Mega-Sena, concurso 3023: confira os números sorteados

Mega-Sena, concurso 3023: confira os números sorteados
O sorteio do concurso 3023 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (25), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 2,5 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 7 milhões.
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Veja os números sorteados: 22 – 25 – 30 – 31 – 39 – 60
5 acertos: 7 apostas ganhadoras, R$ 117.144,19
4 acertos: 807 apostas ganhadoras, R$ 1.674,92
G1 | Loterias – Mega-Sena 3023
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Resultado do concurso 3023 da Mega-Sena.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1

Mendonça ficará na relatoria de pedido de investigação sobre filme 'Dark Horse'

Andé Mendonça
Luiz Silveira/STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu que a investigação sobre o filme Dark Horse deve ficar com o ministro André Mendonça
“As circunstâncias justificam a redistribuição destes autos, por parâmetro de prevenção, ao Ministro André Mendonça. Com efeito, os episódios que são referidos nesta “comunicação de crime” coincidem com o objeto de outras investigações sob a relatoria do Ministro André Mendonça. Em consulta aos dados públicos disponíveis do registro processual citado no parecer ministerial, verifica-se que a PET nº 15.612 tramita com restrição de publicidade e foi autuada em 6.3.2026. Precedeu, portanto, a “comunicação de crime” em exame”.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu, em parecer, que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, deve ser o relator de um pedido para investigar valores para o filme “Dark Horse” solicitados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master
O pedido foi apresentado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) no inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes que levou à condenação de Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça. Lindbergh apresentou o pedido nesse caso por entender que houve uma atuação internacional de Eduardo pelo financiamento do filme.
Agora no g1
Antes de decidir sobre a abertura, ou não, da investigação, Moraes pediu uma manifestação da Procuradoria- Geral da República (PGR).
Para Paulo Gonet, há uma conexão entre os fatos apontados por Lindbergh e as apurações do caso Master, que já estão sob a relatoria de Mendonça.
Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel

Bolsas da Ásia despencam após investidores venderem ações de IA

Um operador de câmbio passa por uma tela que exibe o Índice Composto de Preços das Ações da Coreia (KOSPI) e a taxa de câmbio entre o dólar americano e o won sul-coreano na sala de operações cambiais da sede do Hana Bank em Seul, Coreia do Sul
Ahn Young-joon / AP
As bolsas da Ásia fecharam em forte queda nesta sexta-feira (26), lideradas pelos mercados do Japão e da Coreia do Sul, em meio a uma onda de venda de ações de empresas ligadas à inteligência artificial (IA).
O índice Nikkei 225, de Tóquio, caiu 4,4%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 7,7%. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,9%, e o índice Shanghai Composite, da China, caiu 2,1%.
A queda ocorre após uma sequência de fortes valorizações impulsionadas pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial. No início da semana, tanto o Nikkei quanto o Kospi haviam atingido máximas históricas.
Segundo analistas, o movimento desta sexta não reflete uma piora nas perspectivas para o setor de IA, mas sim uma realização de lucros. Isso acontece quando investidores vendem ações que subiram muito para garantir os ganhos obtidos, prática comum após períodos de forte valorização.
Avanço das ferramentas de inteligência artificial aumenta riscos da exposição de imagens de crianças nas redes
A correção também foi influenciada pela volatilidade recente nos mercados globais, que têm reagido rapidamente a novidades envolvendo inteligência artificial, além de outros fatores, como o reajuste de preços anunciado pela Apple.
Na quinta-feira (25), as bolsas dos Estados Unidos fecharam sem direção única. Enquanto diversas empresas de inteligência artificial voltaram a registrar alta, as ações da Apple caíram após a companhia anunciar aumento de preços em vários de seus produtos.
A venda em massa desta sexta não significa que a inteligência artificial esteja “distribuindo dividendos” ou que o setor tenha perdido força. O movimento indica apenas que parte dos investidores optou por embolsar os lucros acumulados depois da forte valorização recente das ações do setor.
Micron supera Meta e Tesla impulsionada pela IA
A fabricante de chips de memória Micron Technology ultrapassou, nesta quinta-feira (25), pela primeira vez, o valor de mercado da Meta e, por um breve período, também o da Tesla, após divulgar uma previsão financeira acima das expectativas para o quarto trimestre.
As ações da empresa subiam 18,4%, elevando seu valor de mercado para US$ 1,398 trilhão. No mesmo momento, a Meta era avaliada em US$ 1,392 trilhão, enquanto a Tesla tinha valor de mercado de US$ 1,4 trilhão.
Na quarta-feira (24), a Micron projetou receita e lucro para o quarto trimestre acima das estimativas do mercado, o que impulsionou a recuperação das ações após uma recente queda.
Logo da Micron em ilustração. A empresa superou Meta e Tesla em valor de mercado impulsionada pela demanda por chips para inteligência artificial.
Dado Ruvic/Reuters
A empresa também informou que seus clientes já comprometeram US$ 22 bilhões em pedidos para garantir o fornecimento de chips de memória.
A Micron ultrapassou a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado em 26 de maio, após a entrada da sul-coreana Samsung Electronics nesse grupo.
As fabricantes de chips de memória vêm sendo impulsionadas pelo interesse dos investidores em empresas que fornecem componentes para os investimentos das grandes empresas de tecnologia em infraestrutura de inteligência artificial.
*Com informações da AP e Reuters.

