Concurso 3041 da Mega-Sena acumula e vai a R$ 165 milhões; veja os números sorteados

Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.041 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (06), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 147 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 165 milhões.
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Veja os números sorteados: 16 – 21 – 24 – 31 – 43 – 54
5 acertos: 88 apostas ganhadoras, R$ 52.843,18
4 acertos: 6.903 apostas ganhadoras, R$ 1.110,41
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Resultado do concurso 3041 da Mega-Sena.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1

El Niño: governo decide reduzir geração de hidrelétricas para enfrentar fenômeno climático

O governo federal decidiu reduzir a geração de energia das hidrelétricas para armazenar mais água nos reservatórios e reforçar a segurança hídrica do sistema elétrico para enfrentar os efeitos do El Niño, previsto para o segundo semestre deste ano.
🔎 O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. O evento, que costuma ocorrer a cada dois a sete anos, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta. No Brasil, pode intensificar o calor, aumentar o risco de seca em partes do Norte e Nordeste e provocar chuvas acima da média no Sul.
A medida faz parte de um pacote de ações aprovado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Segundo o colegiado, a probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre é de 70%.
Entre as demais medidas adotadas estão:
acompanhamento intensivo das condições hidrometeorológicas que afetam o sistema elétrico;
criação de uma sala de monitoramento do abastecimento de combustíveis para os sistemas de geração da Região Norte; e
participação em grupos interinstitucionais sobre o fenômeno, com órgãos como a Casa Civil e a Defesa Civil.
O plano também prevê o monitoramento e a adoção de medidas preventivas por agentes dos setores de geração, transmissão e distribuição de energia.
Usina hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo
Acervo Secom
El Niño
Reportagem do Fantástico mostrou que o El Niño deve aumentar o risco de eventos climáticos extremos no Brasil nos próximos meses.
Segundo especialistas, o fenômeno, provocado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico na costa do Peru, já começou a influenciar o clima e tende a favorecer tempestades severas e enchentes, especialmente na Região Sul.
A previsão ocorre em um momento em que diferentes partes do mundo enfrentam uma sequência de desastres relacionados ao clima.
Na Europa, incêndios florestais ganharam força com o aumento das temperaturas. Índia e China registraram enchentes e ondas de calor, enquanto o Chile enfrentou nevascas e inundações. No Brasil, o Rio Grande do Sul foi atingido por chuva intensa, granizo e tornados.
Segundo meteorologistas, o excesso de chuva registrado recentemente no Sul já indica uma antecipação da influência do El Niño.
“O que a gente vem observando é uma antecipação de potencial influência desse fenômeno nesse excesso de chuva que a gente viu recentemente no Sul do país”, afirma um especialista ouvido na reportagem.
De acordo com os pesquisadores, o fenômeno já está formado e seus efeitos devem ficar mais intensos ao longo dos próximos meses.
“Ele agora já está influenciando. Já está favorecendo essas tempestades severas, inundações no Sul, e o pico que se espera desses eventos deve acontecer daqui a alguns meses”, disse.

Como a cerveja é feita? Do lúpulo à levedura, veja o caminho da bebida até chegar ao copo

