Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um bolo de jatobá sem glúten e sem lactose

Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um bolo de jatobá sem glúten e sem lactose
TV TEM/Reprodução
O Nosso Campo deste domingo (12) ensina a preparar um bolo de jatobá sem glúten e sem lactose. Saiba como fazer:
Ingredientes:
100g de farinha de arroz;
120g de farinha de jatobá;
80 ml de óleo de girassol;
250 ml de leite de coco;
150g de açúcar mascavo;
10g de fermento químico;
35g de granola.
Modo de preparo
Em um recipiente misture o óleo e o açúcar;
Acrescente a farinha de arroz, a farinha de jatobá e o leite, mexa até se tornar uma mistura homogênea;
Quando a massa estiver no ponto, adicione o fermento químico;
Despeje a massa em uma forma untada;
Adicione a granola por cima;
Leve o bolo para o forno pré aquecido a 200 °C por 45 minutos;
Espere esfriar um pouco antes de servir;
Sirva.
Veja a reportagem exibida no programa em 12/07/2026:
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Cultivo de girassol vira alternativa de renda para produtores no interior de SP

Lavoura de girassol ocupa área cultivada entre as safras de milho e soja em propriedade no interior de São Paulo
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Além de colorir a paisagem com o amarelo das flores, o girassol tem se consolidado como uma alternativa para produtores rurais do interior de São Paulo. Utilizada no período entre as safras de milho e soja ou na rotação com o amendoim, a cultura ajuda a diversificar a produção e ainda traz benefícios para o solo.
Em Pederneiras (SP), o produtor rural Danilo Dornelas voltou a plantar girassol após alguns anos para aproveitar a área entre o cultivo de milho e soja.
Apesar de a chuva e a ventania terem prejudicado o início da lavoura, a expectativa é positiva. Em quase 90 hectares plantados com a variedade Aguará, a previsão é colher cerca de 90 toneladas. A variedade é destinada à alimentação de pássaros e a colheita será mecanizada.
Segundo o produtor, a negociação do girassol está entre R$ 1,50 e R$ 2 por quilo. No ano passado, ele não cultivou a cultura, mas afirma que, de acordo com outros produtores, o valor pago foi de R$ 1,50 por quilo.
Em Itaju (SP), o produtor rural e engenheiro agrônomo Frauzo Ruiz Sanches utiliza o girassol na rotação de culturas com o amendoim. A planta se adapta bem aos períodos de seca, é resistente a pragas e contribui para melhorar as condições do solo por causa do sistema radicular profundo.
Com ciclo de aproximadamente 60 dias, o girassol entra na fase de floração, quando as abelhas iniciam o processo de polinização.
A produção de Frauzo é vendida para empresas da região que utilizam as sementes na fabricação de óleo. A colheita ainda não começou, mas a expectativa é comercializar o produto por R$ 2,85 o quilo, mesmo valor registrado no ano passado.
Além do retorno financeiro, o produtor destaca que o cultivo também chama atenção pela beleza das lavouras.
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'Safrinha' de uva ganha força com o frio e vira negócio lucrativo no interior de SP

‘Safrinha’ de uva ganha força com o frio e vira negócio lucrativo no interior de SP
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O amanhecer frio, com termômetros na casa dos 10°C, virou motivo de alegria para os produtores do interior de São Paulo. Embora a colheita tradicional da uva ocorra durante o verão, a chamada “safrinha” de inverno ganhou força e se consolidou como um negócio altamente lucrativo na região, chegando a registrar uma produtividade superior à da safra principal em algumas áreas.
Na propriedade do produtor Anderson Tomazeto, são dois hectares e meio cultivados com diferentes tipos de uva. Nesta época do ano, as variedades Niágara, Núbia, Vitória e Melodia, as chamadas uvas de mesa, são as que mais saem.
O frio é o grande responsável por impulsionar a qualidade das frutas, garantindo cores mais vivas, perfume marcante e sabor mais doce, embora a produção exija um manejo adaptado às baixas temperaturas.
Em Itupeva (SP), o agricultor João Leonardo Foga utiliza a sabedoria de quem está na terceira geração da família no campo para conduzir uma estrutura de 70 mil pés de uva. Em sua propriedade, os trabalhos de colheita começaram na primeira semana de julho. O produtor destaca que a safra de inverno se tornou fundamental para a sustentabilidade financeira do trabalho no campo.
Para proteger o investimento e garantir o padrão do fruto, toda a plantação do João é coberta por redes de proteção. Com mercado garantido, a produção local é vendida para grandes centros como Campinas, São Paulo e Belo Horizonte. O cenário confirma um período para celebrar o trabalho rural, prometendo excelentes retornos econômicos para os produtores.
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IAC desenvolve batata-doce que produz 4 vezes mais e tem 'superdose' de vitamina A

IAC desenvolve batata-doce que produz 4 vezes mais e tem ‘superdose’ de vitamina A
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Uma nova variedade de batata-doce desenvolvida no interior de São Paulo promete revolucionar o campo e a alimentação escolar devido ao seu superdesempenho e valor nutricional.
Batizada de “IAC Dom Pedro II”, a cultivar registrou uma produtividade 48% superior à da batata-doce canadense, que é a líder de cultivo no território paulista. Os testes ocupam uma área de meio hectare no Centro de Produção e Transferência de Tecnologia Agropecuária (CPTTA), em São José do Rio Preto (SP).
O alimento foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e recebeu o nome em homenagem ao fundador do instituto. A tabela nutricional da nova variedade superou amplamente os índices de mercado, tornando-se uma aliada estratégica para a saúde humana.
A batata “IAC Dom Pedro II” apresenta 77 microgramas de betacaroteno por grama de polpa fresca. A maioria das variedades comerciais cultivadas atualmente registra menos de 1 micrograma por grama. O composto é um poderoso antioxidante que o organismo humano transforma diretamente em vitamina A, nutriente essencial para o desenvolvimento e para a imunidade.
De acordo com Carla Zoccal, coordenadora do CPTTA da Secretaria de Agricultura de Rio Preto, a variedade possui uma casca consideravelmente mais fina, o que reduz o desperdício.
O rendimento por área surpreendeu as equipes técnicas durante os testes de colheita. Valdemir Antonio Peressin, pesquisador científico do Centro de Horticultura do IAC, relatou que o potencial produtivo da nova batata-doce gira em torno de 80 toneladas por hectare.
O volume equivale a quatro vezes mais do que a média de produtividade atual do estado de São Paulo e chega a ser cinco vezes maior do que a média de produção nacional para a cultura da batata-doce.
Embora os experimentos no CPTTA ainda estejam em fase inicial, o plano é dobrar a área de plantio nos próximos meses para gerar interesse nos agricultores locais. O objetivo principal do município é introduzir a “superbatata” na alimentação de escolas e creches municipais.
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