Maria Marluce Caldas e Carlos Pires Brandão completam um ano como ministros do STJ
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Nova lei protege os mais vulneráveis, estabelece a cobrança proporcional das custas para causas de maior valor e transforma os recursos arrecadados em serviços para a sociedade.
Presidente do STJ recebe vice-presidente do TCU e presidente da Atricon
Concurso 3054 da Mega-Sena – veja sorteio
O sorteio do concurso 3054 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (6), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 47,4 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 70 milhões.
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Veja os números sorteados: 08 – 17 – 24 – 43 – 47 – 58.
5 acertos: 78 apostas ganhadoras, R$ 30.145,38
4 acertos: 5.268 apostas ganhadoras, R$ 735,73
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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Mega-Sena, concurso 3054: confira os números sorteados
Reprodução/Youtube
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e o tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
STJ recebe III Seminário Nacional sobre Crédito no dia 10 de setembro
Análise: Guerra do Irã é a causa da queda na aprovação de Trump, diz Guga Chacra
A aprovação do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para 33%, o menor nível desde o início do segundo mandato, segundo pesquisa do instituto Focaldata para o jornal Financial Times divulgada no último sábado (5).
O levantamento mostra uma piora na avaliação dos eleitores sobre a economia: quase dois terços dizem que ela está indo na direção errada, enquanto 57% afirmam estar financeiramente pior sob o governo Trump.
A aprovação de Trump caiu 3 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. O resultado, de 33%, é o menor registrado desde maio, quando o Financial Times começou a medir a aprovação do presidente nessa série de pesquisas.
➡️ Até mesmo entre os eleitores republicanos, a aprovação de Trump caiu para 72%, o menor nível de aprovação registrado pelo levantamento nesse grupo (entenda mais abaixo).
Gráfico mostra evolução da aprovação de Donald Trump entre maio e setembro de 2026
g1
Economia pesa na avaliação de Trump
A percepção sobre a economia aparece como um dos principais pontos de desgaste do presidente. Quase dois terços dos eleitores ouvidos afirmaram que a economia americana está seguindo na direção errada.
Além disso, 57% disseram que sua situação financeira piorou desde que Trump voltou à Casa Branca. No levantamento anterior, esse percentual era de 53%.
A pressão sobre a economia aparece em gastos do dia a dia, como combustível e alimentos.
A alta dos preços também é especialmente sensível para os americanos porque foi um dos principais problemas enfrentados pelo governo Joe Biden. Naquele período, pesquisas mostravam que a inflação estava entre as maiores fontes de preocupação financeira dos eleitores, com destaque para os preços de comida e gasolina.
Agora, Trump enfrenta um problema semelhante de percepção econômica, mas com uma diferença política: o presidente voltou à Casa Branca prometendo reduzir o custo de vida.
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A dificuldade em entregar essa melhora pode pesar especialmente entre os eleitores que esperavam uma mudança rápida na economia.
Tarifas também enfrentam resistência
A política comercial do governo também é mal avaliada. Segundo a pesquisa, 56% dos eleitores registrados desaprovam a decisão de Trump de aplicar uma tarifa de 50% sobre cerca de US$ 20 bilhões em produtos canadenses.
A medida provocou uma reação do Canadá, que também aplicou tarifas sobre produtos americanos. O cenário aumenta a preocupação com novos custos para consumidores dos dois países.
Trump perde apoio entre republicanos
A queda na aprovação também atingiu a base republicana. Entre os eleitores do partido, 72% aprovam o desempenho de Trump, mais de dois pontos abaixo do registrado no levantamento anterior. É o menor nível de aprovação entre republicanos na série.
Na avaliação específica sobre empregos e economia, o desgaste é maior: 53% dos republicanos aprovam a atuação de Trump nessa área, quase 8 pontos a menos que no mês anterior.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, caminha para embarcar no Air Force One em Morristown neste domingo (16)
Ken Cedeno/Reuters
O resultado mostra que, embora a maioria dos republicanos ainda aprove o presidente de forma geral, a avaliação sobre a economia piorou de maneira mais acentuada dentro da própria base.
Eleições de novembro
A pesquisa foi divulgada menos de dois meses antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para novembro. Nessas eleições, os americanos vão escolher representantes para o Congresso, incluindo todas as 435 cadeiras da Câmara e parte do Senado
O levantamento também aponta uma vantagem de 7,5 pontos percentuais para os democratas na chamada “votação genérica” para o Congresso. A pergunta mede em qual partido o eleitor pretende votar, sem apresentar candidatos específicos. No levantamento anterior, a vantagem era de 5 pontos.
Outro dado mostra como os eleitores avaliam o peso de Trump na disputa. 46% disseram que a presença do presidente torna mais difícil para candidatos republicanos vencerem as eleições de novembro, enquanto 17% disseram que ele torna a vitória mais fácil. Entre os eleitores independentes, 53% disseram que Trump dificulta a vitória dos republicanos
Quando perguntados sobre o efeito de um eventual endosso de Trump a um candidato ao Congresso, 43% disseram que ficariam menos propensos a votar nesse candidato, contra 23% que ficariam mais propensos. Entre os independentes, 47% afirmaram que seriam menos propensos a votar em um candidato apoiado pelo presidente.
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Feriadão à vista: falta uma semana para o próximo feriado prolongado
O próximo feriado nacional será em 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A data também marca o Dia das Crianças.
Ao todo, ainda restam cinco feriados nacionais em 2026 — e quatro deles podem render um fim de semana prolongado, ampliando os dias de descanso (veja calendário abaixo).
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O feriado cairá novamente em uma segunda-feira, o que permitirá três dias seguidos de descanso para os trabalhadores que folgam aos fins de semana.
