Mega-Sena: aposta única de Santa Catarina ganha quase R$ 58 milhões; confira os números sorteados

G1 | Loterias – Mega-Sena 3048
O sorteio do concurso da Mega-Sena foi realizado neste domingo (23), em São Paulo.
Uma aposta única de Blumenau, em Santa Catarina, acertou os seis números e levou o prêmio de R$ 57.261.598,09.
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Veja os números sorteados: 44 – 06 – 27 – 50 – 02 – 39
Setenta e seis apostas fizeram cinco acertos e levaram R$ 34.212,24. Outras 4.346 apostas acertaram quatro números, com prêmio de R$ 986,17.
Números sorteados no concurso 3048 da Mega-sena, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ Caixa
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-Sena?
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e o tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1

Como pesquisas militares dos EUA viraram base para os cães-robôs da China

Cães-robôs sobem escadas em demonstração na China, em 21 de março de 2025
REUTERS/Florence Lo
A chinesa Unitree Robotics, uma das maiores fabricantes de robôs humanoides e quadrúpedes do mundo, baseou o design de seus cães-robôs em tecnologias desenvolvidas com financiamento dos militares dos Estados Unidos, segundo um ex-integrante da área de tecnologia de defesa americana e três pesquisadores envolvidos no projeto. As informações são da agência de notícias Reuters.
O modelo Go2, lançado em 2023 e vendido por cerca de US$ 1.600 (R$ 8.322,24), ajudou a Unitree a conquistar rapidamente espaço no mercado global de robôs quadrúpedes. O interesse pela empresa também impulsionou sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em Xangai.
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Outro robô da Unitree apareceu em imagens exibidas pela televisão estatal chinesa transportando uma arma e acompanhando tropas do Exército de Libertação Popular (ELP) durante um exercício militar.
Segundo pesquisadores ouvidos pela Reuters, esses robôs utilizam avanços na locomoção de máquinas quadrúpedes financiados pelo Laboratório de Pesquisa do Exército dos EUA e por outros programas militares americanos.
Agora no g1
O projeto financiado pelo Exército acabou servindo de base para o primeiro robô da Unitree produzido em escala comercial relevante, afirmou Gavin Kenneally.
Ben Katz, que trabalhava no Laboratório de Robótica Biomimética do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), integrante de um consórcio de universidades financiado por programas militares dos EUA, afirmou que as dimensões da popular série Go da Unitree eram praticamente idênticas às de um robô que ele ajudou a desenvolver, chamado Mini Cheetah.
O caso evidencia dificuldades mais amplas dos Estados Unidos para competir com a capacidade industrial chinesa em setores estratégicos de alta tecnologia, incluindo áreas consideradas essenciais para a segurança nacional.
Apoiadas por subsídios estatais, polos industriais especializados e maior disposição para operar com margens reduzidas ou prejuízos prolongados, empresas chinesas ampliaram sua participação em mercados como os de painéis solares, drones, veículos elétricos e comunicações quânticas. Muitas dessas tecnologias tiveram suas origens em pesquisas apoiadas por governos ou forças armadas dos EUA.
Kenneally transformou parte desses avanços em produtos comerciais por meio da Ghost Robotics, empresa que fornece robôs para forças especiais dos Estados Unidos. Ainda assim, sua operação continua menor e mais cara do que a da Unitree.
Em junho, o Pentágono incluiu a Unitree em uma lista de empresas ligadas ao setor militar chinês, classificando-a como uma “contribuinte para a base industrial de defesa chinesa”. A medida não equivale a uma sanção, mas pode restringir o uso futuro da tecnologia da empresa pelas Forças Armadas dos EUA. A Unitree afirma que seus robôs são destinados a aplicações civis.
A Unitree, o Conselho de Estado da China e o Ministério da Defesa chinês não responderam aos pedidos de comentário feitos pela Reuters.
Segundo os pesquisadores ouvidos pela agência de notícias, a Unitree não agiu de forma inadequada ao utilizar pesquisas financiadas pelo Exército dos EUA. Os resultados do programa foram publicados abertamente para estimular avanços na área, uma prática comum no meio acadêmico.
A porta-voz do Laboratório de Pesquisa do Exército, Amanda Ligon, afirmou que a pesquisa fortaleceu o setor de robótica dos Estados Unidos como um todo e serviu de base para trabalhos posteriores nos setores público e privado.
O laboratório encaminhou as perguntas sobre a utilização comercial da tecnologia pela Unitree ao Pentágono, que se recusou a comentar.
Como a China ganhou escala na robótica
A Unitree vendeu mais de 5.500 robôs humanoides e 18 mil robôs quadrúpedes no ano passado, segundo documentos da empresa, e atualmente é avaliada em cerca de US$ 9 bilhões antes de sua estreia na bolsa de valores, prevista para quarta-feira.
Em contrapartida, nenhuma empresa dos Estados Unidos conseguiu produzir robôs desse tipo em larga escala, incluindo a Tesla, de Elon Musk, que há anos apresenta protótipos de seu robô humanoide Optimus.
A Boston Dynamics, fabricante do robô Spot, afirmou recentemente em audiência no Congresso que os preços praticados por empresas chinesas podem expulsar concorrentes americanos do mercado.
Nenhum dos pesquisadores entrevistados pela Reuters defendeu que pesquisas financiadas pelo governo fossem mantidas em segredo. Em vez disso, eles argumentaram que os formuladores de políticas públicas deveriam criar condições para que empresas americanas transformem rapidamente esses avanços em produtos competitivos.
O Laboratório de Pesquisa do Exército também afirmou que a divulgação dos resultados é importante para o avanço científico e tecnológico.
