Podcast STJ No Seu Dia discute o FGC e a proteção dos investidores no sistema financeiro
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Segundo o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, é possível haver condenação em honorários de sucumbência mesmo antes da citação, caso o advogado do réu já tenha praticado algum ato de defesa.
Valor de indenização por dano moral deve considerar convivência e dependência emocional ou econômica
Mega-Sena, concurso 3039: confira os números sorteados
O sorteio do concurso 3039 da Mega-Sena foi realizado neste domingo (2), em São Paulo. O prêmio era de R$ 97 milhões, porém acumulou porque nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
Com isso, o prêmio para o próximo sorteio está estimado em R$ 135 milhões, segundo a Caixa.
As dezenas sorteadas foram 21, 58, 53, 16, 14 e 39.
Segundo a caixa, 86 apostas acertaram a quina e levaram R$ 45,9 mil cada. Já outras 6.332 apostas acertaram quatro dezenas e levaram R$ 1.028,31 cada.
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Veja os números sorteados:
Mega-Sena, concurso 3.039
Reprodução/YouTube/Canal da Caixa
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-Sena?
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Uma embarcação no Estreito de Ormuz , vista de Musandam, em Omã.
Stringer / Reuters
O governo do Irã afirmou neste domingo (2) que está próximo de concluir um acordo com o Omã sobre uma nova rota de trânsito de navios comerciais no Estreito de Ormuz, um ponto crucial na guerra no Oriente Médio.
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“Estamos prestes a chegar a um acordo sobre uma rota aceitável para ambas as partes — nem a rota norte, nem a rota sul —, respeitando os direitos soberanos de cada país e garantindo nossos interesses nacionais e nossa segurança”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaïl Baghaei, em entrevista à televisão estatal.
Baghaei não deu muitos detalhes sobre os termos do acordo com o Omã, disse apenas que se o tratado for firmado, “isso não significará que Ormuz esteja sendo fechado ou reaberto”.
Agora no g1
O anúncio do regime iraniano ocorreu horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado que cancelou ataques em larga escala que faria contra o Irã neste final de semana após “os termos do acordo terem sido definidos”, em referência a um possível avanço nas negociações para um novo acordo para finalizar a guerra no Oriente Médio —que já dura cinco meses.
Teerã, no entanto, negou que tenha pedido a Trump para cancelar ataques contra seu território e afirmou que as negociações em que o regime está envolvido atualmente são apenas as com o Omã sobre Ormuz.
Ainda não estava claro, até a última atualização desta reportagem, se há alguma relação —e qual seria ela— entre as negociações que Trump afirma estar tendo com o Irã e as que o regime iraniano realiza com Omã..
O Irã reivindica soberania sobre Ormuz —rota do Oriente Médio que é vital para o comércio mundial de petróleo— e manteve a via marítima fechada para navios comerciais desde o final de fevereiro por conta da guerra contra os EUA.
Desde a assinatura do acordo de paz preliminar entre os dois países, em junho, Teerã negocia com o Omã por uma gestão compartilhada do Estreito. Washington, no entanto, é contrário a essa ideia e exige que a via permaneça aberta de forma irrestrita e sem soberania de qualquer país.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, cumpre agenda na Índia nesta semana numa tentativa de ampliar o comércio do Brasil com o país nas áreas de defesa, tecnologia e indústria. As informações foram divulgadas pelo ministério.
O ministro embarcou nesta madrugada e a viagem acontece em meio à implementação de dois tarifaços impostos pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano: um de 25% (por práticas desleais na economia) e outro de 12,5% (por falha no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado).
RELEMBRE: Tarifaço: governo prepara programa para diversificar mercado com foco em setores afetados
De acordo com representantes do setor produtivo, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham), essas medidas “agravam” as condições de mercado e podem afetar diretamente mais de 4 mil produtos.
Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás somente da China. Diante das tarifas impostas pela Casa Branca, autoridades do MDIC, do Ministério das Relações Exteriores e do Palácio do Planalto defenderam que o país passe a buscar novos parceiros comerciais e ampliar os acordos já existentes.
Agora no g1
Nesse contexto, integrantes do governo têm defendido que o Brasil e o Mercosul (bloco do qual o país faz parte) busquem novos acordos comerciais, por exemplo, com a China, com o Canadá e com o Japão.
