Fã-clubes de artistas pop se mobilizam para reforçar presença de Lula nas redes sociais

Uma rede formada por cerca de 500 fã-clubes de artistas da música pop passou a atuar para ampliar a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais durante a campanha eleitoral. A mobilização reúne páginas dedicadas a nomes como Taylor Swift, The Weeknd, Harry Styles e BTS.
Além de compartilhar conteúdos produzidos pela campanha de Lula, os fã-clubes criam materiais próprios para divulgação nas plataformas digitais. Entre as publicações estão vídeos curtos e os chamados “edits”, montagens feitas por fãs que combinam imagens, músicas e textos.
A movimentação busca atingir o eleitor jovem. Juntas, as páginas estimam alcançar cerca de 20 milhões de seguidores.
Agora no g1
O blog ouviu Breno Scarpate Hochileitner, 20, que é administrador do “Katy Cats Updates”, um dos portais participantes do movimento.
Segundo ele, a organização surgiu de forma espontânea, sem uma convocação inicial da campanha de Lula. De acordo com Breno, a motivação está ligada à defesa dos direitos das minorias e da cultura.
Nesta terça-feira (6), o presidente Lula enviou um áudio agradecendo a iniciativa dos fã-clubes.
“Ei, ‘fandoms’ desse Brasil, vim agradecer por esse movimento que vocês estão fazendo pelo nosso país e pela democracia. Nós temos 19 dias para ganhar essas eleições. Vamos embora, gente, vamos ganhar essas eleições, conto com vocês!”, diz o presidente.
🔎“Fandoms” é o termo usado para designar comunidades de fãs de um determinado artista, grupo, obra ou universo cultural.
A proximidade da comunidade com o governo não é recente. Em agosto, administradores de fã-clubes foram convidados ao Palácio do Planalto para um evento sobre medidas contra o cambismo digital e regras para a venda e a transferência de ingressos.
Na ocasião, Lula assinou um decreto que estabeleceu novas regras para a comercialização e a transferência de ingressos, com medidas para combater a compra em massa e a revenda especulativa.
O texto também determinou a distribuição gratuita de água em grandes eventos e permitiu a entrada de garrafas com água potável.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em pronunciamento após o 1º turno das eleições
Foto: Ricardo Stuckert
Estratégia digital
Para o segundo turno das eleições, a equipe de Lula montou uma sala dentro do QG de campanha do petista em Brasília para receber os jovens eleitos e influenciadores de esquerda que foram recrutados para tentar melhorar o desempenho de Lula nas redes sociais no segundo turno da eleição.
O grupo participou nesta quarta-feira (7) de uma reunião com o presidente Lula e deve ficar em Brasília até sexta-feira (9), pelo menos.
Fazem parte desse novo núcleo da campanha candidatos eleitos para a Câmara dos Deputados, como Guilherme Cortez (PSOL-SP), Ana Elisa (PT-MG) e Ana Júlia Ribeiro (PT-PR).
Críticas da oposição
A mobilização também foi alvo de críticas da oposição. O deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP), um dos políticos de direita com maior alcance nas redes, afirmou que “páginas de fofoca estariam alinhando o discurso para atacar a imagem de Flávio Bolsonaro e favorecer Lula”.
Em uma publicação nas redes sociais, Pavanato questionou se a articulação poderia ser comparada a um “gabinete do ódio” e perguntou se haveria remuneração para a disseminação desse conteúdo.
A campanha de Lula afirma que o movimento foi orgânico e partiu dos próprios perfis.

Mega-Sena pode pagar R$ 100 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo

Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.068 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 100 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (8), em São Paulo.
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No concurso da última terça (6), nenhuma aposta acertou a faixa principal e o valor acumulou.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Rassvet: por que Rússia tenta criar sua própria Starlink para a guerra na Ucrânia