Os EUA continuam se destacando em inovação e desenvolvimento de software, mas precisam de capital, infraestrutura industrial, mão de obra qualificada e cadeias de suprimentos robustas para transformar essas inovações em produção em larga escala, afirmou Vijay Kumar, reitor da Faculdade de Engenharia da Universidade da Pensilvânia.
Por ora, as autoridades americanas têm recorrido principalmente a restrições comerciais para proteger empresas nacionais da concorrência chinesa. Em julho, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) proibiu a importação de futuros modelos de robôs humanoides e quadrúpedes fabricados no exterior, incluindo os da Unitree. A China respondeu à medida com ameaças de retaliação.
A embaixada da China em Washington afirmou, em comunicado, que as empresas chinesas estão ajudando a tornar novas tecnologias mais acessíveis em todo o mundo. O governo chinês também acusou os Estados Unidos de abuso de poder administrativo e de promover “distorção de mercado e intimidação unilateral”.
A maioria dos especialistas ouvidos pela Reuters apoiou as restrições impostas pelos Estados Unidos, mas afirmou que essa política, sozinha, não é suficiente para construir uma indústria capaz de competir com a China.
“Esta não é apenas uma disputa entre empresas americanas e chinesas de robótica”, disse Kenneally, fundador da Ghost Robotics. “É uma disputa entre empresas privadas dos Estados Unidos e uma estratégia industrial coordenada pelo governo chinês.”
Em 2015, o presidente chinês Xi Jinping lançou um plano de dez anos para transformar a China em líder em setores como energia verde, veículos elétricos e robótica. Desde então, o país tem direcionado grandes volumes de capital para a manufatura avançada, muitas vezes aceitando margens de lucro reduzidas para ganhar escala.
A rapidez com que fabricantes chineses conseguem reproduzir e adaptar novas tecnologias está ligada ao domínio do país no refino de minerais críticos usados em ímãs para robótica, além da concentração de fornecedores de motores, engrenagens, atuadores — componentes que funcionam como os “músculos” dos robôs — e outras peças na região de Hangzhou, onde fica a sede da Unitree.
Reyk Knuhtsen, analista de robótica da SemiAnalysis, classificou a dificuldade dos Estados Unidos em transformar pesquisas nacionais em produtos comerciais como uma “oportunidade perdida”.
Segundo ele, parte do problema está na preferência de investidores americanos por startups de software com retorno mais rápido. Na sua avaliação, barreiras comerciais contra a China não serão suficientes para impulsionar a fabricação de robôs.
“Este é um desafio enorme para os Estados Unidos”, afirmou.
A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentário sobre a política industrial dos Estados Unidos. Um porta-voz da FCC afirmou que a agência busca proteger os americanos de ameaças estrangeiras e preparar o país “para cumprir a visão do presidente Trump de liderar o mundo na próxima geração de tecnologias”.
Jaret Riddick, ex-diretor do Laboratório de Pesquisa do Exército e responsável pelo projeto de robótica financiado pelos militares, afirmou que a iniciativa ajudou a impulsionar a indústria americana de robôs quadrúpedes. Mas, sem incentivos para ampliar a produção em larga escala, a Unitree “simplesmente monopolizou esse mercado”, disse.
Ensinando novos truques a cães-robôs
O Exército dos Estados Unidos financiou a Aliança de Tecnologia Colaborativa em Robótica (RCTA, na sigla em inglês) entre 2010 e 2020.
A iniciativa reuniu pesquisadores do governo, universidades e empresas, incluindo profissionais da Universidade da Pensilvânia, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), da Boston Dynamics, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA e de outras instituições de pesquisa. O principal parceiro industrial foi a General Dynamics Land Systems, fabricante dos tanques Abrams M1.
Em 2016, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, entre eles Kenneally, substituíram pesados sistemas centrais de engrenagens por motores instalados diretamente nas pernas dos robôs.
A mudança aumentou a capacidade das máquinas de perceber e reagir ao terreno. O avanço se baseou em pesquisas anteriores do MIT financiadas pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA).
Em 2019, o laboratório do MIT apresentou o Mini Cheetah, que incorporava características desenvolvidas na Universidade da Pensilvânia e se destacava pela maior resistência e pela capacidade de executar cambalhotas para trás.
Katz afirmou que, poucos meses após publicar sua dissertação sobre os atuadores do Mini Cheetah, já encontrou cópias dos componentes sendo vendidas por fabricantes chineses.
A Unitree havia sido fundada três anos antes por Wang Xingxing, então com 26 anos. Em sua dissertação de mestrado de 2016, analisada pela Reuters, Wang citou pesquisas do MIT, incluindo versões anteriores do projeto Cheetah, e mencionou aplicações futuras em áreas como defesa, segurança, uso doméstico e educação.
Em seu site, a Unitree afirma ter desenvolvido internamente componentes como motores, sistemas de transmissão, controladores e até alguns sensores utilizados em seus robôs quadrúpedes.
João Ramos, que pesquisava no laboratório do MIT na mesma época que Katz, afirmou que a Unitree reproduziu elementos do formato, da estrutura e do projeto do Mini Cheetah. Ainda assim, reconheceu o mérito da empresa por ter realizado um trabalho sólido de engenharia para transformar a tecnologia em um produto fabricado em larga escala.
“A implementação prática e a transformação dessa tecnologia em um produto comercial foram mérito deles”, afirmou Ramos.
Cães-robôs no campo militar
Robôs bípedes ainda não são amplamente utilizados em operações militares, mas as Forças Armadas dos Estados Unidos e da China já testaram esse tipo de aplicação.
Em outubro, quadrúpedes da série Robot Wolf, desenvolvidos por outra empresa chinesa, apareceram em reportagens da mídia estatal sobre exercícios que simulavam desembarques militares em praias realizados pelo Exército de Libertação Popular.
