INSS não pode negar automaticamente pedido de benefício apto sem permitir complementação de prova
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (22) em alta, com um avanço de 0,45% perto das 9h, cotado a R$ 5,0500. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
A poucos dias das eleições presidenciais no Brasil, investidores repercutem as últimas pesquisas, divulgadas na véspera. O mercado ainda avalia novos balanços corporativos e segue atento às oscilações dos preços do petróleo no mercado internacional.
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▶️ Na reta final das eleições, Flávio Bolsonaro está em empate técnico com Lula. Segundo a pesquisa Quaest divulgada na véspera, enquanto o candidato do PL tem 45% das intenções de voto, o petista tem 44%. A pesquisa também indicou que 44% temem volta da família Bolsonaro ao poder e 42%, mais um mandato de Lula. Mais tarde, uma nova pesquisa Datafolha deve ser divulgada.
▶️ As eleições também voltam o foco para o cenário fiscal. A poucos dias do 2º turno, o governo encaminhou ao Congresso uma PEC que prevê tarifa zero para transporte coletivo aos finais de semana em todo o país. A proposta é destinar R$ 12 bilhões das emendas parlamentares previstas para 2027 para o custeio da medida — 26,8% do total de recursos voltados para emendas.
▶️ No exterior, o petróleo enfrenta mais um dia de alta nesta quinta-feira. Além dos ataques a embarcações no Estreito de Ormuz e da queda maior do que o esperado nos estoques americanos, a Rússia e a Ucrânia voltaram a trocar ataques.
Com isso, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,83% perto das 8h50, cotado a US$ 111,90. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,16%, a US$ 99,25 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar
a
Acumulado da semana: -0,90%;
Acumulado do mês: -2,84%;
Acumulado do ano: -8,41%.
📈Ibovespa
Acumulado da semana: +0,46%
Acumulado do mês: +10,75%;
Acumulado do ano: +28,09%.
Petróleo volta a ficar no radar
As tensões entre os Estados Unidos e o Irã seguem influenciando as cotações do petróleo no mercado internacional. Na véspera, o Teerã informou ao comandante do Exército do Paquistão que não haverá negociações com Washington até que suas exigências sejam atendidas.
As falas reforçam o endurecimento da postura do país em relação às tratativas com os EUA, apesar dos esforços de mediação do Paquistão, seu principal interlocutor.
Segundo o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, Washington não poderá conquistar a confiança de Teerã até que cumpra as sete condições apresentadas pelo país no mês passado para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra.
As condições do Irã incluem, entre outras exigências, o fim do bloqueio dos EUA aos seus portos, o fim das sanções dos EUA às suas exportações de petróleo, bem como o fim das hostilidades em todas as frentes regionais.
Além disso, outro fator que influencia as cotações do petróleo nesta quinta-feira é a nova onda de ataques da Rússia contra a Ucrânia. Os dois países voltaram a trocar ataques, mesmo após os recentes esforços dos EUA para pôr fim ao conflito.
Na véspera, Moscou chegou a afirmar que estaria pronta para retomar as negociações com Kiev, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que espera que as conversas ocorram no início de novembro. Ainda assim, os ataques seguem acontecendo entre os dois países.
Bolsas globais
Na Ásia, a queda foi generalizada entre os índices acionários, à medida que as ações do setor de inteligência artificial registravam perdas, em meio a temores de que o crescimento e as valorizações fossem insustentáveis.
O SSEC, Índice de Xangai, teve queda de 1,48%, enquanto o CSI300, que reúne grandes empresas chinesas, caiu 1,84%. No Japão, o Nikkei recuou 2,67% e o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 3,52%. O Hang Seng, de Hong Kong, teve perdas de 3,03%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas de dólar
Divulgação
Rádio Decidendi discute prescrição do fundo de direito no Tema 1.410 do STJ
Carrefour
Reprodução/TV Globo
O Carrefour Brasil confirmou a venda de 22 imóveis da rede ao fundo imobiliário Pátria Renda Urbana, ligado à gestora Pátria Investimentos.
Após a negociação, a empresa continuará usando os espaços para suas atividades comerciais, mas passará a pagar aluguel para manter as lojas em funcionamento. O valor da transação não foi divulgado.
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➡️ A operação foi submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão responsável por analisar fusões e aquisições de empresas no Brasil e ainda depende de aprovação.
Agora no g1
Como funciona o negócio
A transação segue o modelo conhecido como sale and leaseback, onde uma empresa vende um imóvel e, em seguida, aluga o mesmo espaço para continuar usando-o.
Na prática, o Carrefour recebe o dinheiro da venda dos imóveis, enquanto o fundo Pátria passa a ser dono das propriedades e recebe os pagamentos de aluguel.
A operação não prevê a transferência das atividades comerciais para outra empresa. Segundo a documentação enviada ao Cade, o grupo Carrefour continuará operando nos endereços após a venda dos imóveis.
A estratégia permite que a companhia libere recursos que estavam aplicados em patrimônio imobiliário. O Carrefour, porém, não informou como pretende usar o dinheiro obtido com a transação.
Ao g1, a empresa afirmou que a operação faz parte de sua estratégia para destravar valor de seu portfólio imobiliário.
Procurado, o Patria ainda não se manifestou.
Carrefour também vendeu 21 lojas para o Grupo Pereira
Em outra operação, num modelo diferente, o Carrefour vendeu 21 lojas da bandeira Carrefour Bairro para o Grupo Pereira, rede catarinense de varejo alimentar, em um negócio estimado em R$ 360 milhões. Negócio foi anunciado no fim de setembro e aprovado pelo Cade no último dia 7 de outubro.
A transação inclui ainda nove drogarias e três postos de combustíveis. As unidades devem passar a operar sob a bandeira Comper.
A diferença entre os dois negócios está no que foi vendido. Na operação com o Grupo Pereira, houve a transferência das lojas e de suas atividades comerciais para outra empresa.
Já no acordo com o Pátria, o Carrefour vende os imóveis, mas continua operando nos mesmos endereços e passa a pagar aluguel pelo uso dos espaços.
Carrefour lidera ranking do varejo alimentar no Brasil
O Grupo Carrefour Brasil é a maior empresa do varejo alimentar do país, segundo o Ranking ABRAS 2026, elaborado pela Associação Brasileira de Supermercados em parceria com a NielsenIQ.
A companhia registrou faturamento de R$ 123,6 bilhões em 2025, à frente do Assaí Atacadista, que somou R$ 84,7 bilhões, e do Grupo Mateus, com R$ 43,6 bilhões.
No Brasil, o grupo reúne diferentes formatos de negócio, incluindo o Atacadão, a rede de atacarejo, além de supermercados Carrefour, Sam’s Club e lojas de proximidade.
Carrefour lidera ranking das maiores empresas de varejo alimentar
g1
Entender Direito: quem julga quem nas eleições?