Senado aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes

Senado aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes
O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15) projeto de lei que amplia o limite de faturamento para enquadramento de Microempreendedor Individual (MEI) e também perdoa dívidas de inadimplentes da categoria.
Ambas as mudanças foram enviadas pelo governo Lula, com o perdão das dívidas do MEI sendo a última medida anunciada pela campanha de Lula nesta semana como tentativa de reaproximação com o grupo a poucos dias do 2º turno.
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (14) e agora, segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta foi aprovada por 78 votos favoráveis e nenhum contra.
O projeto amplia o enquadramento no MEI para os empreendedores com faturamento anual de R$ 110 mil em 2027 e de R$ 140 mil a partir de 2028, ante os R$ 80 mil atuais.
“Esse MEI hoje às vezes dispensa um contrato para não extrapolar a faixa do MEI”, explicou o relator do projeto na Câmara, deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA).
A proposta também amplia o número de funcionários que podem ser contratados pelos microempreendedores individuais.
Atualmente, apenas um funcionário pode ser empregado. O projeto aumenta esse número para até dois, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso da categoria profissional.
A oposição criticou a votação da medida às vésperas do segundo turno.
Outra proposta, que prevê a concessão de até R$ 5 mil para investimentos em pequenos negócios, só deve ser enviada pelo governo ao Congresso após as eleições.
💵 O recurso será não reembolsável. Ou seja, não precisará ser devolvido pelo beneficiário.
Microempreendedor Individual (MEI)
Jornal Nacional/ Reprodução
Impacto fiscal
O impacto fiscal estimado com a renúncia de receitas é de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029. Já o impacto com o perdão das dívidas é estimado em R$ 3 bilhões em 3 anos.
Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto será dividido da seguinte forma:
2027: R$ 1,1 bilhão;
2028: R$ 1 bilhão;
2029: R$ 909 milhões.
A proposta ainda contemplou as dívidas ainda não inscritas na dívida da ativa da União que ainda podem estar com o processo em tramitação. Isso poderia gerar impacto de até R$ 2 bilhões para além do já previsto.
O projeto concedeu anistia integral aos MEIs inadimplentes. O projeto perdoa as dívidas contraídas pelos microempreendedores individuais até 13 de outubro de 2026.

Tesla apresenta Roadster que 'voa' e dirige de ponta-cabeça com tecnologia da SpaceX

Tesla Roadster “voa”
divulgação/Tesla
A Tesla anunciou, nesta quinta-feira (15), uma nova geração do supercarro Roadster. O modelo é o mais potente já criado pela empresa de Elon Musk, além de ser o único da marca que pode “voar”.
Ao todo, o carro tem 10 saídas de ar desenvolvidas pela SpaceX, que permitem realizar manobras enquanto flutua. O empuxo é gerado por tanques de ar comprimido, mesma tecnologia usada em foguetes para controlar seu percurso no espaço.
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Assim como nos foguetes, os tanques podem ser recarregados a cada uso.
Durante a apresentação do novo Roadster, a Tesla demonstrou que o carro também consegue ficar preso a uma parede sem cair. Para isso, um ventilador na base do veículo cria uma sucção que o mantém “grudado” à superfície.
Agora no g1
“Ele pode puxar até 2 Gs [equivalentes a duas vezes a pressão atmosférica no nível do mar] para fazer o carro dirigir de ponta-cabeça, e pegamos emprestadas algumas tecnologias da SpaceX para fazer o resto”, revelou Lars Moravy, vice-presidente de engenharia de veículos na Tesla.
Tesla Roadster flutua na rampa
divulgação/Tesla
Elon Musk afirmou que o poder de sucção do novo carro não foi pensado para permitir que uma pessoa dirija de ponta-cabeça, mas para manter o veículo mais firme contra o solo e, assim, melhorar sua capacidade de fazer manobras em alta velocidade.
Como é o novo Roadster
Tesla Roadster por fora
Além de voar e dirigir de ponta-cabeça, a segunda geração do Roadster segue o design minimalista já adotado pela Tesla em outros modelos já lançados. Por fora, são raros os detalhes coloridos ou cromados.
Por dentro, há espaço apenas para duas pessoas e o painel traz acabamento com uma única textura visual.
Tesla Roadster por dentro
A Tesla não revelou a ficha técnica completa do novo carro, mas informou que:
Acelera de 0 a 100 km/h em menos de 1 segundo;
Atinge velocidade máxima de 370 km/h;
Tem autonomia de 482,8 km com uma carga;
Os faróis estão escondidos na carroceria o que melhora a aerodinâmica do veículo;
Para reduzir o peso, o novo Roadster utiliza uma liga de magnésio e titânio, além de fibra de carbono na carroceria.