“Em um momento em que o mundo passa por uma onda de medidas restritivas ao comércio global, o Brasil segue fiel na defesa do multilateralismo e na busca de novos mercados para empresas e produtos brasileiros”, afirmou Marcio Elias Rosa, em nota.
“A Índia é o segundo maior mercado consumidor do mundo e um grande parceiro comercial do Brasil, com quem mantivemos, em 2025, uma corrente de comércio de mais de US$ 15 bilhões”, acrescentou o ministro.
Conforme o MDIC, durante a viagem, o ministro terá agendas em Mumbai e Nova Delhi. Nessas cidades, se encontrará com empresários de setores como energia, infraestrutura, bens de consumo e fertilizantes.
No caso dos fertilizantes, o governo federal estima que o Brasil importe mais de 90% do volume consumido no mercado interno. Desse total, metade vem de dois países: Rússia e China.
Nesse cenário, autoridades brasileiras têm buscado novos parceiros comerciais na área de fertilizantes para tentar reduzir a dependência do Brasil da Rússia e da China, que em momentos de guerra podem reduzir a produção para o Brasil, o que pode prejudicar o agronegócio brasileiro.
Recentemente, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, esteve no Uzbequistão e no Cazaquistão, em busca de novos fornecedores de fertilizantes.
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC
Júlio César Silva/MDIC
Brics
Ainda durante a viagem à Índia, Márcio Elias Rosa também irá a Jaipur, onde acompanhará o encontro de ministros do Brics, grupo de países emergentes que reúne, além do Brasil, países como China, Rússia e a própria Índia.
Os países do Brics têm feito movimentos nos últimos para ampliar o grupo, numa tentativa de aumentar parcerias comerciais e reduzir a dependência econômica de alguns países em relação aos Estados Unidos.
“Nessas reuniões, buscaremos fortalecer o diálogo econômico e comercial, identificar oportunidades de ampliação do comércio bilateral e promover maior integração entre empresas brasileiras e mercados considerados estratégicos”, afirmou Márcio Elias Rosa.
Mensagens fora do expediente, metas abusivas, assédio e afastamentos frequentes estão entre os fatores analisados em casos de adoecimento psicológico ligado ao trabalho.
Pexels
Uma indenização de R$ 5 milhões. Por trás dela está uma ação coletiva movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o Atacadão, empresa do Grupo Carrefour Brasil, e uma série de relatos de assédio moral, sexual e materno, além de evidências de adoecimento mental entre funcionários.
A condenação foi imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ), em agosto do ano passado, após os desembargadores concluírem que as provas reunidas indicavam a existência de um ambiente de trabalho hostil e prejudicial à saúde dos empregados, especialmente das mulheres.
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Entre os elementos analisados estavam afastamentos por transtornos mentais e denúncias de assédio. Um dos casos citados no processo envolveu uma funcionária que teve a roupa manchada por sangue menstrual após não conseguir autorização para deixar o caixa a tempo de ir ao banheiro.
Em nota, o Atacadão afirmou que a decisão de primeira instância foi favorável à empresa e declarou manter canais de denúncia, treinamentos preventivos e medidas disciplinares. A companhia também informou que já recorreu da condenação. (veja a nota abaixo.)
Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde
A decisão se tornou um dos casos mais emblemáticos de responsabilização de empresas por questões relacionadas à saúde mental no ambiente de trabalho. Mas também expõe um dos principais desafios desse tipo de ação: demonstrar que o contexto profissional contribuiu para o adoecimento de um funcionário.
O debate ganha novos contornos com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que obriga as empresas a identificar, prevenir e gerenciar fatores de risco psicossociais capazes de afetar a saúde dos trabalhadores.
Na prática, a mudança amplia a atenção sobre situações como assédio, pressão excessiva, metas abusivas e outras condições que podem contribuir para o adoecimento. Mas, entre a identificação desses fatores e a responsabilização da empresa em um caso concreto, ainda há um caminho complexo, que envolve laudos médicos, perícias, histórico profissional e decisões da Justiça.
Afinal, quando um transtorno mental pode ser considerado consequência do trabalho? E o que é necessário para comprovar essa relação?
O quebra-cabeça de provar o adoecimento mental
Diferentemente de um acidente físico, em que geralmente há uma relação mais direta entre causa e consequência, os transtornos mentais costumam surgir de forma gradual, silenciosa e por uma combinação de fatores, explica Leandro Savoy, psiquiatra especialista em alta performance para executivos.
