multa, cerca de R$ 14 milhões, a quem veicular publicidade irregular de bet.
O governo também informou que a empresa vai ser punida caso o influenciador contratado faça uma publicidade irregular, infringindo as novas regras, e o conteúdo também pode ser derrubado.
Mais de 50 mil sites de apostas derrubados
Durante entrevista a jornalistas, Dario Durigan informou que 56 mil sites de apostas já foram derrubados pelo governo e quase mil perfis de influenciadores também.
Ele informou que o governo já exigiu a autoexclusão de quase um milhão de apostadores, por estarem em desacordo com as vedações previstas em lei.
“Houve uma vedação, de que beneficiários de programas do governo estão proibidas de acessar. Decisão do STF. E também das pessoas que aderem ao Desenrola [programa de renegociação de dívidas lançado pela gestão Lula”, explicou Durigan.
Segundo o ministro, as próprias empresas autorizadas a operar têm colaborado com denúncias contra bets ilegais.
O ministro também apresentou uma linha do tempo sobre a autorização para bets no Brasil:
2018: autorização para funcionar, mas sem o estabelecimento de regras
2023: Congresso estabelece regras gerais
2024: Ministério da Fazenda instituiu a Secretaria de Prêmios e Apostas para fiscalizar o setor
2025: governo passa a cobrar outorga e aplica regras
Dario Durigan, ministro da Fazenda
Washington Costa/MF

GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos do canal

GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos
GloboNews
A GloboNews ganhará um novo telejornal nas manhãs a partir de 3 de agosto. A novidade faz parte das comemorações pelos 30 anos do canal, que também prepara a inauguração de um estúdio mais moderno e tecnológico.
O GloboNews Radar será apresentado por Camila Bomfim e exibido ao vivo do Rio de Janeiro, das 8h30 às 11h.
O telejornal acompanhará os principais acontecimentos do dia, com foco nas notícias mais relevantes para quem está começando a rotina. De São Paulo, o recém-contratado Fernando Nakagawa ficará responsável pelas análises econômicas.
Com a estreia do novo jornal, o Em Ponto, comandado por Mônica Waldvogel e Victor Boyadjian, passará a entrar no ar mais cedo, diretamente de São Paulo. A atração também ganhará uma nova bancada, projetada para tornar as conversas mais dinâmicas e ampliar a interação entre apresentadores, comentaristas e convidados.
Na sequência, o Conexão GloboNews será exibido logo após o GloboNews Radar, permanecendo no ar até as 13h. Rafael Colombo segue na apresentação, em São Paulo, e passa a dividir a ancoragem com Narayanna Borges, que estreia no telejornal diretamente do Rio de Janeiro.
Com a participação de comentaristas e repórteres, entre eles Valdo Cruz e Marina Franceschini, o programa continuará acompanhando de perto os desdobramentos da política em Brasília.
No segundo semestre, em razão da cobertura das eleições, Julia Duailibi passará a ancorar o GloboNews Mais, exibido das 16h às 18h, diretamente do novo estúdio.
Segundo a GloboNews, as mudanças reforçam o compromisso do canal com um jornalismo ágil e relevante, capaz de acompanhar os acontecimentos em tempo real e aprofundar a compreensão dos fatos por meio de análises e diferentes perspectivas.
A emissora afirma ainda que as novidades fazem parte de um processo de evolução contínua para atender às demandas do público.

OpenAI lança ChatGPT Work, agente de IA criado para fazer suas tarefas do trabalho

ChatGPT Work
Divulgação/OpenAI
A OpenAI lançou nesta quinta-feira (9) o ChatGPT Work, um agente de inteligência artificial criado para ajudar em tarefas do trabalho como planilhas e apresentações de slides.
Segundo a empresa, o ChatGPT Work precisa de apenas um comando para fazer todas as etapas de processos complexos. Isso é possível porque ele é capaz de dividir o trabalho em pequenas tarefas.
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O agente analisa arquivos externos ao se integrar com serviços de e-mail, calendários e gerenciadores de projetos, além de programas como Excel, Teams, Slack e Notion.
A novidade é baseada no GPT-5.6, modelo de IA que também foi lançado nesta quinta e é dividido em três versões: Sol, para tarefas mais avançadas; Terra, capaz de balancear eficiência e custo; e Luna, a mais econômica.
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O ChatGPT Work foi liberado para assinantes das versões Pro, Enterprise e Edu, e ficará disponível nos próximos dias para as versões Plus e Business. O GPT-5.6 também é exclusivo para versões pagas do ChatGPT e outros serviços da OpenAI.
A estreia do GPT-5.6 aconteceria em junho, mas foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos, que apontou preocupações com a segurança nacional e com o possível uso indevido de tecnologias de inteligência artificial de alta capacidade.
Segundo a OpenAI, o GPT-5.6 Sol tem desempenho parecido com o Mythos Preview, que foi criado pela Anthropic e também passou por uma extensa análise do governo americano.
Agentes de IA são aposta de empresas, e quem os domina pode ganhar até R$ 20 mil
A OpenAI afirmou que o ChatGPT Work pode fazer por conta própria todas as ações pedidas pelos usuários, mas destacou que também é possível controlar o processo, ao fazer perguntas, mudar orientações e revisar ações importantes.
O agente também pode assumir tarefas repetitivas, como monitorar sites e criar resumos, mesmo que o usuário não esteja online. As ações podem ser feitas em uma frequência determinada ou quando outro evento acontece.