O novo Roadster será vendido em três versões:
Performance: utiliza o sistema de ventilação para melhorar a dirigibilidade nas curvas;
Thrust, em versão limitada: adiciona saídas de ar comprimido na traseira, que ajudam o carro a acelerar de 0 a 100 km/h em menos de um segundo;
Rocket, ainda mais limitada e vendida apenas por convite: remove um dos dois assentos, acrescenta mais saídas de ar pelo veículo e é a versão capaz de flutuar.
A fabricação do Roadster será iniciada em 2028, porém ainda não existe informação oficial sobre o preço do supercarro.
Novo Roadster foi prometido quase 10 anos atrás
O protótipo deste novo Roadster foi revelado em 2017 com preço de US$ 200 mil e previsão inicial de entregas para 2020. O valor de tabela não foi atualizado desde então, mas as reservas continuam ativas mediante pagamento de US$ 50 mil.
Em outubro de 2025, Elon Musk, CEO da Tesla, afirmou que o novo Roadster poderia “voar”. A afirmação ocorreu durante entrevista ao podcast de Joe Rogan, na qual o executivo confirmou que o desenvolvimento do carro esportivo continuava em andamento.
Durante a conversa, Musk citou a frustração de não existirem carros voadores no mundo atual. O executivo completou dizendo que as pessoas deveriam ser capazes de comprar um.
O novo esportivo é fruto de uma colaboração entre a Tesla e a SpaceX, empresa de foguetes também liderada por Musk.
Roadster de 1ª geração passou perto de Marte
Há pouco mais de oito anos, um foguete lançou um Tesla Roadster da primeira geração ao espaço.
Tesla Roadster de 1ª geração no espaço
divulgação/Tesla
O feito aconteceu em 6 de fevereiro de 2018, quando o foguete acionou os 27 motores em seu primeiro voo, decolou da plataforma de lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos, e levou uma única carga a bordo: o carro.
O segundo estágio foi ativado poucas horas após o lançamento e queimou combustível para colocar o Roadster em uma órbita heliocêntrica ao redor do Sol, cuja maior distância da estrela corresponde à órbita de Marte.
O objetivo do lançamento, segundo o empresário Elon Musk, diretor executivo e principal acionista da Tesla, era deixar o Roadster em órbita de Marte por “centenas de milhões de anos”.
“Eu adoro a ideia de um carro navegando aparentemente sem parar pelo espaço e talvez sendo descoberto por uma raça alienígena milhões de anos no futuro”, disse o empresário durante o lançamento.
O veículo se aproximou de Marte em novembro de 2018, e segue em um movimento elíptico de ida e volta para a Terra.
Modelo foi o primeiro carro da Tesla
Lançado em 2008 e vendido até 2012, o primeiro Roadster foi o veículo elétrico pioneiro da empresa e utilizava o chassi do Lotus Elise. O projeto ajudou a mudar a visão do mundo sobre o que um carro elétrico poderia ser. Uma unidade até foi lançada ao espaço.
Desde então, a fabricante ficou conhecida pelos utilitários esportivos Model Y e Model X e pelos sedãs Model S e Model 3.
A revelação da nova geração acontece em um momento de mudança de foco da Tesla. A companhia tem transferido a prioridade da fabricação de carros para motoristas humanos em direção à robótica e tecnologias de direção autônoma guiadas por inteligência artificial.
Neste ano, a montadora parou de vender os modelos Model S e Model X para abrir espaço para a produção de seus robôs humanoides Optimus.
A empresa também lançou o Cybercab, um robô-táxi de dois lugares projetado sem controles manuais, como volante, pedais e retrovisores.
*Com informações da Reuters.

Tesla apresenta Roadster que 'voa' e dirige de ponta-cabeça com tecnologia da SpaceX

Tesla Roadster “voa”
divulgação/Tesla
A Tesla anunciou, nesta quinta-feira (15), uma nova geração do supercarro Roadster. O modelo é o mais potente já criado pela empresa de Elon Musk, além de ser o único da marca que pode “voar”.
Ao todo, o carro tem 10 saídas de ar desenvolvidas pela SpaceX, que permitem realizar manobras enquanto flutua. O empuxo é gerado por tanques de ar comprimido, mesma tecnologia usada em foguetes para controlar seu percurso no espaço.
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Assim como nos foguetes, os tanques podem ser recarregados a cada uso.