A Unitree afirma publicamente que seus produtos têm finalidade civil. Em 2022, a empresa assinou uma carta aberta, ao lado de fabricantes de robôs de outros países, comprometendo-se a não transformar essas máquinas em armas, citando riscos de danos e preocupações éticas.
Apesar disso, a televisão estatal chinesa exibiu imagens de robôs Go2 da Unitree acompanhando tropas do país e de uma versão modificada do modelo B1 disparando um fuzil de assalto acoplado à estrutura da máquina.
Em setembro de 2023, o Exército dos Estados Unidos recebeu uma autorização especial para contornar exigências federais que priorizam a compra de produtos fabricados no país e adquirir dois robôs Unitree Go2.
Registros oficiais classificavam os equipamentos como ferramentas importantes diante da falta de alternativas americanas disponíveis em escala comercial e com qualidade considerada satisfatória. A Reuters não conseguiu confirmar se a compra foi concluída.
Ainda naquele mês, os fuzileiros navais dos Estados Unidos realizaram testes para acoplar um lançador de foguetes a um robô Go1 e permitir disparos remotos.
A Ghost Robotics, fundada por Kenneally, já entregou cerca de mil robôs Vision 60, principalmente para clientes militares e governamentais. Os equipamentos são usados em tarefas de vigilância e busca em ambientes considerados hostis.
O primeiro cliente da empresa foi o Comando de Guerra Especial da Marinha dos Estados Unidos, responsável pelas equipes SEAL.
Alguns componentes do Vision 60, vendido por mais de US$ 165 mil, ainda são fabricados na China, embora a empresa tenha buscado diversificar sua cadeia de fornecedores. Em comparação, a Unitree comercializa sua série B nos Estados Unidos por menos de US$ 100 mil.
Há dois anos, a Ghost Robotics transferiu o fornecimento de motores da China para a Coreia do Sul. Ainda assim, a empresa enfrenta dificuldades para substituir ímãs produzidos por fabricantes chineses e alguns componentes metálicos, segundo Kenneally.
Segundo Kenneally, a única forma de reduzir a dependência da cadeia de suprimentos chinesa é ampliar o fornecimento por países aliados que possuam capacidade produtiva inexistente hoje nos Estados Unidos.
Em 2024, a sul-coreana LIG Defense & Aerospace adquiriu 60% da Ghost Robotics por US$ 240 milhões. Segundo Kenneally, a empresa também avalia a possibilidade de produzir equipamentos em Taiwan.
“Precisamos trabalhar em estreita colaboração com nossos aliados”, afirmou. “Não existe um caminho viável sem eles.”

Google, Apple e mais: veja como é trabalhar nas empresas mais valiosas no mundo

Veja as 10 profissões mais valorizadas da tecnologia
Estar entre as empresas mais valiosas do mundo não significa automaticamente ser o melhor lugar para construir uma carreira.
É o que mostra um estudo do Burning Glass Institute e da Schultz Family Foundation, que analisou a trajetória profissional de 12 milhões de trabalhadores em 1.750 grandes empresas dos Estados Unidos entre 2019 e 2024.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O levantamento, chamado Where You Work Matters 2026, utilizou informações de plataformas como LinkedIn e Glassdoor para avaliar três fatores principais: as chances de promoção nos primeiros cinco anos de carreira, a retenção de funcionários e a remuneração oferecida.
A partir desses indicadores, o estudo concedeu selos às empresas mais bem avaliadas em diferentes categorias.
São eles:
🏆 Overall Employer (Avaliação Geral): mede o desempenho da empresa considerando simultaneamente crescimento profissional, estabilidade e oportunidades de carreira.
📈 Growth (Crescimento): avalia as chances de promoção e progressão profissional dos funcionários.
🛡️ Stability (Estabilidade): mede a capacidade da empresa de reter trabalhadores por mais tempo.
🌱 Early Career (Início de Carreira): identifica as empresas que oferecem melhores oportunidades para profissionais nos primeiros anos de atuação.
Os resultados são classificados em dois níveis:
🏆 Platinum: grupo de elite do levantamento, que reúne as empresas com melhor desempenho em cada categoria.
🥇 Gold: empresas com desempenho acima da média, mas abaixo do grupo Platinum.
Para esta reportagem, o g1 fez um recorte das 10 empresas mais valiosas do mundo, segundo levantamento da Forbes. Oito delas aparecem no estudo: Nvidia, Apple, Alphabet (controladora do Google), Microsoft, Amazon, Broadcom, Meta e Tesla.
As empresas mais valiosas do mundo onde é melhor construir carreira
O resultado reforça uma das principais conclusões da pesquisa: o tamanho ou o prestígio da marca não são suficientes para explicar a qualidade da experiência profissional. O que faz diferença é a capacidade de oferecer oportunidades concretas de desenvolvimento ao longo do tempo.
Escritório do Google em São Paulo
Divulgação/Google
Abaixo, veja detalhes sobre a avaliação das empresas:
Microsoft
A Microsoft aparece como o principal destaque do grupo analisado. A empresa, conhecida por produtos como Windows, Office, Azure e Xbox, recebeu os seguintes reconhecimentos:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Early Career Gold Employer
O conjunto de selos indica um desempenho equilibrado em praticamente todos os indicadores analisados, combinando oportunidades de crescimento, retenção de talentos e boas perspectivas para profissionais em início de carreira.