Ucrânia afirma que a Rússia estaria acelerando a implantação da nova rede de internet via satélite
Adam88/Pond5 Images/IMAGO via DW
A Rússia está acelerando o desenvolvimento de sua própria rede de internet via satélite após sofrer um revés no campo de batalha na Ucrânia no início deste ano com a perda do acesso clandestino aos terminais da Starlink.
O serviço da empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, é conhecido por sua capacidade de prover acesso rápido e estável à internet em quase qualquer lugar do mundo. Amplamente utilizado pelas tropas ucranianas na guerra, ele é fundamental para a operação de drones e mísseis e a comunicação tática.
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Isso porque, num campo de batalha moderno, é preciso enviar e receber grandes volumes de dados, como transmissões em vídeo de drones. E problemas de conectividade, ainda que durem segundos, podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma operação.
“A Starlink era tão importante que os russos tentaram durante muito tempo usá-la para seus próprios propósitos militares”, afirma à DW Clayton Swope, diretor de defesa e segurança do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS). “A Rússia não tinha nada que pudesse competir com isso.”
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É aí que entra a Rassvet (do russo “aurora”), aposta do Kremlin para reduzir sua dependência de tecnologias estrangeiras e obter capacidades semelhantes às oferecidas pela Starlink.
A rede alternativa é desenvolvida pela empresa russa aeroespacial Bureau 1440, e já preocupa autoridades ucranianas.
Por que a Rússia precisa tanto de alternativa à Starlink
A Starlink funciona como um provedor de internet baseado no espaço. Diferentemente dos sistemas tradicionais, que utilizam um número relativamente pequeno de satélites em órbitas elevadas, a rede da SpaceX opera milhares de satélites na órbita baixa da Terra.
Pequenos terminais em solo se conectam ao satélite que estiver passando sobre a região, permitindo acesso à internet mesmo quando torres de telefonia são destruídas, cabos de fibra óptica são cortados ou tropas operam em áreas remotas.
Como explica Swope, no início do conflito, a Ucrânia chegou a levar vantagem sobre a Rússia justamente porque tinha acesso à rede Starlink e a Rússia, não.
Satélites russos da Rassvet já estão em órbita
Soldado russo opera dispositivo de conexão na Ucrânia
Alexander Polegenko/picture alliance via DW
No final de março, a Bureau 1440 levou a órbita seus primeiros 16 satélites de banda larga, capazes de prover conexão de até 1 gigabite por segundo. Hoje já são 31, e a meta é ter 292 deles em operação até 2027, segundo a Radio Free Europe.
Mas a capacidade dos satélites Rassvet é muito inferior à dos equipamentos mais modernos da SpaceX, como aponta o astrofísico e historiador espacial Jonathan McDowell.
“A atual geração da Starlink tem cerca de 100 gigabits por segundo. A próxima geração terá dez vezes mais do que isso. Até mesmo o sistema OneWeb, disponível na Europa, tem cerca de 10 gigabits por segundo. Portanto, o Rassvet está na extremidade inferior da capacidade desses sistemas de megaconstelações de internet por satélite”, explica.
Além da capacidade inferior, o Rassvet também enfrenta desafios técnicos. Segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), a primeira leva de satélites lançada em março atingiu a altitude prevista.
Já um segundo lançamento, realizado em julho, ficou abaixo do esperado, tendo alcançado entre 300 e 400 quilômetros de altitude.
Isso importa porque quanto mais alta a órbita de um satélite, maior é a área que ele é capaz de cobrir na Terra. E como eles ficam em movimento, cada aparelho só consegue prover uma pequena janela de conectividade sobre uma área determinada à medida que ele se desloca.
É por isso que são necessários vários satélites, muito mais dos que a Rússia dispõe agora, para obter uma boa cobertura.
Swope vê com ceticismo as ambições do Kremlin de criar sua própria Starlink. “A grande questão é se isso acontecerá. Nem sequer é quando”, afirma.
Ele aponta que alguns satélites tiveram “falhas completas” e não estão “nas órbitas corretas esperadas”. “Neste momento, a utilidade de um sistema como esse é muito pequena, oferecendo uma janela muito curta de cobertura apenas algumas vezes por dia sobre a Ucrânia”, diz.
Além disso, a conectividade ainda dependerá de terminais, que terão de ser produzidos em larga escala pela Rússia, e de estruturas de controle operacional na Terra resilientes a ataques ucranianos.
Por que o Rassvet preocupa a Ucrânia
Apesar das claras limitações do programa russo, McDowell avalia que a rede não precisa necessariamente igualar a Starlink para ter utilidade militar.
Segundo ele, mesmo uma infraestrutura menos avançada pode ajudar em comunicações militares e coordenação de drones no campo de batalha.
Soldado do serviço secreto ucraniano prepara drone para lançamento: sem internet ultraveloz, guerra seria outra
Efrem Lukatsky/AP Photo/picture alliance via DW
O vice-chefe da inteligência militar da Ucrânia, Vadym Skibitsky, alertou que a Rússia estaria acelerando a implantação da nova rede.
“Eles já começaram os lançamentos muito mais rapidamente do que o planejado originalmente. Por enquanto, o sistema só pode operar de forma intermitente, quando um satélite passa sobre nosso território. Quando a Rússia implantar uma constelação completa de satélites, o sistema funcionará como a Starlink. Já há discussões sobre como neutralizá-lo”, afirmou.
Corrida global por alternativas à Starlink
A guerra na Ucrânia reforçou a percepção de que a internet via satélite se tornou um ativo estratégico.
A principal lição tirada por muitos governos do conflito é que é arriscado depender da infraestrutura de uma única empresa privada em cenários de conflito.
A China desenvolve suas próprias megaconstelações de satélites e estuda há anos as vantagens militares proporcionadas pela Starlink. A União Europeia investe bilhões no projeto Iris², uma rede soberana de comunicações via satélite. Já a Amazon trabalha no Projeto Kuiper, concorrente americano da Starlink.
Para Swope, a dependência global da SpaceX ainda é grande. “Existe hoje uma dependência global da SpaceX para lançamentos espaciais e para conectividade, como a Starlink. Há essencialmente apenas um concorrente neste momento. É uma empresa europeia, a OneWeb, que não tem nem de longe a capacidade da Starlink”, afirma.
Diante desse cenário, a expansão de projetos como Rassvet, Iris² e Kuiper sugere o início de uma nova corrida espacial. Desta vez, o foco não é a exploração do espaço, mas o controle das comunicações globais e das capacidades militares associadas a elas.