Durante a apresentação do novo Roadster, a Tesla demonstrou que o carro também consegue ficar preso a uma parede sem cair. Para isso, um ventilador na base do veículo cria uma sucção que o mantém “grudado” à superfície.
Agora no g1
“Ele pode puxar até 2 Gs [equivalentes a duas vezes a pressão atmosférica no nível do mar] para fazer o carro dirigir de ponta-cabeça, e pegamos emprestadas algumas tecnologias da SpaceX para fazer o resto”, revelou Lars Moravy, vice-presidente de engenharia de veículos na Tesla.
Tesla Roadster flutua na rampa
divulgação/Tesla
Elon Musk afirmou que o poder de sucção do novo carro não foi pensado para permitir que uma pessoa dirija de ponta-cabeça, mas para manter o veículo mais firme contra o solo e, assim, melhorar sua capacidade de fazer manobras em alta velocidade.
Como é o novo Roadster
Tesla Roadster por fora
Além de voar e dirigir de ponta-cabeça, a segunda geração do Roadster segue o design minimalista já adotado pela Tesla em outros modelos já lançados. Por fora, são raros os detalhes coloridos ou cromados.
Por dentro, há espaço apenas para duas pessoas e o painel traz acabamento com uma única textura visual.
Tesla Roadster por dentro
A Tesla não revelou a ficha técnica completa do novo carro, mas informou que:
Acelera de 0 a 100 km/h em menos de 1 segundo;
Atinge velocidade máxima de 370 km/h;
Tem autonomia de 482,8 km com uma carga;
Os faróis estão escondidos na carroceria o que melhora a aerodinâmica do veículo;
Para reduzir o peso, o novo Roadster utiliza uma liga de magnésio e titânio, além de fibra de carbono na carroceria.
O novo Roadster será vendido em três versões:
Performance: utiliza o sistema de ventilação para melhorar a dirigibilidade nas curvas;
Thrust, em versão limitada: adiciona saídas de ar comprimido na traseira, que ajudam o carro a acelerar de 0 a 100 km/h em menos de um segundo;
Rocket, ainda mais limitada e vendida apenas por convite: remove um dos dois assentos, acrescenta mais saídas de ar pelo veículo e é a versão capaz de flutuar.
A fabricação do Roadster será iniciada em 2028, porém ainda não existe informação oficial sobre o preço do supercarro.
Novo Roadster foi prometido quase 10 anos atrás
O protótipo deste novo Roadster foi revelado em 2017 com preço de US$ 200 mil e previsão inicial de entregas para 2020. O valor de tabela não foi atualizado desde então, mas as reservas continuam ativas mediante pagamento de US$ 50 mil.
Em outubro de 2025, Elon Musk, CEO da Tesla, afirmou que o novo Roadster poderia “voar”. A afirmação ocorreu durante entrevista ao podcast de Joe Rogan, na qual o executivo confirmou que o desenvolvimento do carro esportivo continuava em andamento.
Durante a conversa, Musk citou a frustração de não existirem carros voadores no mundo atual. O executivo completou dizendo que as pessoas deveriam ser capazes de comprar um.
O novo esportivo é fruto de uma colaboração entre a Tesla e a SpaceX, empresa de foguetes também liderada por Musk.
Roadster de 1ª geração passou perto de Marte
Há pouco mais de oito anos, um foguete lançou um Tesla Roadster da primeira geração ao espaço.
Tesla Roadster de 1ª geração no espaço
divulgação/Tesla
O feito aconteceu em 6 de fevereiro de 2018, quando o foguete acionou os 27 motores em seu primeiro voo, decolou da plataforma de lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos, e levou uma única carga a bordo: o carro.
O segundo estágio foi ativado poucas horas após o lançamento e queimou combustível para colocar o Roadster em uma órbita heliocêntrica ao redor do Sol, cuja maior distância da estrela corresponde à órbita de Marte.
O objetivo do lançamento, segundo o empresário Elon Musk, diretor executivo e principal acionista da Tesla, era deixar o Roadster em órbita de Marte por “centenas de milhões de anos”.
“Eu adoro a ideia de um carro navegando aparentemente sem parar pelo espaço e talvez sendo descoberto por uma raça alienígena milhões de anos no futuro”, disse o empresário durante o lançamento.
O veículo se aproximou de Marte em novembro de 2018, e segue em um movimento elíptico de ida e volta para a Terra.
Modelo foi o primeiro carro da Tesla
Lançado em 2008 e vendido até 2012, o primeiro Roadster foi o veículo elétrico pioneiro da empresa e utilizava o chassi do Lotus Elise. O projeto ajudou a mudar a visão do mundo sobre o que um carro elétrico poderia ser. Uma unidade até foi lançada ao espaço.