💵 Ansiedade, burnout, depressão e reações graves ao estresse raramente têm uma única causa. Questões financeiras, problemas familiares, histórico emocional, insegurança econômica, relações pessoais e experiências anteriores também podem contribuir para o adoecimento.
Segundo especialistas ouvidos pelo g1, a Justiça não busca identificar se o trabalho foi a única causa da doença, mas se ele teve participação relevante no agravamento, no desencadeamento ou na manutenção do quadro.
Sílvia Lira, advogada e sócia da área trabalhista do B/luz, afirma que o maior desafio, tanto para o trabalhador quanto para o empregador, é demonstrar que existe uma relação entre o trabalho e o adoecimento mental.
⚠️ ATENÇÃO: Mesmo quando existem fatores pessoais envolvidos, a empresa ainda pode ser responsabilizada se ficar comprovado que o ambiente de trabalho contribuiu de forma relevante para o adoecimento.
Por isso, médicos, empresas e a própria Justiça analisam a dinâmica de trabalho: metas, jornadas, cobranças, clima organizacional, relação com lideranças, mensagens fora do expediente e práticas de gestão muitas vezes naturalizadas.
Um episódio do tipo ganhou repercussão em outubro de 2024. O banco Santander foi condenado por dano moral após funcionários relatarem uma rotina marcada por pressão, cobranças abusivas e humilhações impostas por gestores.
Ao g1, o Santander afirmou que o caso segue em discussão e que mantém políticas de prevenção, governança e canais internos para apuração de denúncias. (veja a nota abaixo)
Para chegar a uma condenação assim, a Justiça costuma cruzar diferentes tipos de provas para entender como funcionava aquele ambiente de trabalho na prática.
Segundo Lira, advogada do b/luz, entram nessa análise mensagens enviadas fora do expediente, registros de jornada, histórico de afastamentos, depoimentos de colegas, denúncias internas, conversas em aplicativos corporativos, entre outros.
Em muitos casos, a repetição de adoecimentos em um mesmo setor também chama a atenção.
📎 Quando diferentes trabalhadores apresentam sintomas semelhantes sob a mesma liderança ou dinâmica de trabalho, isso pode reforçar os indícios de risco psicossocial.
A postura da empresa diante dos sinais de sofrimento psicológico, como ignorar denúncias, afastamentos frequentes e alta rotatividade também são avaliados.
Da reação à prevenção
É nesse contexto que entram as mudanças na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passaram a valer oficialmente em maio e ampliaram a obrigação das empresas de identificar e monitorar riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Metas inalcançáveis, jornadas exaustivas, pressão constante, assédio moral, falta de autonomia, sobrecarga, cobranças fora do expediente e relações interpessoais tóxicas passaram a fazer parte do radar da fiscalização trabalhista.
Até pouco tempo, muitas empresas tratavam a saúde mental como uma questão estritamente individual, ligada à “resiliência” do trabalhador. Com a atualização da NR-1, o risco psicossocial passa a ser entendido também como resultado da forma como o trabalho é organizado.
Isso significa que as empresas passam a ter a obrigação de identificar situações potencialmente adoecedoras e registrá-las no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
A fiscalização também muda de foco. Segundo auditores-fiscais do trabalho, a atenção passa a ser menos voltada para máquinas e equipamentos e mais para o chamado “trabalho real”: a rotina concreta dos trabalhadores.
As organizações precisarão identificar, registrar e monitorar fatores como:
metas abusivas;
jornadas excessivas;
pressão psicológica;
assédio moral e sexual;
sobrecarga;
falhas de gestão;
conflitos interpessoais;
falta de autonomia;
ambientes organizacionais tóxicos.
As empresas poderão, inclusive, ser fiscalizadas sem denúncia formal. Para isso, a auditoria poderá cruzar dados da Previdência Social, identificar setores com grande volume de afastamentos por transtornos mentais e iniciar inspeções preventivas.
Segundo Savoy e Lira, essa mudança também deve influenciar futuras decisões judiciais. Além de avaliar se houve adoecimento, a Justiça tende a observar o comportamento preventivo das empresas.
Em outras palavras: o que a empresa fez — ou deixou de fazer — para evitar que o ambiente de trabalho se tornasse prejudicial à saúde?