Lúpulo da cerveja é ‘parente’ da cannabis e depende de luz artificial ao anoitecer no Bras
Celebrado nesta sexta-feira (7), o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade para conhecer o caminho percorrido pela bebida até chegar ao copo. Da produção do lúpulo ao trabalho da levedura, cada etapa influencia o sabor, o aroma e as características finais da cerveja.
Um dos maiores desafios da produção nacional está justamente no cultivo do lúpulo, uma das principais matérias-primas da bebida. A planta precisa de longos períodos de luminosidade para se desenvolver, condição comum em países como Estados Unidos e Alemanha durante o verão, mas rara no Brasil.
Para contornar esse obstáculo, produtores brasileiros recorrem à iluminação artificial e “enganam” a planta, simulando dias mais longos para estimular seu crescimento.
Além de ser um ingrediente essencial da cerveja, o lúpulo também desperta curiosidade por pertencer à mesma família botânica da cannabis, a Cannabaceae. Apesar do parentesco, as semelhanças praticamente terminam aí.
“O lúpulo não tem o THC, por exemplo, que a maconha produz. Então, ela não é uma planta que vai dar o efeito entorpecente que a maconha dá”, explica o produtor Murilo Ricci.
Segundo ele, a planta produz apenas um efeito relaxante e tem cultivo permitido no Brasil.
‘Rotas da Cerveja’ é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região
Divulgação/Cervejaria Alvorada
O que realmente vai para a cerveja
A parte mais valiosa do lúpulo está na flor. Nela ficam pequenos grãos dourados chamados lupulina, responsáveis por boa parte do amargor e dos aromas característicos da cerveja, além dos óleos essenciais utilizados na produção da bebida.
Depois da colheita, as flores passam por um processo cuidadoso. Elas não podem ser lavadas para evitar a oxidação. Em seguida, são limpas manualmente e levadas para a secagem, etapa que reduz a umidade natural da flor e dura entre 16 e 20 horas.
Mundo bebe cada vez menos cerveja, e cervejarias em crise penam para se reinventar
‘Rotas da Cerveja’ é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região
Divulgação/Cervejaria Pangea
“No processo de fabricação da cerveja, a gente costuma usar o lúpulo no formato que chamamos de pellet”, explica Guilherme Manganello, engenheiro de alimentos e cervejeiro.
Triturado e prensado, o ingrediente se torna mais prático para ser incorporado ao processo de fabricação.
Não é só o lúpulo
Embora seja um dos ingredientes mais conhecidos, o lúpulo está longe de ser o único componente da cerveja.
Segundo Manganello, a base da maioria das receitas é o malte pilsen, também chamado de malte claro ou malte base. Nas cervejas classificadas como puro malte, a bebida é produzida apenas com malte, sem a adição de outros cereais.
Além do malte de cevada, também é possível utilizar malte de trigo, responsável pelas tradicionais cervejas de trigo. Outras receitas podem incluir ingredientes conhecidos como adjuntos cervejeiros, como milho, arroz, centeio e sorgo.
Taça, copo, cerveja, álcool, bebida alcoólica.
Reprodução/EPTV
Quem faz a cerveja é a levedura
Na fábrica, os grãos são moídos e misturados à água para formar um líquido adocicado chamado mosto. Apesar de toda a tecnologia envolvida, Guilherme destaca que essa etapa ainda não produz a cerveja.
“Nós, enquanto cervejeiros, não fazemos cerveja. A gente faz mosto. Quem faz a cerveja é a levedura”, afirma.
Após um primeiro período de descanso e resfriamento, o mosto recebe a levedura, microrganismo responsável pela fermentação. É ela que consome os açúcares presentes no líquido e os transforma em álcool, gás carbônico e diversos compostos responsáveis pelos sabores e aromas da bebida.
Segundo o cervejeiro, esse processo leva entre 15 e 20 dias. Só depois disso a cerveja segue para o envase, recebe tampa e rótulo e vai para a câmara fria, onde permanece refrigerada para preservar o frescor.
Afinal, qual é a diferença entre cerveja e chopp?
Uma dúvida comum entre consumidores é se existe diferença entre cerveja e chopp.
No Brasil, convencionou-se chamar de cerveja a bebida pasteurizada — aquela que passa por aquecimento para aumentar a durabilidade —, enquanto o chopp não é submetido a esse processo.
Guilherme explica que, na cervejaria onde trabalha, a opção é não pasteurizar a bebida.
“A gente quer manter essa cerveja o mais fresca possível”, diz. Segundo ele, embora a pasteurização aumente o tempo de conservação, o processo também reduz parte do frescor que caracteriza a bebida.
A favorita dos brasileiros
Entre os diversos estilos produzidos no país, a pilsen continua sendo a preferida dos brasileiros. O estilo é conhecido pela coloração dourada, amargor moderado e teor alcoólico geralmente entre 4,5% e 4,8%, características que ajudam a explicar sua popularidade.