Amazon
Além de controlar a maior plataforma de comércio eletrônico do mundo, a companhia é proprietária da AWS, uma das maiores empresas globais de computação em nuvem. A empresa recebeu:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Early Career Gold Employer
O próprio levantamento aponta a Amazon como um dos exemplos mais bem-sucedidos na combinação de salários elevados, oportunidades de promoção e retenção de funcionários. Entre engenheiros de software, a companhia aparece entre os maiores destaques de todo o estudo.
Google
Controlada pela Alphabet, a empresa é responsável por serviços como Google Search, YouTube, Android e Google Cloud. A companhia recebeu:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Tesla
A Tesla, fabricante de veículos elétricos e tecnologias de energia limpa, ficou logo atrás das três líderes. A empresa conquistou:
Overall Platinum Employer
Early Career Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Gold Employer
O principal diferencial está nas oportunidades oferecidas para profissionais em início de carreira.
Apple
Fabricante do iPhone, iPad, Mac e de uma ampla gama de serviços digitais, a Apple recebeu os seguintes reconhecimentos:
Overall Gold Employer
Stability Platinum Employer
Segundo os pesquisadores, os funcionários da Apple costumam receber bons salários e permanecem por mais tempo na companhia, mas as promoções acontecem com menos frequência quando comparadas às observadas em outras gigantes de tecnologia.
O caso mostra que uma empresa pode oferecer excelente estabilidade sem necessariamente liderar os indicadores de crescimento profissional.
Meta
Controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta recebeu:
Overall Gold Employer
Stability Platinum Employer
A análise aponta que a retenção de funcionários é um dos principais pontos fortes da empresa. Por outro lado, os resultados ligados a promoções aparecem em níveis mais moderados, variando consideravelmente de acordo com a função exercida.
Nvidia
A Nvidia vive um dos momentos mais importantes de sua história e atualmente lidera o ranking global de valor de mercado graças à demanda por chips de inteligência artificial. No levantamento sobre carreira, recebeu:
Gold Employer
Stability Gold Employer
A empresa se destaca principalmente pela combinação entre remuneração competitiva e estabilidade, características que ajudam a explicar sua reputação como empregadora em um setor marcado pela intensa disputa por talentos.
Ao mesmo tempo, trabalhar na companhia significa atuar em um ambiente extremamente competitivo e pressionado pela rápida expansão do mercado de IA.
Broadcom
A Broadcom, fabricante de semicondutores e softwares de infraestrutura, foi a única entre as gigantes analisadas que não recebeu nenhum selo corporativo geral. Ainda assim, isso não significa que seja necessariamente um lugar ruim para trabalhar.
O estudo mostra que diversas carreiras específicas receberam avaliações positivas, especialmente na categoria relacionada ao crescimento profissional. Entre os destaques estão:
Engenheiros de sistemas e segurança (Platinum)
Especialistas de suporte ao usuário (Platinum)
Gerentes de projetos de TI (Platinum)
Engenheiros de software (Gold)
Analistas de sistemas de TI (Gold)
Outras pesquisas
Além de comparar grandes empresas, o levantamento chama atenção para um aspecto frequentemente ignorado por candidatos e profissionais: a diferença entre salário, crescimento e estabilidade.
Segundo os pesquisadores, algumas empresas conseguem atrair trabalhadores oferecendo remunerações elevadas, mas apresentam resultados mais fracos em promoções e retenção. A Goldman Sachs e a Deloitte foram citadas como exemplos desse fenômeno em diversas funções técnicas.
A pesquisa também constatou que existe uma diferença média de 81 pontos percentuais entre as funções com melhor e pior desempenho em promoção e retenção dentro das empresas analisadas.
Para os autores, isso significa que olhar apenas para o salário ou para o prestígio da marca pode esconder uma parte importante da história.

Google, Apple e mais: veja como é trabalhar nas empresas mais valiosas no mundo

Veja as 10 profissões mais valorizadas da tecnologia
Estar entre as empresas mais valiosas do mundo não significa automaticamente ser o melhor lugar para construir uma carreira.
É o que mostra um estudo do Burning Glass Institute e da Schultz Family Foundation, que analisou a trajetória profissional de 12 milhões de trabalhadores em 1.750 grandes empresas dos Estados Unidos entre 2019 e 2024.
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O levantamento, chamado Where You Work Matters 2026, utilizou informações de plataformas como LinkedIn e Glassdoor para avaliar três fatores principais: as chances de promoção nos primeiros cinco anos de carreira, a retenção de funcionários e a remuneração oferecida.
A partir desses indicadores, o estudo concedeu selos às empresas mais bem avaliadas em diferentes categorias.
São eles:
🏆 Overall Employer (Avaliação Geral): mede o desempenho da empresa considerando simultaneamente crescimento profissional, estabilidade e oportunidades de carreira.
📈 Growth (Crescimento): avalia as chances de promoção e progressão profissional dos funcionários.
🛡️ Stability (Estabilidade): mede a capacidade da empresa de reter trabalhadores por mais tempo.
🌱 Early Career (Início de Carreira): identifica as empresas que oferecem melhores oportunidades para profissionais nos primeiros anos de atuação.
Os resultados são classificados em dois níveis:
🏆 Platinum: grupo de elite do levantamento, que reúne as empresas com melhor desempenho em cada categoria.
🥇 Gold: empresas com desempenho acima da média, mas abaixo do grupo Platinum.
Para esta reportagem, o g1 fez um recorte das 10 empresas mais valiosas do mundo, segundo levantamento da Forbes. Oito delas aparecem no estudo: Nvidia, Apple, Alphabet (controladora do Google), Microsoft, Amazon, Broadcom, Meta e Tesla.
As empresas mais valiosas do mundo onde é melhor construir carreira
O resultado reforça uma das principais conclusões da pesquisa: o tamanho ou o prestígio da marca não são suficientes para explicar a qualidade da experiência profissional. O que faz diferença é a capacidade de oferecer oportunidades concretas de desenvolvimento ao longo do tempo.