Vale mais amortizar o financiamento ou aplicar o dinheiro? Entenda como fazer a conta

Amortizar ou investir? A decisão que divide economistas
Quem recebe um dinheiro extra pode ficar em dúvida entre amortizar o financiamento da casa ou investir o valor. A decisão depende do custo de oportunidade, ou seja, de qual das opções oferece o maior benefício financeiro.
A comparação deve levar em conta os juros do financiamento, a rentabilidade do investimento, além dos impostos, da inflação e dos riscos. Se o rendimento líquido do investimento superar o custo da dívida, investir pode ser a melhor escolha.
Especialistas afirmam que amortizar o financiamento costuma ser mais indicado quando os juros são altos ou a situação financeira está mais apertada. Já investir tende a fazer mais sentido para quem já tem uma reserva de emergência, paga juros baixos e consegue obter uma rentabilidade superior ao custo do financiamento.
Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.
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Google libera mudança de endereços do Gmail no Brasil; veja como fazer

Gmail e outros serviços do Google apresentaram instabilidade
Stephen Phillips via Unsplash
O Google começou a permitir no Brasil as mudanças em endereços do Gmail (o que fica antes de “@gmail.com”). A novidade tinha sido liberada em abril para usuários nos Estados Unidos.
A opção de mudar endereços chega mais de 20 anos após o Google criar seu serviço de e-mail e foi comemorada pelo CEO da empresa, Sundar Pichai. “2004 foi um bom ano, mas seu endereço do Gmail não precisa ficar preso a ele”, escreveu o executivo, em abril.
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Usuários que mudarem de endereço no Gmail usarão a nova versão para fazer login em serviços como Google Fotos e Google Drive, caso a conta também seja usada para usar essas ferramentas.
Outra opção oferecida pelo Google é alterar como o seu nome é exibido para pessoas que veem seus e-mails. Esse recurso está disponível há mais tempo e pode ser alterado no Gmail (saiba mais abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como mudar seu endereço no Gmail
Para conferir se você pode mudar seu endereço do Gmail, acesse myaccount.google.com/google-account-email pelo computador e faça o login, se não estiver conectado.
Em testes do g1, a página apresentou o botão “Alterar e-mail da Conta do Google”. Basta clicar sobre ele, digitar o novo endereço no campo “Nome de usuário” e selecionar “Mudar o e-mail”.
Durante a mudança, é preciso inserir um endereço que ainda não é usado por ninguém. E, se ela não estiver disponível para você, o Google informará que ainda “não é possível mudar essa configuração para sua conta”.
Mudança de endereço do Gmail
Reprodução
Com a alteração, você ainda terá direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo e poderá ser usado para acessar a sua conta.
O Google informa ainda que após a mudança, você receberá e-mails enviados para os dois endereços e não poderá criar um novo e-mail terminado em “@gmail.com” para a conta durante 12 meses.
Como mudar nome no Gmail
Para continuar com seu endereço de e-mail, mas mudar como outras pessoas veem o seu nome, siga estes passos:
Acesse o Gmail pelo computador;
Clique em “Configurações” (símbolo de engrenagem no canto superior direito);
Clique em “Ver todas as configurações”;
Selecione “Contas e importação” ou “Contas”;
Em “Enviar e-mail como”, selecione “Editar informações”;
Em “Nome”, escreva como você deseja se apresentar no Gmail;
Clique em “Salvar alterações”.