Desde então, a fabricante ficou conhecida pelos utilitários esportivos Model Y e Model X e pelos sedãs Model S e Model 3.
A revelação da nova geração acontece em um momento de mudança de foco da Tesla. A companhia tem transferido a prioridade da fabricação de carros para motoristas humanos em direção à robótica e tecnologias de direção autônoma guiadas por inteligência artificial.
Neste ano, a montadora parou de vender os modelos Model S e Model X para abrir espaço para a produção de seus robôs humanoides Optimus.
A empresa também lançou o Cybercab, um robô-táxi de dois lugares projetado sem controles manuais, como volante, pedais e retrovisores.
*Com informações da Reuters.

iPhone Duo entra em pré-venda nesta sexta; veja preços do celular dobrável da Apple

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável
O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, entrou em pré-venda nesta sexta-feira (16). O novo aparelho, que foi lançado em setembro, é vendido no site da Apple por até R$ 30.999 e ser entregue pela empresa a partir de 23 de outubro. (veja preços abaixo)
Principal novidade do evento realizado pela Apple em setembro, o iPhone Duo marca a entrada da empresa em um segmento já explorado por concorrentes como Samsung e Huawei.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O novo celular tem tela externa de 5,4 polegadas, que permite acessar vários recursos do iOS, e tela interna de 7,6 polegadas, cerca de 80% maior que a do iPhone 18 Pro, segundo a Apple.
Para funcionar com duas telas, o aparelho é fabricado com uma dobradiça equipada com 100 peças. A Apple diz que o componente foi projetado para oferecer abertura e fechamento suaves.
iPhone Duo
A empresa usou titânio na carcaça do iPhone Duo e aplicou uma textura à tela interna para reduzir o vinco que costuma aparecer no uso de celulares dobráveis.
A tela interna promete oferecer mais produtividade para usuários e permite abrir, ao mesmo tempo, apresentações e chamadas de vídeo, por exemplo.
iPhone 18 Pro, AirPods e Apple Watch: relembre lançamentos da Apple
Já a tela externa consegue mostrar informações rápidas no modo de espera. Ela pode ser usada como um despertador, um porta-retratos, uma tela com previsão do tempo, entre outros.
O modelo tem duas câmeras de 48 megapixels, uma de 12 megapixels na área externa, além de uma câmera para chamadas de vídeo que fica oculta quando não está em uso.
O iPhone Duo será vendido nas cores chamadas pela Apple de branco-estrela e céu noturno. Ele se junta aos iPhone 18 Pro e Pro Max, que já estão sendo vendidos desde setembro. Confira abaixo os preços do celular dobrável da Apple.
iPhone Duo (256 GB): R$ 21.999,00
iPhone Duo (512 GB): R$ 23.499,00
iPhone Duo (1 TB): R$ 26.499,00
iPhone Duo (2 TB): R$ 30.999,00
iPhone Duo
divulgação/Apple
O iPhone Duo usa o mesmo chip A20 Pro dos iPhone 18 Pro e Pro Max, lançados nesta quarta-feira.
Por conta do novo visual, a Apple retomou o uso do Touch ID, seu leitor de impressões digitais, para desbloquear o aparelho. Nos modelos convencionais do iPhone, a empresa costuma usar apenas o Face ID, de reconhecimento facial, como recurso de biometria.
E, assim como o iPhone Air, modelo compacto lançado em 2025, o iPhone Duo terá suporte apenas para o eSIM, sem uma porta para chips físicos.
O celular tem proteção Ceramic Shield, que oferecem mais proteção contra quedas e certificação IP68, que garante resistência a respingos, água e poeira.
Preços do iPhone Duo e da linha iPhone 18
g1
O iPhone Duo retomou o uso do leitor de impressões digitais (Touch ID) para desbloquear o aparelho. Outros iPhones usam o reconhecimento facial (FaceID).
Reprodução
iPhone Duo branco e preto
divulgação/Apple

iPhone Duo entra em pré-venda nesta sexta; veja preços do celular dobrável da Apple

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável
O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, entrou em pré-venda nesta sexta-feira (16). O novo aparelho, que foi lançado em setembro, é vendido no site da Apple por até R$ 30.999 e ser entregue pela empresa a partir de 23 de outubro. (veja preços abaixo)
Principal novidade do evento realizado pela Apple em setembro, o iPhone Duo marca a entrada da empresa em um segmento já explorado por concorrentes como Samsung e Huawei.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O novo celular tem tela externa de 5,4 polegadas, que permite acessar vários recursos do iOS, e tela interna de 7,6 polegadas, cerca de 80% maior que a do iPhone 18 Pro, segundo a Apple.