Escritório do Google em São Paulo
Divulgação/Google
Abaixo, veja detalhes sobre a avaliação das empresas:
Microsoft
A Microsoft aparece como o principal destaque do grupo analisado. A empresa, conhecida por produtos como Windows, Office, Azure e Xbox, recebeu os seguintes reconhecimentos:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Early Career Gold Employer
O conjunto de selos indica um desempenho equilibrado em praticamente todos os indicadores analisados, combinando oportunidades de crescimento, retenção de talentos e boas perspectivas para profissionais em início de carreira.
Amazon
Além de controlar a maior plataforma de comércio eletrônico do mundo, a companhia é proprietária da AWS, uma das maiores empresas globais de computação em nuvem. A empresa recebeu:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Early Career Gold Employer
O próprio levantamento aponta a Amazon como um dos exemplos mais bem-sucedidos na combinação de salários elevados, oportunidades de promoção e retenção de funcionários. Entre engenheiros de software, a companhia aparece entre os maiores destaques de todo o estudo.
Google
Controlada pela Alphabet, a empresa é responsável por serviços como Google Search, YouTube, Android e Google Cloud. A companhia recebeu:
Overall Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Platinum Employer
Tesla
A Tesla, fabricante de veículos elétricos e tecnologias de energia limpa, ficou logo atrás das três líderes. A empresa conquistou:
Overall Platinum Employer
Early Career Platinum Employer
Growth Platinum Employer
Stability Gold Employer
O principal diferencial está nas oportunidades oferecidas para profissionais em início de carreira.
Apple
Fabricante do iPhone, iPad, Mac e de uma ampla gama de serviços digitais, a Apple recebeu os seguintes reconhecimentos:
Overall Gold Employer
Stability Platinum Employer
Segundo os pesquisadores, os funcionários da Apple costumam receber bons salários e permanecem por mais tempo na companhia, mas as promoções acontecem com menos frequência quando comparadas às observadas em outras gigantes de tecnologia.
O caso mostra que uma empresa pode oferecer excelente estabilidade sem necessariamente liderar os indicadores de crescimento profissional.
Meta
Controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta recebeu:
Overall Gold Employer
Stability Platinum Employer
A análise aponta que a retenção de funcionários é um dos principais pontos fortes da empresa. Por outro lado, os resultados ligados a promoções aparecem em níveis mais moderados, variando consideravelmente de acordo com a função exercida.
Nvidia
A Nvidia vive um dos momentos mais importantes de sua história e atualmente lidera o ranking global de valor de mercado graças à demanda por chips de inteligência artificial. No levantamento sobre carreira, recebeu:
Gold Employer
Stability Gold Employer
A empresa se destaca principalmente pela combinação entre remuneração competitiva e estabilidade, características que ajudam a explicar sua reputação como empregadora em um setor marcado pela intensa disputa por talentos.
Ao mesmo tempo, trabalhar na companhia significa atuar em um ambiente extremamente competitivo e pressionado pela rápida expansão do mercado de IA.
Broadcom
A Broadcom, fabricante de semicondutores e softwares de infraestrutura, foi a única entre as gigantes analisadas que não recebeu nenhum selo corporativo geral. Ainda assim, isso não significa que seja necessariamente um lugar ruim para trabalhar.
O estudo mostra que diversas carreiras específicas receberam avaliações positivas, especialmente na categoria relacionada ao crescimento profissional. Entre os destaques estão:
Engenheiros de sistemas e segurança (Platinum)
Especialistas de suporte ao usuário (Platinum)
Gerentes de projetos de TI (Platinum)
Engenheiros de software (Gold)
Analistas de sistemas de TI (Gold)
Outras pesquisas
Além de comparar grandes empresas, o levantamento chama atenção para um aspecto frequentemente ignorado por candidatos e profissionais: a diferença entre salário, crescimento e estabilidade.
Segundo os pesquisadores, algumas empresas conseguem atrair trabalhadores oferecendo remunerações elevadas, mas apresentam resultados mais fracos em promoções e retenção. A Goldman Sachs e a Deloitte foram citadas como exemplos desse fenômeno em diversas funções técnicas.
A pesquisa também constatou que existe uma diferença média de 81 pontos percentuais entre as funções com melhor e pior desempenho em promoção e retenção dentro das empresas analisadas.
Para os autores, isso significa que olhar apenas para o salário ou para o prestígio da marca pode esconder uma parte importante da história.

Simples Nacional muda em 2027: empresas têm até setembro para escolher como pagar novos impostos

O MEI deve fazer a declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI)
Divulgação/Sebrae
Micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional terão uma nova decisão tributária para tomar ainda em 2026.
Entre os dias 1º e 30 de setembro, elas poderão escolher como irão recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no primeiro semestre de 2027, tributos criados pela reforma tributária.
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As novas regras foram aprovadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) e fazem parte da adaptação do regime ao novo sistema tributário, que começa a entrar em vigor em 2027.
Pela nova regulamentação, as empresas poderão continuar recolhendo IBS e CBS dentro da guia única do Simples Nacional ou optar pelo chamado regime regular, no qual os dois tributos serão calculados e pagos separadamente.
Agora no g1
A escolha pelo regime regular não significa sair do Simples Nacional. A empresa continuará no regime simplificado para os demais tributos, mas seguirá regras próprias para calcular e pagar IBS e CBS.
O calendário para entrar no Simples Nacional também mudou. Empresas que quiserem ingressar no regime em 2027 deverão fazer o pedido entre 1º e 30 de setembro de 2026, e não mais em janeiro. Se a solicitação for aceita, a entrada valerá a partir de 1º de janeiro do próximo ano.