Brasil cria protocolo para voltar a exportar carne bovina à União Europeia; veja como vai funcionar

Governo brasileiro cria protocolo com novas regras pra exportação de carne bovina para Uni
O governo brasileiro criou um novo protocolo para tentar manter a carne bovina nacional no mercado da União Europeia.
A medida busca atender às novas exigências do bloco, que passará a cobrar, a partir de 3 de setembro, garantias de que os animais destinados à exportação não receberam antimicrobianos em nenhuma fase da vida.
Sem conseguir comprovar esse requisito até o momento, o Brasil continua fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para a União Europeia após essa data.
Para atender à nova exigência, o Ministério da Agricultura publicou, em 29 de maio, uma portaria criando o Protocolo de Certificação para Bovinos Livres do Uso de Medicamentos Antimicrobianos.
A adesão é voluntária, mas será necessária para quem pretende continuar exportando carne ao mercado europeu.
➡️ O processo prevê a contratação de uma certificadora credenciada, assinatura de termo de adesão, elaboração de planos sanitário e nutricional, além da comprovação de controle sobre o uso dos medicamentos proibidos.
Após análise documental e vistoria na propriedade, a certificadora poderá emitir o certificado em até sete dias.
Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor ainda está em fase de adaptação e, até o momento, não há propriedades certificadas sob o novo protocolo.
“O protocolo é recente. O que está acontecendo agora é que os produtores estão procurando as certificadoras para iniciar o processo”, afirma a entidade.
Veto à carne do Brasil: por que a União Europeia quer mais controle sobre antibióticos na pecuária
No centro da disputa
O principal desafio está na cadeia da carne bovina e envolve a monensina, uma substância amplamente utilizada na alimentação de bovinos confinados.
Em um confinamento no Gama (DF), cerca de 2 mil animais estão na fase final de engorda. Até o abate, cada um deve atingir aproximadamente 500 quilos. Para isso, recebem diariamente uma dieta balanceada, composta por farelo de algodão, derivados de milho e soja, além de suplementos minerais.
É justamente nesse núcleo mineral que costuma estar a monensina.
“Ela é uma aliada nossa porque melhora a conversão alimentar. Sem o produto, a gente não consegue o mesmo ganho de peso”, afirma a pecuarista responsável pela propriedade.
Quando utilizada como medicamento, a monensina ajuda a controlar parasitas que causam diarreia, principalmente em bezerros. Na alimentação, porém, sua função é melhorar a eficiência digestiva dos animais.
“Ela reduz a população de bactérias menos eficientes e favorece o desenvolvimento de bactérias benéficas no trato digestivo”, explica o médico-veterinário Álvaro de Castro.
Custo e incerteza
A adequação às novas regras exigirá investimentos por parte dos produtores.
“O produtor vai analisar se o prêmio pago por esse mercado compensa o investimento necessário. Se compensar, ele vai atender. Se não compensar, não faz sentido entrar para ter prejuízo”, avalia uma pecuarista.
Em Bela Vista de Goiás, a produtora Luana Peixoto engorda cerca de 100 animais destinados à exportação. Entre os principais mercados estão a China e a União Europeia.
Os animais serão abatidos no fim de agosto, mas a pecuarista ainda não sabe se conseguirá embarcar a produção para o bloco europeu.
“Neste momento, a gente ainda não sabe quais serão os próximos passos. Vamos focar no mercado chinês, mas esperamos uma definição dos órgãos brasileiros e da União Europeia”, afirma.
Para se adequar às novas exigências, ela terá de substituir a monensina utilizada na alimentação do rebanho e buscar uma nova certificação.
“A gente teria que substituir esse produto que usamos hoje na fazenda e correr atrás desse processo de certificação”, diz.
Há alternativas?
Segundo especialistas do setor, existem alternativas à monensina, como óleos essenciais, probióticos e outros aditivos naturais.
A indústria de nutrição animal afirma que já vem se adaptando às exigências internacionais.
“O custo desses produtos é muito próximo ao dos aditivos tradicionais. A eficiência depende muito da dieta, do manejo e do perfil de cada propriedade. É um trabalho que precisa ser planejado para garantir resultados no campo”, explica o diretor comercial de uma empresa do setor.
Negociações continuam
Em nota, a Comissão Europeia informou que continua negociando com o Brasil, mas ressaltou que as regras que restringem o uso de antimicrobianos foram definidas em 2023 e que os países exportadores tiveram tempo suficiente para se adequar.
Já a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que trabalha em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências do bloco e que uma missão técnica europeia deve visitar o Brasil no segundo semestre para avaliar os avanços e concluir o processo de habilitação.
O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar

Xbox, MacBook e iPad mais caros? Veja quanto os preços vão subir neste ano

Qual iPhone antigo vale mais a pena em 2025?
A quinta-feira (25) não está sendo fácil para o consumidor. Duas gigantes da tecnologia anunciaram aumentos significativos nos preços de seus produtos.
A Apple elevou os preços de iPads e MacBooks, alegando que já não consegue absorver a forte alta dos custos de chips de memória e armazenamento. Já a Microsoft, dona da marca Xbox, informou que, a partir de 1º de agosto, os consoles ficarão até 33% mais caros.
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A Apple esclareceu que o reajuste, impulsionado pela expansão dos data centers voltados à inteligência artificial, não afeta o iPhone, principal produto da empresa.
Já o MacBook Neo, notebook de entrada lançado para competir com modelos mais baratos equipados com Windows e Chromebooks, teve o preço inicial elevado de US$ 599 para US$ 699 (cerca de R$ 3.634, sem impostos).
Entre os principais reajustes anunciados pela Apple estão:
MacBook Neo: de US$ 599 para US$ 699 (de R$ 3.114 para R$ 3.634);
MacBook Air (512 GB): de US$ 1.099 para US$ 1.299 (de R$ 5.715 para R$ 6.755);
MacBook Pro (1 TB): de US$ 1.699 para US$ 1.999 (de R$ 8.835 para R$ 10.395);
iPad Air (128 GB): de US$ 599 para US$ 749 (de R$ 3.114 para R$ 3.894).
A empresa também aumentou os preços das duas versões do HomePod e do Apple TV. Após o anúncio, as ações da Apple caíam quase 5%, enquanto os papéis da Dell recuavam mais de 8%.
MacBook Neo exibido em evento da Apple em Nova York nesta quarta (04)
Shannon Stapleton/Reuters
Xbox também sobe de preço
Para os gamers, o reajuste também pesa no bolso. Segundo a Microsoft, os consoles Xbox terão aumento de US$ 100 nos modelos de 512 GB e de US$ 150 nas versões de 1 TB.
“Além disso, descontinuaremos o modelo de 2 TB”, informou a empresa em nota.
Os novos preços são:
Xbox Series S 512 GB: de US$ 399,99 para US$ 499,99 (de cerca de R$ 2.080 para R$ 2.600);
Xbox Series S 1 TB: de US$ 449,99 para US$ 599,99 (de cerca de R$ 2.340 para R$ 3.120);
Xbox Series X Digital 1 TB: de US$ 599,99 para US$ 749,99 (de cerca de R$ 3.120 para R$ 3.900);
Xbox Series X 1 TB (com leitor): de US$ 649,99 para US$ 799,99 (de cerca de R$ 3.380 para R$ 4.160).
Os aumentos dão continuidade aos reajustes iniciados no ano passado. Em outubro de 2025, a Microsoft já havia elevado o preço dos consoles entre US$ 20 e US$ 70 nos Estados Unidos.
“Infelizmente, os custos de armazenamento e memória para consoles aumentaram mais de 2,5 vezes, e esperamos que eles dobrem novamente até o segundo semestre de 2027”, afirmou a companhia.
Jogos online no Xbox
Unsplash/Sam Pak
O que explica os reajustes?
Os anúncios mostram que nem mesmo a Apple, considerada uma referência em eficiência de cadeia de suprimentos, conseguiu escapar da disparada dos preços da memória, que começa a afetar toda a indústria de eletrônicos.
Fabricantes de memória, como a Micron, têm priorizado o fornecimento para empresas de chips voltados à inteligência artificial, como a Nvidia. A estratégia elevou os lucros dessas fabricantes, mas reduziu a oferta de componentes para produtores de computadores, smartphones e outros eletrônicos.
“Nunca vimos um aumento no preço de componentes tão grande e tão rápido”, afirmou a Apple em comunicado. “Até agora conseguimos proteger nossos clientes desses aumentos, mas chegamos a um ponto em que precisamos começar a elevar os preços de diversos produtos.”
A Microsoft afirma que a crise também atinge em cheio o mercado de consoles. “Toda a indústria de eletrônicos de consumo enfrenta a atual crise de componentes, mas os efeitos são especialmente severos para os consoles”, disse a empresa.
Segundo a companhia, diferentemente de celulares, computadores e outros dispositivos, os consoles normalmente não são vendidos com lucro, mas por um preço inferior ao seu custo de fabricação.