Para funcionar com duas telas, o aparelho é fabricado com uma dobradiça equipada com 100 peças. A Apple diz que o componente foi projetado para oferecer abertura e fechamento suaves.
iPhone Duo
A empresa usou titânio na carcaça do iPhone Duo e aplicou uma textura à tela interna para reduzir o vinco que costuma aparecer no uso de celulares dobráveis.
A tela interna promete oferecer mais produtividade para usuários e permite abrir, ao mesmo tempo, apresentações e chamadas de vídeo, por exemplo.
iPhone 18 Pro, AirPods e Apple Watch: relembre lançamentos da Apple
Já a tela externa consegue mostrar informações rápidas no modo de espera. Ela pode ser usada como um despertador, um porta-retratos, uma tela com previsão do tempo, entre outros.
O modelo tem duas câmeras de 48 megapixels, uma de 12 megapixels na área externa, além de uma câmera para chamadas de vídeo que fica oculta quando não está em uso.
O iPhone Duo será vendido nas cores chamadas pela Apple de branco-estrela e céu noturno. Ele se junta aos iPhone 18 Pro e Pro Max, que já estão sendo vendidos desde setembro. Confira abaixo os preços do celular dobrável da Apple.
iPhone Duo (256 GB): R$ 21.999,00
iPhone Duo (512 GB): R$ 23.499,00
iPhone Duo (1 TB): R$ 26.499,00
iPhone Duo (2 TB): R$ 30.999,00
iPhone Duo
divulgação/Apple
O iPhone Duo usa o mesmo chip A20 Pro dos iPhone 18 Pro e Pro Max, lançados nesta quarta-feira.
Por conta do novo visual, a Apple retomou o uso do Touch ID, seu leitor de impressões digitais, para desbloquear o aparelho. Nos modelos convencionais do iPhone, a empresa costuma usar apenas o Face ID, de reconhecimento facial, como recurso de biometria.
E, assim como o iPhone Air, modelo compacto lançado em 2025, o iPhone Duo terá suporte apenas para o eSIM, sem uma porta para chips físicos.
O celular tem proteção Ceramic Shield, que oferecem mais proteção contra quedas e certificação IP68, que garante resistência a respingos, água e poeira.
Preços do iPhone Duo e da linha iPhone 18
g1
O iPhone Duo retomou o uso do leitor de impressões digitais (Touch ID) para desbloquear o aparelho. Outros iPhones usam o reconhecimento facial (FaceID).
Reprodução
iPhone Duo branco e preto
divulgação/Apple

Salário mínimo: veja o que já defenderam as campanhas dos candidatos a presidente

Aposentados e pensionistas não podem receber menos do que um salário mínimo, pelas regras atuais
Reprodução/RBS TV
O salário mínimo, atualmente em R$ 1.621, serve de referência para 61,9 milhões de pessoas no Brasil, segundo estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Seu cálculo passou por mudanças nos últimos anos. Até 2022, no governo Jair Bolsonaro (PL), não foi concedido aumento acima da inflação. No atual governo, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi retomada a política de reajuste real.
🔎De acordo com a Constituição brasileira, o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que preservem seu poder de compra. Para isso, a legislação utiliza como referência a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A Constituição não impede que o reajuste fique acima da inflação.
➡️A alta real nos últimos anos impulsionou a renda dos brasileiros, a atividade e a arrecadação, mas também elevou as despesas do governo — contribuindo para o desequilíbrio das contas públicas.
Por ser um indicador importante da economia, o g1 buscou saber quais são as propostas dos candidatos para a política de aumento do salário mínimo.
O que dizem as campanhas
Falando em nome da campanha de Lula, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou que a atual fórmula que prevê aumento acima da inflação para o salário mínimo (limitada a 2,5% de alta real) será mantida em um eventual novo mandato de Lula, assim como seu atrelamento aos benefícios previdenciários.
A proposta de orçamento para 2027, que prevê salário mínimo de R$ 1.741, prevê manter esse formato de correção.
“Será dada continuidade ao processo de ajuste fiscal iniciado em 2023, que reduziu o déficit em, aproximadamente, 2% do PIB, preservando a fórmula de reajuste do salário mínimo, com ganho real, conforme proposta apresentada e aprovada, bem como as vinculações aplicáveis aos benefícios previdenciários”, informou o ministro Durigan.