Presidente do Fed abre revisão do banco central americano e convoca grupo com Armínio Fraga

Armínio Fraga
GloboNews
O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Kevin Warsh, anunciou a criação de um grupo de especialistas externos para revisar diferentes áreas de atuação da instituição. Entre os 15 nomes escolhidos para liderar os trabalhos está o ex-presidente do Banco Central brasileiro Armínio Fraga.
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A iniciativa foi apresentada após a primeira reunião de política monetária comandada por Warsh, realizada nos dias 16 e 17 de junho.
O objetivo é avaliar desde temas tradicionais, como a gestão do balanço patrimonial do Fed, até desafios mais recentes, como o impacto da inteligência artificial sobre a economia.
Segundo comunicado do banco central americano, os especialistas terão o apoio da equipe técnica do Fed, mas atuarão de forma independente.
“O objetivo é claro: garantir que o Fed esteja na melhor posição possível para alcançar nossos objetivos neste momento decisivo”, afirmou Warsh em comunicado.
A missão será analisar evidências, oferecer avaliações críticas e apresentar recomendações ao Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), responsável por definir a política de juros dos Estados Unidos.
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Quem são os especialistas escolhidos?
O grupo reúne economistas, ex-dirigentes de bancos centrais e representantes do setor privado com diferentes visões.
Além de Armínio Fraga, também participarão ex-presidentes dos bancos centrais da Inglaterra e da Índia. O economista Thomas Sargent, vencedor do Prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Nova York, também integrará o grupo responsável por discutir inflação.
Ainda entre eles estão o professor de economia da Universidade Harvard Raj Chetty, que coordenará o grupo sobre dados econômicos, e o investidor de tecnologia Marc Andreessen, que ajudará a liderar os debates sobre produtividade e mercado de trabalho.
Também integra a lista Greg Mankiw, ex-presidente do Conselho de Assessores Econômicos no governo de George W. Bush, que ficará à frente da força-tarefa sobre inflação.
“A economia dos EUA mudou significativamente ao longo da última geração, e nunca tanto quanto agora. Cada força-tarefa avaliará cuidadosamente se os meios e métodos dos formuladores de políticas, as ferramentas analíticas e as abordagens políticas podem ser aprimorados”, destacou Warsh.
O Fed não detalhou como os grupos irão trabalhar nem divulgou um cronograma oficial. Na primeira entrevista coletiva após assumir o comando da instituição, porém, Warsh afirmou esperar receber as recomendações até o fim deste ano.
As cinco forças-tarefa vão tratar de dados econômicos, inflação, produtividade e emprego, comunicação do banco central e gestão do balanço patrimonial — conjunto de ativos e passivos administrados pelo Fed, utilizado como instrumento para influenciar a economia.
Mudança reflete prioridades do novo presidente
A criação dos grupos também marca uma mudança na forma como o banco central conduz esse tipo de revisão. Em vez de depender principalmente de análises internas, Warsh optou por trazer especialistas de fora da instituição para avaliar áreas consideradas estratégicas.
Ex-diretor do Fed entre 2006 e 2011, Warsh vinha defendendo mudanças na atuação do banco central desde que deixou o cargo.
Entre suas críticas estavam o tamanho do balanço patrimonial da instituição, que permanece na casa dos trilhões de dólares, e o uso limitado de informações econômicas em tempo real para orientar as decisões de política monetária.
Nos últimos anos, ele também passou a defender que o Fed incorporasse com mais rapidez os possíveis efeitos da inteligência artificial sobre a produtividade e o mercado de trabalho.
Ainda não está definido qual será a participação dos sete diretores do Fed e dos 12 presidentes dos bancos regionais nas discussões conduzidas pelas forças-tarefa. O banco central destacou, porém, que os relatórios servirão como base para futuras decisões.
Mudanças mais relevantes na forma de atuação da instituição deverão depender da aprovação dos demais dirigentes e, como costuma ocorrer no Fed, de um amplo consenso interno.
O presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, discursa durante cerimônia de posse no Salão Leste da Casa Branca, em Washington, em 22 de maio de 2026. Foto de arquivo.
REUTERS/Evelyn Hockstein

Entidades do setor produtivo do Brasil e dos EUA propõem nova rodada de negociação para evitar tarifaço

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) e a U.S. Chamber of Commerce divulgaram nesta quinta-feira (9) uma nota conjunta em que pedem uma nova rodada de negociação para evitar a aplicação de tarifas aos produtos brasileiros.
Os Estados Unidos acusam o Brasil de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com o país e propõem uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros.
O prazo para a tomada de decisão do governo americano termina em 15 de julho.
Itamaraty mapeia mais de 40 empresas americanas contra tarifaço
Reuniões e audiências públicas