IBGE, Banco Central, CGU e mais: veja concursos com editais previstos para os próximos meses

Prova de concurso público.
Reprodução/Freepik
Na última segunda-feira (28), o governo federal autorizou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a contratar até 27.330 recenseadores temporários para trabalhar no Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola de 2027.
A autorização estabelece um prazo de até seis meses para a publicação do edital, que poderá sair até março de 2027.
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Na sexta-feira (2), a Câmara dos Deputados também publicou o edital de um concurso público para a carreira de analista legislativo. Ao todo, são 66 vagas imediatas e 118 para cadastro de reserva, com salários iniciais de até R$ 32.070,88 e lotação em Brasília. (veja mais detalhes)
Além do IBGE, outros órgãos federais já receberam autorização para realizar concursos públicos, com editais previstos entre o fim deste ano e o início de 2027.
É o caso da Receita Federal, autorizada a preencher 146 vagas de analista-tributário e auditor-fiscal; do Banco Central, com 170 vagas, e da Controladoria-Geral da União (CGU), com 60 vagas de auditor federal de finanças e controle.
Veja abaixo os concursos já autorizados e quando os editais devem ser publicados:
Agora no g1
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Em dezembro do ano passado, o governo federal autorizou o IBGE a contratar até 39.108 pessoas temporariamente para atuar em dois grandes levantamentos realizados pelo instituto.
Entre as vagas autorizadas, 27.330 eram para recenseadores, responsáveis pela coleta de dados do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Desde então, o instituto já publicou editais para parte das funções previstas na autorização.
Em junho, por exemplo, foram abertos dois processos seletivos simplificados que, juntos, somam 9.652 vagas temporárias.
Agora, uma portaria conjunta do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (28), autorizou a realização do processo seletivo para as 27.330 vagas de recenseador.
A própria portaria esclarece que as vagas já haviam sido autorizadas em dezembro de 2025. Os profissionais serão contratados temporariamente para trabalhar na realização do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
O processo seletivo terá ampla divulgação e deverá seguir as regras de reserva de vagas previstas em lei. A remuneração será definida pelo próprio IBGE.
Segundo a portaria, o edital deverá ser publicado em até seis meses após a autorização. Com isso, o documento poderá ser divulgado até março de 2027. Os recenseadores serão responsáveis pela coleta dos dados em todo o país.
IBGE Tocantins
Helena Pontes/Agência IBGE Notícias
Receita Federal
A Receita Federal foi autorizada a realizar concurso público com 146 vagas para a Carreira Tributária e Aduaneira: 116 para analista-tributário e 30 para auditor-fiscal. A autorização foi publicada em julho, por meio da Portaria MGI nº 5.505.
O órgão já iniciou os preparativos para contratar a banca organizadora. Em 4 de setembro, a Receita Federal abriu um levantamento de mercado para escolher a instituição responsável por organizar e realizar o concurso.
A previsão é que o contrato com a banca seja assinado em outubro e que o edital seja publicado em dezembro deste ano.
Os salários iniciais são de R$ 12.735,99 para analista-tributário e R$ 27.663,52 para auditor-fiscal, segundo a Receita Federal.
Veja a distribuição das vagas:
Distribuição das Vagas e Cargos para o concurso Receita Federal 2026
Mais informações sobre o concurso devem ser divulgadas nos canais oficiais da Receita Federal.
Contêiner com 283 mil unidades de cigarro eletrônico foi retido no Porto de Santos em 18 de setembro
Receita Federal/Divulgação
Controladoria-Geral da União (CGU)
A Controladoria-Geral da União (CGU) foi autorizada a realizar concurso público com 60 vagas para auditor federal de finanças e controle (AFFC). A autorização foi publicada por meio da Portaria MGI nº 5.093, de 22 de junho de 2026.
Do total de vagas, 39 são destinadas à ampla concorrência, 15 a pessoas negras, 3 a pessoas com deficiência, 2 a indígenas e 1 a quilombolas.