O g1 também entrou em contato com a equipe de campanha do candidato Flávio Bolsonaro e questionou se, em caso de vitória, o novo governo pretende alterar o atual formato de correção do salário mínimo e manter a vinculação dos benefícios previdenciários ao piso. Perguntou, ainda, qual seria a proposta exata para a regra de reajuste do salário mínimo.
A equipe de Flávio Bolsonaro, que tem prometido um “tesouraço” nos gastos públicos, entretanto, não respondeu diretamente aos questionamentos. Lembrou apenas que o candidato do PL tem dito que “não irá mexer no salário mínimo nem na aposentadoria dos brasileiros”.
Não esclareceu, porém, o que isso significa na prática: se os reajustes do salário mínimo continuarão acima da inflação e se os benefícios previdenciários permanecerão vinculados ao piso. Também não detalhou qual seria a proposta para o modelo de correção do salário mínimo.
“Ao contrário do cenário de caos nas contas públicas criado por Lula, o processo de consolidação fiscal proposto pela equipe de Flávio Bolsonaro será feito pelo lado da despesa, com o fim de privilégios e penduricalhos e a racionalização de gastos ineficientes, com redução de impostos (…) Agiremos com responsabilidade, eficiência e coragem para racionalizar despesas e reconstruir as contas públicas. O Brasil será recolocado no caminho da prosperidade e desenvolvimento”, declarou a equipe de Flávio Bolsonaro.
Na propaganda eleitoral gratuita, o candidato Flávio Bolsonaro informou que o salário mínimo continuará tendo reajuste acima da inflação, mas não detalhou qual a proposta exata de aumento real. Já Adolfo Sachsida, coordenador da área econômica do plano de governo do PL, afirmou em rede social que as aposentadorias continuarão vinculadas ao salário mínimo.
Orçamento 2027: governo prevê aumento do salário mínimo para R$ 1.741 no próximo ano
Mudanças no cálculo
No governo do presidente Jair Bolsonaro, até 2022, a equipe econômica comandada pelo economista Paulo Guedes reajustou o salário mínimo com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mas não concedeu aumentos acima da inflação.
Em outubro de 2022, durante a campanha eleitoral daquele ano, Paulo Guedes chegou a afirmar que os benefícios previdenciários seriam “desindexados” do salário mínimo, ou seja, poderiam ter correção diferente — mas negou que fosse para que subissem menos. Alguns dias depois, ele disse que o salário mínimo teria alta real no ano seguinte, em 2023.
Ao assumir o governo, em 2023, Lula retomou a fórmula usada na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, também petista, de conceder o aumento com base na inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes (com aumento real).
Posteriormente, no fim de 2024, a área econômica de Lula aprovou uma alteração na regra, que passou a considerar a inflação do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes (mas limitado a 2,5% de alta real, para se adequar ao limite do chamado arcabouço fiscal).
Diferença de valores
O salário mínimo, atualmente em R$ 1.621, seria de R$ 1.451 neste ano se tivesse sido mantida, de 2023 em diante, a política adotada no governo de Jair Bolsonaro — que não concedeu reajustes acima da inflação. O valor seria R$ 170 menor do que o que vigora atualmente.
O cálculo, que considera o formato anterior de correção do salário mínimo, foi feito pelo g1 e confirmado pela Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, arredondando o valor sempre para cima.
Impacto na renda e na inflação
➡️O aumento real do salário mínimo, ou seja, acima da inflação, tem impacto na renda não somente dos trabalhadores brasileiros, mas também dos aposentados e pensionistas — que, pelas regras atuais, não podem receber um valor abaixo do piso nacional.
“O salário mínimo tem enorme alcance social, servindo de referência direta para trabalhadores assalariados, servidores públicos, beneficiários da Previdência Social, do BPC e do abono salarial, além de influenciar a remuneração de trabalhadores sem carteira assinada. Ao elevar o piso nacional, a política contribuiu para a redução das desigualdades salariais, inclusive entre homens e mulheres, negros e não negros e entre diferentes regiões do país”, avaliou o Dieese, no fim de 2025.
➡️Ao mesmo tempo, por injetar mais recursos na economia, o crescimento real do salário mínimo também estimula o nível de atividade da economia, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB), via aumento da demanda, com impacto positivo na arrecadação federal.
➡️Por outro lado, a alta real do mínimo é um dos principais fatores de pressão sobre as despesas e de desequilíbrio das contas públicas, pois cada R$ 1 de aumento gera uma alta de gastos do governo acima de R$ 400 milhões por ano, pressionando também a inflação.