Mel que pode custar R$ 600 o litro: entenda por que o produto de abelhas sem ferrão é mais caro

Conheça os principais tipos de mel produzidos no Brasil
Quanto você pagaria por um litro de mel? O produto pode ser encontrado por até R$ 600 quando feito pelas abelhas sem ferrão.
🍯Por que o produto é mais caro? essas abelhas, que são nativas do Brasil, fazem menos mel por formarem colônias menores e terem menor tempo de atividade diária.
“O litro do mel da abelha-africanizada [que tem ferrão] custa, em média, R$ 47. Já o das abelhas sem ferrão começa em R$ 120 e pode chegar a R$ 600 o litro”, explica Fábia de Mello, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Esses méis também têm ganhado espaço na alta gastronomia, por conta do sabor mais ácido e da textura mais líquida. Isso ocorre porque eles contêm mais água, o que favorece a fermentação natural.
Esse processo, combinado ao tipo de abelha e aos potes de cerume onde o mel é armazenado, contribui para criar sabores únicos, alguns lembram até madeira ou queijo, explica Kátia Aleixo, bióloga e mestra em entomologia (estudo dos insetos).
Mas, nos supermercados, é mais comum encontrar apenas alguns tipos de méis, geralmente produzidos por abelhas africanizadas (com ferrão). Em muitos casos, o rótulo nem informa qual é a flor que dá origem ao mel — o que significa que o produto é um blend, ou seja, uma mistura de diferentes méis.
Isso, porém, não reflete a enorme diversidade existente no Brasil. Há variações de cor, textura e sabor — que vai do mais doce ao mais ácido. Conheça mais abaixo as diferenças do produto.
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Mel de abelhas com e sem ferrão
Abelha da espécie Apis mellifera (abelha-africanizada)
Muhammad Mahdi Karim / Wikimedia Commons
Atualmente, são conhecidas mais de 250 espécies das abelhas sem ferrão no país, e cerca de 100 têm iniciativas de criação, segundo a bióloga Kátia Aleixo.
Diferente do mel das abelhas africanizadas, que recebe o nome da florada, o mel das abelhas sem ferrão é identificado pela espécie que o produz. Entre os mais conhecidos estão os méis de jataí, mandaçaia, tiúba e borá
Entre as com ferrão, a abelha-africanizada é a espécie mais comum no Brasil, embora não seja nativa do país. Ela forma colônias maiores, trabalha por mais horas ao longo do dia e, por isso, produz mais mel.
Os tipos de mel produzidos por ela são classificados conforme a florada, ou seja, as flores das quais as abelhas coletam o néctar. Entre os principais estão: laranjeira, eucalipto, silvestre, cipó-uva e bracatinga.
Os principais tipos de mel
Mel de diferentes espécies de abelhas e de diferentes floradas
Cristiano Menezes
🐝Méis de abelha sem ferrão
Borá
Considerado uma iguaria, tem sabor suave com um leve toque salgado — que lembra queijo. Conforme a bióloga Kátia Aleixo, vai bem com saladas, pratos salgados e carnes leves, como peixe.
Jataí
Esse tipo de mel tem cor clara, gosto suave com leve acidez e aroma que lembra madeira. É valorizado por propriedades medicinais e encontrado em várias regiões do país.
Mandaçaia
É um mel claro, quase transparente em alguns casos, com sabor suave e leve toque cítrico. Produzido principalmente no Sul e Sudeste.
Tiúba ou Uruçu-cinzenta
Tem sabor bem doce e aparência translúcida. Possui aroma marcante de flores e é produzido especialmente no Maranhão e Pará.
🐝Méis de abelha com ferrão
Laranjeira
Mel de laranjeira exibido no programa Bem-Estar em 2013
Reprodução/Bem Estar
De coloração clara e sabor levemente ácido, esse mel é comum no Brasil, sendo produzido principalmente em São Paulo e Minas Gerais.
Eucalipto
De cor mais escura, é rico em minerais e tradicionalmente usado como expectorante. É produzido nas regiões Sul e Sudeste.
Bracatinga
Reportagem especial sobre o mel de bracatinga no programa Globo Repórter (2018).
Também chamado de melato, é um mel produzido a partir de um líquido açucarado liberado por pequenos insetos (cochonilhas) que se alimentam da seiva da árvore de bracatinga, típica da Região Sul do Brasil.
Tem coloração escura, menor teor de glicose e é rico em minerais, segundo a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A).
Silvestre
Quando rotulado como silvestre, significa que o mel é produzido a partir de diversas flores.
É encontrado em todo o Brasil, especialmente em apiários próximos a vegetação nativa.
Cipó-uva
Quase transparente, esse mel é produzido principalmente em regiões de Cerrado, como em Minas Gerais.
No Brasil, os méis mais comercializados são os produzidos pelas abelhas-africanizadas
Pexels/Pixabey
De onde vem o que eu como: Mel