Já as empresas que fazem parte do Simples Nacional continuarão enquadradas automaticamente, desde que não tenham sido excluídas do regime. Nesse caso, não será necessário fazer uma nova adesão.
Abaixo, entenda o que muda:
A opção terá validade por quanto tempo?
O que muda na prática?
Qual opção é mais vantajosa?
O prazo para entrar no Simples também muda?
Quais regras para novas empresas?
O que são IBS e CBS?
E o MEI?
Outras mudanças no Simples Nacional
A opção terá validade por quanto tempo?
A decisão sobre a forma de recolhimento de IBS e CBS feita em setembro valerá de janeiro a junho de 2027, ou seja: seis meses.
As empresas terão uma nova oportunidade entre 1º e 31 de março de 2027 para escolher como recolherão os tributos no segundo semestre. Nesse caso, a decisão valerá de julho a dezembro.
Quem optar pelo regime regular em setembro poderá cancelar a decisão até 30 de novembro de 2026. Para as escolhas realizadas em março de 2027, o cancelamento poderá ser feito até 31 de maio.
Segundo o Comitê Gestor do Simples, a antecipação dos prazos busca dar mais previsibilidade às empresas e evitar que elas comecem o ano sem saber se poderão permanecer ou ingressar no regime.
O que muda na prática?
Para as empresas que mantiverem IBS e CBS dentro do Simples Nacional, a lógica continuará mais próxima da atual: os tributos serão incluídos no pagamento unificado feito por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), dentro de um percentual sobre a receita.
Já quem optar pelo regime regular terá de calcular e pagar IBS e CBS separadamente. Em contrapartida, poderá aproveitar créditos gerados nas compras para reduzir os valores a pagar e também gerar mais créditos para seus clientes.
Segundo Kályta Caetano, contadora da MaisMei, essa diferença na geração de créditos é um dos principais pontos que as empresas devem considerar antes de tomar uma decisão.
No regime regular, a empresa poderá gerar crédito integral de IBS e CBS para quem comprar seus produtos ou contratar seus serviços.
No Simples, o crédito repassado ao comprador tende a ser menor.
Por isso, a diferença pode ser mais relevante para pequenos negócios que vendem produtos ou serviços para outras empresas.
“Isso pode fazer diferença principalmente para quem vende para outras empresas, porque elas vão preferir comprar de fornecedores que dão mais crédito”, afirma Caetano.
Qual opção é mais vantajosa?
Não há uma resposta única. Segundo Caetano, a escolha dependerá do perfil de cada negócio, e um dos principais fatores a considerar é quem são seus clientes.
Empresas que vendem principalmente para outros negócios podem ter mais motivos para avaliar o regime regular. Isso porque a possibilidade de gerar créditos maiores de IBS e CBS pode tornar esses fornecedores mais atrativos para seus clientes.
Para negócios voltados principalmente ao consumidor final, esse benefício tende a ter menos impacto.
Por outro lado, o regime regular exige que IBS e CBS sejam calculados separadamente e demanda mais controles fiscais, o que pode aumentar os gastos com contabilidade e tornar a rotina tributária mais complexa.
Por isso, a recomendação é que os empresários simulem os dois cenários antes do prazo de setembro, considerando os possíveis benefícios e os custos envolvidos em cada opção.
“O melhor caminho é simular os dois cenários com o contador de confiança antes de decidir”, afirma Caetano.
“Não existe uma resposta única. A decisão deve considerar não apenas o valor dos tributos, mas também os créditos gerados, a competitividade, o faturamento, a margem e o fluxo de caixa”, completa Fábio Edelberg, CEO da Navecon.
Prazo para entrar no Simples também muda?
Sim. Outra mudança importante é no calendário para empresas que ainda não fazem parte do Simples Nacional e pretendem ingressar no regime em 2027.
Até agora, a opção era feita em janeiro. Para 2027, o pedido deverá ser apresentado entre 1º e 30 de setembro de 2026. Se aceito, valerá a partir de 1º de janeiro.
A empresa poderá desistir do pedido até o último dia de novembro. Caso a adesão seja negada por alguma pendência, haverá prazo de 30 dias para regularizar a situação e tentar garantir o ingresso no regime.
Quem já está no Simples e não tiver sido excluído continuará automaticamente no regime e não precisará solicitar uma nova adesão.
Quais regras para novas empresas?
Há uma regra específica para empresas que solicitarem a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026.
Nesses casos, a opção pelo Simples feita no momento da abertura valerá tanto para o restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.
Se a empresa também escolher recolher IBS e CBS pelo regime regular durante a abertura, essa opção começará a valer em janeiro de 2027.
O que são IBS e CBS?
IBS e CBS são dois dos principais tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo.
A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é federal e substituirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A administração ficará sob responsabilidade da Receita Federal.
Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência dos municípios. A administração ficará a cargo de um comitê formado por representantes dos estados e municípios.
E o MEI?
O Microempreendedor Individual (MEI) não participa da escolha entre recolher IBS e CBS dentro do Simples ou pelo regime regular.
Os microempreendedores continuarão sujeitos às regras específicas do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), com pagamento mensal em valor fixo.
As mudanças no calendário de adesão ao Simples também não se aplicam ao MEI. A opção pelo Simei continuará sendo realizada em janeiro, até o último dia útil do mês.
A regulamentação, porém, traz mudanças relacionadas à emissão de documentos fiscais. Na prestação de serviços, permanece a Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) de padrão nacional.
Já nas vendas de mercadorias e em determinadas atividades de transporte, a regulamentação prevê o uso preferencial da Nota Fiscal Fácil (NFF).