➡️As contas do governo, por sua vez, registram déficits recorrentes desde 2014. A exceção foi 2022, último ano do governo Bolsonaro.
Analistas consideram, porém, que aquele resultado foi pontual, influenciado pela limitação de precatórios e pelo aumento dos dividendos pagos por estatais. Em 2020, o rombo foi recorde por conta dos gastos extraordinários com a pandemia da Covid-19.
➡️O aumento real do salário mínimo, somado ao crescimento de outras despesas, como gastos dos ministérios (via PEC da transição), o pagamento de precatórios atrasados da gestão Bolsonaro, dos gastos em saúde e educação e da retomada de reajustes de servidores, ajudou a impulsionar a dívida pública — que atingiu 82,9% do PIB em agosto.

Seu café tradicional mudou? Entenda o que está diferente na composição

Seu café tradicional mudou? Entenda o que está diferente na composição
Você reparou se o café coado que faz em casa está diferente? Se a resposta for sim, pode ser porque a indústria mudou a composição dos cafés “tradicional” e “extraforte”, ainda que o sabor tenha ficado praticamente o mesmo.
Esses cafés são produzidos a partir de uma mistura de dois tipos de grão, conhecida como “blend”:
☕ o arábica: considerado mais aromático e preferido pelos brasileiros;
☕ o conilon: mais encorpado e com maior teor de cafeína.
O arábica sempre teve maior participação na composição dos cafés vendidos no país, mas, nos últimos anos, o conilon ganhou espaço, segundo Eric Emiliano, sócio da L.E.K Consulting.
Isso aconteceu porque o arábica ficou mais caro para a indústria. O grão também é mais sensível ao clima e tem sido afetado por altas temperaturas, geadas e chuvas fora de época.
Já o conilon é mais resistente às variações climáticas e se tornou mais atraente para os produtores.
▶️ Quer entender melhor essa história? Confira o vídeo no início da reportagem.
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Perdão de dívidas, aumento do teto e mais funcionários no MEI: veja novas regras e quem tem direito

Senado aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes
O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15) o Projeto de Lei Complementar (PLC) que amplia o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), aumenta a possibilidade de contratação de funcionários e perdoa dívidas de microempreendedores inadimplentes.
A proposta, que agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode beneficiar cerca de 3,6 milhões de empreendedores com débitos junto à União, eliminando dívidas que somam aproximadamente R$ 12,6 bilhões.
Entre as principais mudanças aprovadas pelo Congresso estão:
Perdão de dívidas de MEIs contraídas até 13 de outubro de 2026;
Aumento do limite anual de faturamento para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028;
Possibilidade de contratação de até dois funcionários em determinadas atividades;
O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (14), por 461 votos favoráveis e quatro contrários. Já no Senado, recebeu 78 votos favoráveis e nenhum voto contrário nesta quinta-feira.
Como os senadores mantiveram a versão aprovada pelos deputados, a proposta seguirá diretamente para sanção presidencial.
Segundo o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, o conjunto das medidas pode alcançar cerca de 17,6 milhões de microempreendedores individuais em todo o país.
Paralelamente, o governo também anunciou uma proposta que prevê a concessão de até R$ 5 mil para investimentos em pequenos negócios.
💵 O recurso será não reembolsável, ou seja, não precisará ser devolvido pelo beneficiário.
A medida, porém, ainda não faz parte do projeto aprovado e deverá ser enviada posteriormente aos parlamentares.
➡️ Abaixo, o g1 reuniu os principais pontos do projeto para explicar como vão funcionar o aumento do limite de faturamento, o perdão das dívidas, as novas regras para contratação de funcionários e quando as mudanças devem entrar em vigor.
Perdão de dívidas
Por que o governo decidiu perdoar essas dívidas?
Como vai funcionar o aumento do limite de faturamento?
Contratação de funcionários
Quando as novas regras começam a valer?
Quanto a medida deve custar?
O MEI deve fazer a declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI)
Divulgação/Sebrae
Perdão de dívidas
Entre todas as mudanças aprovadas pelo Congresso, a que deve atingir mais rapidamente os microempreendedores é a anistia das dívidas com a União.
Pelas regras aprovadas, serão perdoados os débitos contraídos até 13 de outubro de 2026. O benefício inclui não apenas o valor principal da dívida, mas também juros, multas e demais encargos.
⚠️ O alcance da medida ainda foi ampliado durante a tramitação. Inicialmente, o projeto previa o perdão apenas para débitos inscritos na Dívida Ativa da União.
