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Nosso Campo ensina a fazer uma torta francesa de frutas
Reprodução / TV TEM
O Nosso Campo deste domingo (2) ensina a preparar uma deliciosa torta francesa de frutas. Saiba como fazer:
Ingredientes:
Para a massa:
400 g de farinha de trigo;
2 colheres de sopa de açúcar;
2 pitadas de sal;
200 g de manteiga gelada em cubos;
1 ovo;
2 colheres de sopa de água fria;
1 gema para pincelar.
Para o recheio:
250 g de morangos cortados ao meio;
150 g de mirtilos;
2 maçãs em cubos;
2 colheres de sopa de amido de milho;
4 colheres de sopa de açúcar;
suco e raspas de ½ limão pequeno;
kiwi, morangos e hortelã para decorar.
Modo de preparo
Massa
Misture a farinha, a manteiga, o açúcar e o sal até formar uma massa firme;
Para dar consistência, adicione o ovo batido e misture;
Coloque a massa em um saco plástico e leve para a geladeira por 30 minutos.
Geleia
Misture os ingredientes e leve para uma panela em fogo médio para alto;
Mexa em torno de 10 minutos, até as frutas começarem a se dissolver;
Leve para gelar.
Montagem
Em papel manteiga, abra a massa primeiro com a mão e depois com o rolo até chegar na espessura de meio dedo;
Com o auxílio de uma tampa redonda, marque e corte a massa;
Faça cortes nas extremidades da massa;
Espalhe a geléia pelo centro da massa;
Dobre as extremidades da massa uma por cima da outra, formando uma cesta por cima da geleia;
Pincele a gema por cima da massa;
Leve a torta em um forno preaquecido a 180° por 30 minutos;
Decore com o kiwi, os morangos e a hortelã.
Veja a reportagem exibida no programa em 2/8/2026:
Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma torta francesa de frutas
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Corte Especial abre segundo semestre forense com sessão na segunda-feira (3), às 9h
Tapiraí tenta recuperar a produção de gengibre após uma doença reduzir a produtividade.
Reprodução / TV TEM
Tapiraí (SP), conhecida como a capital paulista do gengibre, tenta recuperar a produção após uma doença que afetou sementes e reduziu a produtividade. A cidade é responsável por 80% do gengibre cultivado no estado.
Com apoio da prefeitura e do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), produtores locais passaram a adotar novas técnicas. Segundo Eliane Fabri, pesquisadora do IAC, práticas como análise de solo já mostram resultados positivos. “São ferramentas que não eram usadas pelos produtores e agora ajudam a melhorar a produtividade”, explicou.
Atualmente, Tapiraí tem cerca de 500 hectares de gengibre cultivados por pequenos agricultores, muitos deles em terras arrendadas. O rizoma, parte da raiz, é usado como semente para o próximo ciclo. A escolha de raízes mais saudáveis fortalece a planta.
Para preservar o solo, os produtores fazem rotação de culturas, alternando gengibre e inhame. A previsão para 2026 é colher 30 toneladas por hectare. Hoje, a caixa de 18 quilos é vendida por R$ 60, valor 33% menor que em 2025.
Entre tradição e inovação, a família Fernandes cultiva gengibre há mais de 30 anos. Fernando Fernandes, que coordena a produção, espera colher 39 toneladas. Para ele, o uso de tecnologias garante um produto mais valorizado.
Já Hélio Tiago de Oliveira, produtor e presidente de uma associação criada para fortalecer o setor, destaca a importância da união. “A parceria e a insistência dos produtores são fundamentais para retomar o destaque do gengibre de Tapiraí”, afirmou.
Veja a reportagem exibida no programa em 2/8/2026:
Parceria busca recuperar produção de gengibre em Tapiraí
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Usinas da região de Rio Preto (SP) trabalham 24h por dia na colheita da cana.
Reprodução / TV TEM
Os canaviais da região de São José do Rio Preto (SP) estão em período de colheita intensa, com uma demanda acima das expectativas. Propriedades rurais e usinas mantêm atividades ininterruptas, funcionando 24 horas por dia. O alto volume de chuvas, aliado à boa distribuição, favorece uma produção em larga escala.
Em Tabapuã (SP), uma usina com mais de 70 anos de história bateu recorde de produção, com expectativa de moer 14 mil toneladas de cana por dia. Segundo Luciano Garcia, coordenador de colheita e transporte da usina, o planejamento inicial previa cerca de 2,9 milhões de toneladas até o fim de novembro. No entanto, graças às chuvas, a produção pode alcançar 3,05 milhões de toneladas, representando um aumento de aproximadamente 5%.
A usina conta com 340 funcionários distribuídos em três turnos. Diariamente, cerca de 30 caminhões chegam carregados de cana-de-açúcar, destinada à produção de açúcar e etanol.
Já em Novo Horizonte (SP), uma propriedade rural projeta superar a safra anterior, com crescimento estimado entre 15% e 20%. O produtor William Semensato afirma que a expectativa até o fim da safra é de 50 mil toneladas — 10 mil a mais do que o previsto inicialmente.
A equipe, composta por 15 funcionários, trabalha quase 24 horas por dia para atender à elevada demanda da colheita atual.
Veja a reportagem exibida no programa em 2/8/2026:
Colheita de cana-de-açúcar no interior paulista demanda três turnos de trabalho
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