As equipes do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) têm mantido conversas técnicas com representantes do governo de Dolnald Trump.
O ministro Márcio Elias Rosa, do Mdic, chegou a ter encontro virtual com o representante do escritório comercial da Casa Branca, Jamieson Greer. Segundo ele, a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é que o governo “nunca” abandone a mesa de negociação.
Em paralelo, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) promoveu audiências públicas para que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos.
O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, pediu para participar e, em discurso, fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a Lula.
🔎 O USTR é o órgão é responsável por formular a política comercial dos Estados Unidos. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.
Resultados práticos e cooperação econômica
As entidades dizem que esperam que as tratativas já em andamento levem a “resultados práticos e relevantes que reforcem a previsibilidade”, sugerem, entretanto, uma “abordagem incremental, estruturada em duas etapas”.
“Ao avançar, em um primeiro momento, as questões comerciais mais imediatas e, em seguida, ampliar a agenda para abarcar oportunidades estratégicas de longo prazo, ambos os governos poderão fortalecer a confiança, aumentar a competitividade e estabelecer bases mais sólidas para uma cooperação econômica duradoura”, diz a declaração conjunta.
As organizações defendem que, no curto prazo, os governos dos dois países deveriam concentrar esforços para:
• ampliar o acesso a mercados para produtos voltados à segurança energética, ao desenvolvimento de data centers e à infraestrutura de inteligência artificial;
• aprofundar a cooperação regulatória para facilitar o acesso a mercados nos setores automotivo, farmacêutico, de saúde animal e de dispositivos médicos;
• acelerar o exame de patentes e reduzir o estoque de pedidos de patente no Brasil, especialmente nos setores de saúde e biofarmacêutico, bem como fortalecer o combate à pirataria;
• avançar em uma cooperação sobre minerais críticos sobre mapeamento geológico conjunto.
Em um segundo momento, CNI, Amcham Brasil e a U.S. Chamber of Commerce sugerem incluir outras áreas de interesse dos países, tais como economia digital, descarbonização industrial e transportes.
“O avanço desses temas por meio da negociação, em vez da imposição de tarifas, tende a produzir resultados mais duradouros e evitar efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países”, acrescenta a nota.
Ameaça de novas tarifas: Departamento de Comércio dos Estados Unidos acusa governo brasileiro de práticas injustas ou discriminatórias
Jornal Nacional/ Reprodução

Morre Wally Funk, mulher mais velha a viajar ao espaço

Wally Funk após viagem espacial com Jeff Bezos em nave da Blue Origin
AP Photo/Tony Gutierrez
Morreu nesta quinta-feira (9) aos 87 anos Wally Funk, uma pioneira no setor aeroespacial. Ela ficou mais conhecida por ter se tornado em 2021 a mulher mais velha a fazer uma viagem espacial.
Wally faleceu no seu apartamento em uma instituição de repouso no Texas, Estados Unidos, depois de sofrer algumas quedas e contrair uma infecção na perna, informou a Associated Press.
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Nos anos 1960, ela esteve entre as 13 mulheres que fizeram um treinamento de astronautas da Nasa. Elas não chegaram a participar de missões espaciais pela agência por serem mulheres.
Em 2021, Wally foi a “convidada de honra” no primeiro voo suborbital tripulado da Blue Origin, que também teve como passageiro o fundador da empresa, Jeff Bezos. (relembre abaixo)
Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o caso
Na ocasião, ela tinha 82 anos e se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço, marca superada mais tarde por William Shatner, ator que interpretou o Capitão Kirk em “Star Trek”, e Ed Dwight, primeiro candidato negro a astronauta dos EUA. Os dois homens viajaram com 90 anos cada um.
Wally Funk foi pilota, instrutora de voo e a primeira mulher a se tornar inspetora da Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e investigadora de segurança aérea do Conselho Nacional de Segurança do Transporte dos EUA (NTSB).
A Blue Origin chamou Wally de pioneira em cada sentido da palavra. “Estamos profundamente tristes com a morte de Wally Funk. Sentimo-nos honrados em fazer parte de sua jornada. Sua história continuará a inspirar gerações de futuros exploradores”.
A cuidadora Duff O’Dell disse que Wally foi a pessoa mais otimista que ela conheceu. “Muitos homens disseram a ela: ‘Não, você não pode fazer isso, você não pode fazer aquilo’. E ela nunca se irritou com isso. Ela simplesmente ficou mais determinada”.
Imagem não datada mostra a pioneira de viagens espaciais Wally Funk, que viajou ao espaço com Jeff Bezos em 2021
Blue Origin via AFP

Mega-Sena, concurso 3029: confira os números sorteados

Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3029 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça (9), em São Paulo. Uma aposta simples em uma casa lotérica de Divinópolis (MG) acertou os seis números. O prêmio será de R$ 43.068.394,39.
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Veja os números sorteados: 01 – 11 – 24 – 33 – 35 – 59
5 acertos: 39 apostas ganhadoras, R$ 45.642,92.
4 acertos: 3.261 apostas ganhadoras, R$ 899,78.
Sorteio da Mega-Sena, concurso 3029.
Reprodução
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1