O concurso já tem banca organizadora definida. O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) foi contratado para organizar a seleção, que terá vagas para diferentes áreas de atuação da carreira.
A autorização estabelece que o edital deverá ser publicado em até seis meses após a portaria, ou seja, até 24 de dezembro de 2026.
O cargo de auditor federal de finanças e controle exige nível superior, mas a formação exigida pode variar conforme a área de atuação.
Os detalhes sobre remuneração, inscrições, conteúdo das provas e distribuição das vagas por especialidade serão informados no edital. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas capitais dos estados e no Distrito Federal.
Fachada da Controladoria-Geral da União (CGU)
Kenzo Suzuki ASCOM/CGU
Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) realizará seu primeiro concurso público para cargos efetivos, com 50 vagas para especialista em regulação de proteção de dados.
A seleção foi autorizada em junho, por meio da Portaria MGI nº 5.092, publicada no Diário Oficial da União. O cargo exige nível superior e tem salário inicial de R$ 17.726,42.
Do total de vagas, 31 são destinadas à ampla concorrência, 13 a pessoas negras, 3 a pessoas com deficiência, 2 a indígenas e 1 a quilombolas.
Segundo a portaria, o edital deverá ser publicado em até seis meses após a autorização, ou seja, até 24 de dezembro. A primeira prova deverá ser realizada pelo menos dois meses depois.
A autorização representa a primeira etapa do preenchimento dos 200 cargos efetivos criados para a ANPD pela Lei nº 15.352/2026.
Em maio, a agência havia solicitado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) um concurso para preencher os 200 cargos.
A nomeação dos aprovados dependerá da homologação do resultado final e da disponibilidade orçamentária e financeira.
Salários de até R$ 37 mil: confira os concursos públicos de 2026
Banco Central do Brasil (BCB)
O Banco Central do Brasil (BCB) foi autorizado a realizar concurso público para 170 vagas em seu quadro de pessoal. A autorização foi publicada por meio da Portaria MGI nº 5.508, de 3 de julho de 2026.
Do total, são 100 vagas para auditor do Banco Central, 50 para técnico e 20 para procurador. Os cargos de auditor e procurador exigem nível superior, enquanto o de técnico exige nível intermediário.
Veja a distribuição:
Distribuição das Vagas e Cargos para o Concurso do Banco Central 2026
Segundo a portaria, o edital deverá ser publicado em até seis meses após a autorização, ou seja, até 3 de janeiro de 2027.
A primeira prova deverá ser realizada pelo menos dois meses após a publicação do edital. O próprio Banco Central será responsável pelo concurso.
A nomeação dos aprovados dependerá da homologação do resultado final, de autorização do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da disponibilidade orçamentária e financeira.
Banco Central do Brasil (BC).
Adriano Machado/ Reuters

Banco Master: entenda como funcionavam as operações que levaram a uma fraude bilionária

Como o Banco Master chegou a movimentar bilhões de reais
O Banco Master está no centro de uma investigação sobre operações bilionárias. O banco levantava dinheiro por meio da venda de CDBs com juros altos. Os investimentos também atraíam clientes por contarem com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), respeitados os limites da garantia.
Segundo a Polícia Federal, o BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, pagou cerca de R$ 17 bilhões ao Master pela compra de carteiras de crédito. Desse total, R$ 12,2 bilhões estão sob investigação porque, segundo as apurações, os créditos não existiam. Regimes de previdência de servidores de estados e municípios também tinham cerca de R$ 1,8 bilhão aplicado no banco.
Em novembro de 2025, o Banco Central determinou a liquidação do Master, citando uma grave crise de liquidez, o comprometimento da situação financeira e violações às regras do sistema financeiro. O caso ainda pode ter novos desdobramentos na Justiça.
Entenda no vídeo acima como o esquema foi possível. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.