Vale lembrar que, mesmo nos feriados nacionais, nem todos os trabalhadores são dispensados. A legislação permite o funcionamento de atividades consideradas essenciais e de outras categorias autorizadas a trabalhar nessas datas.
⚠️ Nesses casos, quem trabalhar no feriado pode ter direito a remuneração em dobro ou folga compensatória, conforme as regras aplicáveis.
Praia Fortaleza Ceará folga feriado sol
Divulgação
Quais são os próximos feriados de 2026?
Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.
Depois do 12 de outubro, a próxima data será 2 de novembro, quando é celebrado o Dia de Finados. A data também cairá em uma segunda-feira e poderá render um descanso prolongado para quem não trabalha aos fins de semana.
Outra possibilidade de feriadão será em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, que cairá em uma sexta-feira, formando três dias seguidos de descanso para quem não trabalha aos fins de semana.
Desde 2023, a data é feriado nacional. A mudança foi aprovada pelo Congresso e sancionada em dezembro daquele ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:
12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
2 de novembro, Finados (segunda-feira)
15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:
28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)
O g1 preparou um calendário com todos os pontos facultativos e feriados nacionais de 2026. Confira:
Calendário 2026
g1
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Camarotti comenta dívida pública e crise com Argentina
Quando a moto de um entregador é apreendida pelas autoridades de trânsito em Buenos Aires, voltar ao trabalho pode depender de um empréstimo caro.
O empréstimo ajuda os trabalhadores a pagar multas e taxas para recuperar o veículo, mas também pode alimentar um ciclo de dívidas que aumenta a dependência dos aplicativos usados para obter renda.
Albert Quintero, entregador de 41 anos, ganha em média 70 mil pesos argentinos, cerca de US$ 46, por dia fazendo entregas de comida. Recuperar uma moto apreendida, porém, pode custar cerca de 140 mil pesos (US$ 90) em multas e taxas — o equivalente a dois dias de trabalho.
Segundo ele disse à agência Reuters, muitos entregadores não conseguem pagar esse valor sem recorrer a empréstimos. E cada vez mais trabalhadores de aplicativos recorrem a empréstimos oferecidos por fintechs — empresas que prestam serviços financeiros por meios digitais.
Entre as opções estão empréstimos oferecidos pelos próprios aplicativos para os quais trabalham, mesmo com taxas de juros anuais que frequentemente passam de 100%.
A PedidosYa, por exemplo, oferece empréstimos aos entregadores a uma taxa anual de 131%. Já a carteira digital Personal Pay cobra cerca de 170%.
“Há muitos que não têm o dinheiro”, disse Quintero à Reuters. Por isso, acabam assumindo dívidas.
O endividamento cresce em um momento em que as famílias argentinas enfrentam aumento do custo de vida e preocupações com o emprego. Nesse cenário, os aplicativos financeiros se tornaram uma importante fonte de crédito e ajudam a mostrar como trabalhadores e famílias estão lidando com as mudanças econômicas promovidas pelo presidente Javier Milei.
O número de empréstimos concedidos por fintechs na Argentina cresceu 20 vezes em sete anos: passou de cerca de 500 mil para 10 milhões, segundo Mariano Biocca, diretor-executivo da Câmara Argentina de Fintech, entidade do setor.
Mais pessoas têm dificuldade para pagar
Quase 6 milhões de pessoas estão há mais de 90 dias com dívidas em atraso, o equivalente a quase um terço de todos os tomadores de empréstimos, segundo estimativas compiladas pela Câmara Argentina de Fintech.
A parcela dos empréstimos às famílias que estava em atraso chegou a 12,8% em junho, o maior nível desde o início da série histórica, em 2010, segundo dados do Banco Central argentino. Quando Milei assumiu a Presidência, no fim de 2023, esse índice era de 2,8%.
Analistas afirmam que a mudança não se explica apenas pela situação econômica atual. Durante anos de inflação elevada, os argentinos viram o peso das dívidas diminuir com o tempo porque os preços e a renda subiam rapidamente, enquanto o valor devido não acompanhava necessariamente o mesmo ritmo.
Agora, o cenário mudou. Com juros acima da inflação, o custo das dívidas pesa mais no orçamento e os empréstimos ficam mais difíceis de pagar.
Um estudo da consultoria Analytica apontou que os jovens são os mais afetados pelo aumento das dívidas em atraso.
“Eles conseguem dinheiro facilmente pelas carteiras digitais, mas não percebem os juros que estão pagando”, disse Enrique Tobani, que participou de um protesto em agosto em frente ao Ministério da Economia, em Buenos Aires, em defesa de medidas para aliviar as dívidas.
“Todo vizinho, familiar ou trabalhador com quem você conversa está passando pela mesma situação”, afirmou.
Pressão por ajuda para quitar dívidas
O governo de Milei tem resistido aos pedidos de sindicatos, consumidores e organizações de defesa dos devedores por medidas financiadas pelo Estado para aliviar as dívidas. Para o governo, em geral, o endividamento das famílias é uma questão entre quem empresta e quem toma o crédito.
Autoridades também afirmam que o aumento dos empréstimos em atraso é uma consequência temporária da expansão do mercado de crédito privado na Argentina.
O crédito privado representa atualmente 12% do Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina, bem abaixo dos cerca de 80% registrados no Brasil.
Na semana passada, autoridades brasileiras também demonstraram preocupação com o aumento do endividamento das famílias, associado a linhas de crédito caras e a critérios menos rigorosos para a concessão de empréstimos.
O presidente da Argentina, Javier Milei, cumprimenta a guarda presidencial montada durante a cerimônia de abertura da 138ª exposição anual da Sociedade Rural, em Buenos Aires.
Mariana Nedelcu / Reuters
* Com informações da agência Reuters