Treinamentos, canais de denúncia, políticas de combate ao assédio, monitoramento de indicadores, acolhimento interno e revisão contínua de processos também passaram a funcionar como elementos relevantes de defesa.
“Ignorar sinais de adoecimento, afastamentos frequentes ou denúncias internas pode aumentar significativamente a responsabilidade da empresa”, alerta Leandro.
Apesar disso, especialistas avaliam que ainda há o risco de parte das empresas transformar a nova NR-1 em mera burocracia documental. A própria lógica da norma, porém, dificulta uma atuação apenas formal.
“Gerenciar risco é mudar a organização do trabalho”, resume a auditora-fiscal Odete Reis.
NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
O que dizem as empresas?
Atacadão
“O Atacadão informa que a decisão de primeira instância foi favorável à empresa, com base em provas documentais e testemunhais que demonstraram a efetividade dos canais internos de denúncia, dos treinamentos preventivos aplicados regularmente e das medidas disciplinares adotadas sempre que condutas inadequadas são identificadas.
O Atacadão reafirma seu compromisso com a promoção de um ambiente de trabalho seguro, inclusivo e respeitoso para seus mais de 70 mil colaboradores em todo o Brasil. A empresa já apresentou recurso e aguarda decisão do Poder Judiciário.”
Santander
“O Santander esclarece que o caso ainda se encontra em discussão e que, por isso, aguarda a decisão final.
O Banco repudia qualquer forma de assédio, discriminação ou conduta incompatível com seu Código de Conduta e reforça que esse tipo de prática não reflete seus valores e padrões de atuação.
A Instituição mantém uma estrutura permanente de governança corporativa voltada para a promoção de um ambiente de trabalho seguro, saudável, respeitoso e inclusivo, além de desenvolver ações e práticas voltadas ao bem-estar e ao cuidado com a saúde mental dos colaboradores.
Em 2025, foram registradas mais de 18 mil participações de colaboradores em ações voltadas à saúde mental. Além disso, a Instituição possui canais oficiais internos para o recebimento e a apuração de relatos, com tratamento sigiloso, possibilidade de anonimato e adoção das providências cabíveis.”
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Servidora da Saúde do DF prepara dose de vacina AstraZeneca para aplicar no posto da Rodoviária do Plano Piloto
Sandro Araújo/ Agência Saúde
O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca e seu rival americano Bristol Myers Squibb (BMS) iniciaram discussões sobre uma possível fusão que resultaria em uma das maiores empresas do setor, com um valor de quase 400 bilhões de dólares (2 trilhões de reais), segundo o Financial Times.
A notícia provocou uma queda de quase 7% nas ações da AstraZeneca pouco depois da abertura da Bolsa de Londres nesta segunda-feira (3).
Os dois grupos “mantiveram discussões sobre uma fusão nos últimos meses, segundo pessoas familiarizadas com o assunto”, informou o jornal econômico.
Segundo as fontes, “as negociações poderiam resultar em um acordo em um futuro próximo, mas também poderiam ser adiadas ou fracassar”, acrescentou o FT.
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A AstraZeneca está avaliada em aproximadamente 196 bilhões de libras na Bolsa de Londres, segundo valores anteriores à abertura da sessão de segunda-feira, o que equivale a 264 bilhões de dólares (1,34 trilhão de reais).
Por sua vez, a BMS tem uma avaliação na Bolsa de 133 bilhões de dólares (675 bilhões de reais).
A AstraZeneca divulgou na semana passada um lucro líquido com alta de mais de 2% no segundo trimestre, a 2,5 bilhões de dólares (12,6 bilhões de reais), com boas vendas de seus tratamentos contra o câncer.
A empresa britânica, que espera que os Estados Unidos representem metade de suas receitas até 2030, anunciou no ano passado um plano de investimento de 50 bilhões de dólares (253 bilhões de reais) no país para cumprir este objetivo.
Como outro sinal de sua aproximação dos Estados Unidos, o laboratório tem cotação na Bolsa de Nova York desde 2 de fevereiro, embora a de Londres continue sendo seu mercado principal.
Por sua vez, a BMS divulgou na semana passada um lucro líquido que dobrou no segundo trimestre, a 3,3 bilhões de dólares (16,7 bilhões de reais), impulsionado especialmente por seus medicamentos contra o câncer (Opdivo Qvantig), a anemia (Reblozyl) e as doenças cardiovasculares (Camzyos).
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