Governo divulga lotes de 4 marcas de azeites considerados impróprios para o consumo; veja quais

Entenda as fraudes de azeite mais comuns no Brasil
Quatro marcas de azeite foram desclassificadas por fraude, divulgou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira (12). São elas a Royal, a Godio, a La Vitta e a Santa Lucia.
Segundo nota do governo, os produtos não atendem aos padrões de identidade e qualidade estabelecidos pela legislação.
As amostras coletadas apontaram a presença de óleos vegetais de outras espécies na composição, o que caracteriza fraude. Por isso, elas são consideradas impróprias para consumo.
As 4 marcas foram desclassificadas e tiveram o recolhimento determinado.

O g1 entrou em contato com as empresas, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja outras marcas que já tiveram lotes proibidos em 2025
O que fazer se encontrar essas marcas no supermercado?
Comercializar os azeites fraudados constitui infração grave e os estabelecimentos que fazem a venda podem ser responsabilizados, informa o Ministério da Agricultura.
Caso a compra já tenha sido realizada, o governo orienta que o consumo seja interrompido imediatamente e que seja solicitada uma substituição, prevista pelo Código de Defesa do Consumidor.
Denúncias sobre a venda desses produtos podem ser registradas no canal oficial Fala.BR.
Ministério da Agricultura dá algumas pistas para encontrar um azeite de qualidade
Arte/g1
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De onde vem o azeite

Banco do Brasil tem lucro de R$ 3,8 bilhões no 3º trimestre, queda anual de 60%

Agência do Banco do Brasil
Divulgação
O Banco do Brasil (BB) reportou nesta quarta-feira (12) lucro líquido gerencial de R$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre, queda de 60,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
O ganho, registrado em um período de forte redução do retorno sobre o patrimônio, ficou acima da expectativa dos analistas, de R$ 3,6 bilhões.
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O lucro contábil, por sua vez, totalizou R$ 3 bilhões, queda de 0,2% na comparação trimestral e de 66% em um ano.
O banco também informou nesta quarta que revisou sua projeção anual de lucro, que passou da faixa de R$ 21 bilhões a R$ 25 bilhões para a de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões.
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Já o custo do crédito foi ajustado para a faixa de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões, frente aos R$ 53 bilhões a R$ 56 bilhões previstos anteriormente.
A margem financeira bruta do BB atingiu R$ 26,4 bilhões no terceiro trimestre, alta 5,1% na comparação trimestral e de 1,9% na anual.
Enquanto isso, a carteira de crédito expandida atingiu R$ 1,28 trilhão, avanço de 7,5% nos últimos 12 meses e retração de 1,2% no trimestre.
Segundo o banco, a inadimplência acima de 90 dias encerrou setembro em 4,93%, uma alta de 0,72 ponto percentual na comparação com junho.
Já a inadimplência da carteira agro atingiu 5,34%, aumento de 1,85 ponto, principalmente na cultura da soja e nas regiões Centro-Oeste e Sul do país, informou o Banco do Brasil, que também citou o efeito dos pedidos de recuperação judicial no segmento.
* Com informações da agência de notícias Reuters.