Você sabe separar amizade e trabalho? Faça o QUIZ e descubra

Amizade no trabalho ajuda ou atrapalha a carreira? Entenda os limites
Amizades no trabalho podem tornar a rotina mais leve, fortalecer o senso de pertencimento, ampliar o networking e até impulsionar o desenvolvimento profissional.
Ao mesmo tempo, especialistas alertam que é preciso manter limites claros para que os laços pessoais não interfiram em decisões, feedbacks ou responsabilidades do dia a dia.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas será que você consegue separar amizade e profissionalismo? Responda ao QUIZ preparado pelo g1 com apoio de especialistas e descubra como você lida com essas situações no ambiente de trabalho.
Ao final, veja qual perfil mais combina com você e confira dicas para construir relações saudáveis sem comprometer a carreira.
Você sabe separar amizade e trabalho?
Como construir amizades saudáveis no trabalho?
Os especialistas recomendam alguns cuidados para manter relações positivas sem comprometer o desempenho profissional:
Evitar privilégios a colegas próximos em promoções, avaliações ou distribuição de tarefas;
Respeitar os limites pessoais dos outros profissionais;
Separar critérios profissionais das relações pessoais;
Manter imparcialidade em feedbacks e decisões;
Preservar informações confidenciais;
Evitar que conflitos pessoais interfiram nas atividades da equipe.
Também é importante observar alguns sinais de que a amizade pode estar ultrapassando os limites:
Você evita dar feedback por medo de perder a amizade;
Decisões passam a ser tomadas por afinidade e não por mérito;
Informações confidenciais são compartilhadas fora do contexto profissional;
Há percepção de favorecimento ou formação de grupos fechados;
Conflitos pessoais começam a afetar o desempenho da equipe.
Segundo Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP), a principal regra é simples: “A amizade deve adicionar valor ao seu trabalho, não subtrair a sua objetividade.”
Muller Gomes, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half, resume a discussão em uma palavra: maturidade. “A amizade ajuda até certo ponto. É preciso entender quando ela contribui e quando começa a atrapalhar”, afirma.
Ele lembra que amizades também mudam com o tempo e que a saída de colegas faz parte da dinâmica natural do mercado de trabalho. “As relações evoluem. Pessoas entram e saem das empresas. É importante entender isso como um ciclo”, completa.
Na avaliação dos especialistas, amizades podem fortalecer o ambiente de trabalho, ampliar o bem-estar e contribuir para o crescimento profissional. Mas esses benefícios só aparecem quando caminham lado a lado com ética, equilíbrio, maturidade e profissionalismo.
Como perceber que você está vivendo a solidão corporativa?
A solidão corporativa nem sempre significa trabalhar sozinho. Segundo especialistas, alguns sinais podem indicar que o problema está afetando sua rotina:
Você sente que não faz parte da equipe, mesmo trabalhando cercado de colegas;
Evita interações ou percebe que raramente é incluído em conversas e atividades do grupo;
Tem dificuldade para criar vínculos ou sente que não pode ser autêntico no ambiente de trabalho;
Perde a motivação para ir ao trabalho e sente que seus esforços passam despercebidos;
Apresenta sintomas como ansiedade, estresse, desânimo ou esgotamento relacionados ao trabalho.
Quando procurar ajuda?
Se a sensação de isolamento for persistente e começar a afetar sua saúde mental, seu desempenho ou sua qualidade de vida, especialistas recomendam conversar com a liderança, com o RH ou buscar apoio psicológico.
Em ambientes saudáveis, o acolhimento e o senso de pertencimento também fazem parte das responsabilidades da empresa.
Você sabe separar amizade e trabalho? Faça o quiz e descubra.
Reprodução/Freepik

INFOGRÁFICO mostra como o tarifaço mudou o mapa das exportações brasileiras aos EUA

Análise: Brasil teve o maior aumento de tarifas
Um ano após o início do tarifaço dos Estados Unidos, em 6 de agosto do ano passado, as exportações brasileiras para o mercado americano mudaram de perfil.
Para mostrar como essas mudanças se distribuíram pelo país, o g1 analisou dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), comparando as vendas aos EUA no primeiro semestre de 2025, antes da entrada em vigor das tarifas, com as do primeiro semestre deste ano, quando as medidas já afetavam parte dos produtos brasileiros.
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No mapa, o saldo representa a diferença entre o valor exportado em cada um dos dois períodos. Quando é positivo, indica que o estado ampliou as vendas aos EUA. Quando é negativo, mostra que houve redução.
No infográfico abaixo, veja quais estados ganharam ou perderam mais espaço no mercado americano, os produtos que mais influenciaram esses resultados e como o comércio entre os dois países mudou ao longo de um ano de tarifaço.
Tarifaço redesenha exportações brasileiras para os EUA
Arte/g1