Outras mudanças no Simples Nacional
As novas regras também alteram alguns critérios usados para calcular os tributos do Simples Nacional, incluindo os aplicados a empresas em início de atividade, à receita acumulada e à folha de salários.
A definição de receita bruta também foi atualizada e passa a mencionar expressamente operações com bens materiais, bens imateriais, direitos e serviços. Os valores de IBS e CBS pagos pelo regime regular não entrarão no cálculo da receita bruta considerada para fins do Simples Nacional.
Outra mudança envolve o momento em que a receita é reconhecida para o cálculo dos tributos. Pela nova regra, o faturamento passa a estar ligado à emissão do documento fiscal que registra a venda ou a prestação do serviço.
O sublimite — teto de faturamento usado para definir o recolhimento de determinados impostos dentro do Simples Nacional — será de R$ 3,6 milhões para IBS, ICMS e ISS. Isso significa que, ao ultrapassar esse valor de receita, a empresa pode ter de recolher esses tributos separadamente.
Também permanece o limite adicional de R$ 3,6 milhões para receitas de exportação, enquanto a antiga referência ao sublimite de R$ 1,8 milhão deixa de existir.
Além disso, a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada separadamente.
As informações passarão a ser incluídas diretamente no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D) e deverão ser informadas uma vez por ano, entre janeiro e março.
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Simples Nacional muda em 2027: empresas têm até setembro para escolher como pagar novos impostos

O MEI deve fazer a declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI)
Divulgação/Sebrae
Micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional terão uma nova decisão tributária para tomar ainda em 2026.
Entre os dias 1º e 30 de setembro, elas poderão escolher como irão recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no primeiro semestre de 2027, tributos criados pela reforma tributária.
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As novas regras foram aprovadas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) e fazem parte da adaptação do regime ao novo sistema tributário, que começa a entrar em vigor em 2027.
Pela nova regulamentação, as empresas poderão continuar recolhendo IBS e CBS dentro da guia única do Simples Nacional ou optar pelo chamado regime regular, no qual os dois tributos serão calculados e pagos separadamente.
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A escolha pelo regime regular não significa sair do Simples Nacional. A empresa continuará no regime simplificado para os demais tributos, mas seguirá regras próprias para calcular e pagar IBS e CBS.
O calendário para entrar no Simples Nacional também mudou. Empresas que quiserem ingressar no regime em 2027 deverão fazer o pedido entre 1º e 30 de setembro de 2026, e não mais em janeiro. Se a solicitação for aceita, a entrada valerá a partir de 1º de janeiro do próximo ano.
Já as empresas que fazem parte do Simples Nacional continuarão enquadradas automaticamente, desde que não tenham sido excluídas do regime. Nesse caso, não será necessário fazer uma nova adesão.
Abaixo, entenda o que muda:
A opção terá validade por quanto tempo?
O que muda na prática?
Qual opção é mais vantajosa?
O prazo para entrar no Simples também muda?
Quais regras para novas empresas?
O que são IBS e CBS?
E o MEI?
Outras mudanças no Simples Nacional
A opção terá validade por quanto tempo?
A decisão sobre a forma de recolhimento de IBS e CBS feita em setembro valerá de janeiro a junho de 2027, ou seja: seis meses.
As empresas terão uma nova oportunidade entre 1º e 31 de março de 2027 para escolher como recolherão os tributos no segundo semestre. Nesse caso, a decisão valerá de julho a dezembro.
Quem optar pelo regime regular em setembro poderá cancelar a decisão até 30 de novembro de 2026. Para as escolhas realizadas em março de 2027, o cancelamento poderá ser feito até 31 de maio.
Segundo o Comitê Gestor do Simples, a antecipação dos prazos busca dar mais previsibilidade às empresas e evitar que elas comecem o ano sem saber se poderão permanecer ou ingressar no regime.
O que muda na prática?
Para as empresas que mantiverem IBS e CBS dentro do Simples Nacional, a lógica continuará mais próxima da atual: os tributos serão incluídos no pagamento unificado feito por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), dentro de um percentual sobre a receita.
Já quem optar pelo regime regular terá de calcular e pagar IBS e CBS separadamente. Em contrapartida, poderá aproveitar créditos gerados nas compras para reduzir os valores a pagar e também gerar mais créditos para seus clientes.
Segundo Kályta Caetano, contadora da MaisMei, essa diferença na geração de créditos é um dos principais pontos que as empresas devem considerar antes de tomar uma decisão.
No regime regular, a empresa poderá gerar crédito integral de IBS e CBS para quem comprar seus produtos ou contratar seus serviços.
No Simples, o crédito repassado ao comprador tende a ser menor.
Por isso, a diferença pode ser mais relevante para pequenos negócios que vendem produtos ou serviços para outras empresas.
“Isso pode fazer diferença principalmente para quem vende para outras empresas, porque elas vão preferir comprar de fornecedores que dão mais crédito”, afirma Caetano.
Qual opção é mais vantajosa?
Não há uma resposta única. Segundo Caetano, a escolha dependerá do perfil de cada negócio, e um dos principais fatores a considerar é quem são seus clientes.
Empresas que vendem principalmente para outros negócios podem ter mais motivos para avaliar o regime regular. Isso porque a possibilidade de gerar créditos maiores de IBS e CBS pode tornar esses fornecedores mais atrativos para seus clientes.
Para negócios voltados principalmente ao consumidor final, esse benefício tende a ter menos impacto.
Por outro lado, o regime regular exige que IBS e CBS sejam calculados separadamente e demanda mais controles fiscais, o que pode aumentar os gastos com contabilidade e tornar a rotina tributária mais complexa.