O texto aprovado passou a contemplar também dívidas que ainda estão em fase de cobrança administrativa e não foram formalmente inscritas.
De acordo com o Ministério da Fazenda, essa ampliação pode gerar impacto adicional de até R$ 2 bilhões além das estimativas iniciais.
O projeto, no entanto, estabelece algumas condições para que o empreendedor mantenha o benefício.
O MEI deverá manter em dia o pagamento das contribuições com vencimento nos seis meses seguintes à entrada em vigor da nova lei;
Desistir de eventuais ações judiciais que discutam os débitos contemplados pela anistia;
Cumprir as demais regras previstas na legislação para se enquadrar no benefício.
Caso deixe de cumprir essas exigências, o perdão poderá ser cancelado.
O texto também prevê que não haverá cobrança de honorários advocatícios em razão da extinção das ações judiciais relacionadas aos débitos anistiados.
Já os valores pagos anteriormente não serão devolvidos.
Por que o governo decidiu perdoar essas dívidas?
Segundo o governo federal, uma parcela significativa desses débitos possui baixa perspectiva de recuperação.
A avaliação é que o endividamento dos microempreendedores aumentou nos últimos anos, especialmente após a pandemia, dificultando a regularização de milhões de pequenos negócios.
Ao anunciar o pacote, o ministro do Empreendedorismo, Paulo Henrique Pereira, afirmou que a medida busca permitir que esses trabalhadores voltem a atuar de forma regular, ampliando as possibilidades de acesso a crédito e novas oportunidades de negócio.
“Especialmente depois da pandemia, o nível de endividamento dos microempreendedores individuais aumentou muito. Nós tentamos trabalhar muito para reduzir esse endividamento ao longo dos últimos anos […] mas chegamos à conclusão que ou o Estado brasileiro perdoa a dívida dos MEIs, ou a gente não vai vencer esse mal terrível”, declarou.
Como vai funcionar o aumento do limite de faturamento?
Hoje, para permanecer enquadrado como MEI, o empreendedor pode faturar até R$ 80 mil por ano. Pelo texto aprovado pelo Congresso, esse valor passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028.
O teto atual está em vigor desde 2018 e é considerado defasado por representantes do setor, que argumentam que muitos empreendedores acabam limitando as próprias vendas para não ultrapassar o valor permitido.
A mudança permitirá que pequenos negócios cresçam sem precisar migrar tão rapidamente para outra categoria empresarial, que costuma ter mais obrigações tributárias e burocráticas.
Durante a tramitação da proposta, o relator na Câmara, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), afirmou que muitos profissionais acabam recusando oportunidades para evitar desenquadramento.
“Esse MEI hoje às vezes dispensa um contrato para não extrapolar a faixa do MEI.”
O projeto também prevê ajustes que podem permitir que empresas atualmente enquadradas no Simples Nacional voltem à condição de MEI, desde que atendam às exigências previstas na legislação.
Contratação de funcionários
Atualmente, o MEI pode contratar apenas um empregado. Com a nova regra, algumas atividades poderão ter até dois funcionários registrados.
Ela ficou restrita às atividades de indústria, comércio e prestação de serviços no meio rural. Para os demais casos, continua valendo a regra atual, que limita a contratação a apenas um empregado.
💰 O texto estabelece que esses trabalhadores deverão receber exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional.
Segundo o governo, a medida pretende facilitar a expansão dos pequenos negócios e incentivar a geração de empregos formais.
Quando as novas regras começam a valer?
Como os senadores mantiveram a versão aprovada pelos deputados, o projeto não precisará retornar à Câmara e seguirá diretamente para sanção do presidente Lula (PT).
Depois da sanção e da publicação da nova lei, as regras relacionadas ao perdão das dívidas poderão entrar em vigor.
Já o aumento do limite de faturamento ocorrerá de forma escalonada:
R$ 110 mil em 2027;
R$ 140 mil em 2028.
Quanto a medida deve custar?
Segundo estimativas do governo federal, o aumento do limite de faturamento do MEI terá impacto fiscal de:
R$ 1,57 bilhão em 2027;
R$ 3,15 bilhões em 2028;
R$ 3,38 bilhões em 2029.
Já o impacto relacionado ao perdão das dívidas é estimado em cerca de R$ 3 bilhões ao longo de três anos.
De acordo com o Ministério da Fazenda, esse valor deverá ser dividido da seguinte forma:
R$ 1,1 bilhão em 2027;
R$ 1 bilhão em 2028;
R$ 909 milhões em 2029.