Por isso, a recomendação é que os empresários simulem os dois cenários antes do prazo de setembro, considerando os possíveis benefícios e os custos envolvidos em cada opção.
“O melhor caminho é simular os dois cenários com o contador de confiança antes de decidir”, afirma Caetano.
“Não existe uma resposta única. A decisão deve considerar não apenas o valor dos tributos, mas também os créditos gerados, a competitividade, o faturamento, a margem e o fluxo de caixa”, completa Fábio Edelberg, CEO da Navecon.
Prazo para entrar no Simples também muda?
Sim. Outra mudança importante é no calendário para empresas que ainda não fazem parte do Simples Nacional e pretendem ingressar no regime em 2027.
Até agora, a opção era feita em janeiro. Para 2027, o pedido deverá ser apresentado entre 1º e 30 de setembro de 2026. Se aceito, valerá a partir de 1º de janeiro.
A empresa poderá desistir do pedido até o último dia de novembro. Caso a adesão seja negada por alguma pendência, haverá prazo de 30 dias para regularizar a situação e tentar garantir o ingresso no regime.
Quem já está no Simples e não tiver sido excluído continuará automaticamente no regime e não precisará solicitar uma nova adesão.
Quais regras para novas empresas?
Há uma regra específica para empresas que solicitarem a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026.
Nesses casos, a opção pelo Simples feita no momento da abertura valerá tanto para o restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.
Se a empresa também escolher recolher IBS e CBS pelo regime regular durante a abertura, essa opção começará a valer em janeiro de 2027.
O que são IBS e CBS?
IBS e CBS são dois dos principais tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo.
A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é federal e substituirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A administração ficará sob responsabilidade da Receita Federal.
Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência dos municípios. A administração ficará a cargo de um comitê formado por representantes dos estados e municípios.
E o MEI?
O Microempreendedor Individual (MEI) não participa da escolha entre recolher IBS e CBS dentro do Simples ou pelo regime regular.
Os microempreendedores continuarão sujeitos às regras específicas do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), com pagamento mensal em valor fixo.
As mudanças no calendário de adesão ao Simples também não se aplicam ao MEI. A opção pelo Simei continuará sendo realizada em janeiro, até o último dia útil do mês.
A regulamentação, porém, traz mudanças relacionadas à emissão de documentos fiscais. Na prestação de serviços, permanece a Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) de padrão nacional.
Já nas vendas de mercadorias e em determinadas atividades de transporte, a regulamentação prevê o uso preferencial da Nota Fiscal Fácil (NFF).
Outras mudanças no Simples Nacional
As novas regras também alteram alguns critérios usados para calcular os tributos do Simples Nacional, incluindo os aplicados a empresas em início de atividade, à receita acumulada e à folha de salários.
A definição de receita bruta também foi atualizada e passa a mencionar expressamente operações com bens materiais, bens imateriais, direitos e serviços. Os valores de IBS e CBS pagos pelo regime regular não entrarão no cálculo da receita bruta considerada para fins do Simples Nacional.
Outra mudança envolve o momento em que a receita é reconhecida para o cálculo dos tributos. Pela nova regra, o faturamento passa a estar ligado à emissão do documento fiscal que registra a venda ou a prestação do serviço.
O sublimite — teto de faturamento usado para definir o recolhimento de determinados impostos dentro do Simples Nacional — será de R$ 3,6 milhões para IBS, ICMS e ISS. Isso significa que, ao ultrapassar esse valor de receita, a empresa pode ter de recolher esses tributos separadamente.
Também permanece o limite adicional de R$ 3,6 milhões para receitas de exportação, enquanto a antiga referência ao sublimite de R$ 1,8 milhão deixa de existir.
Além disso, a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada separadamente.
As informações passarão a ser incluídas diretamente no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (PGDAS-D) e deverão ser informadas uma vez por ano, entre janeiro e março.
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O 'segundo aluguel' está mais caro: condomínio sobe acima da inflação e pesa até 40% do aluguel

Novos empreendimentos imobiliários investem em áreas de lazer, o que aumenta o custo do condomínio
Georg Ismar/dpa/picture alliance via DW
No Brasil, ao menos 40 milhões de pessoas vivem em condomínios. Para muitos nessa situação, gastos com serviços e segurança já fazem parte do cotidiano. Mas, podendo chegar a até 40% do valor de um aluguel mensal, essa cobrança extra é chamada muitas vezes de “segundo aluguel”.
Atualmente, o valor médio do condomínio pago no país é de R$ 516 por mês, segundo dados do Censo Condominial 2025/2026 da plataforma uCondo.
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A plataforma leva em conta apenas espaços de habitação em condições formalizadas, com o total de condomínios no país sendo bem superior.
Essa taxa vem crescendo nos últimos anos. Entre 2022 e 2025, a inflação condominial no Brasil foi de 25%, superando a elevação média do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período.
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O estudo aponta que esse aumento é resultado direto de custos operacionais mais altos e de uma gestão que, cada vez mais, busca manter serviços essenciais e valorizar os empreendimentos.
“Há uma transformação nos perfis de lançamento, com toda uma área de lazer dentro dos condomínios, especialmente nos casos de apartamentos menores”, aponta Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE.
No caso do quadro de funcionários, a especialista indica ainda que, nos últimos anos, há uma escassez de mão de obra no país, o que, com um aquecimento de economia, significa aumento do valor gasto com pessoal em muitos casos. Outro fator que pesa são os elevadores, cuja manutenção costuma ser cara.
Em uma tendência mais recente, a uCondo observou ainda que um custo que vem aumentando em muitos condomínios é o de instalação de equipamento necessário para as recargas de carros elétricos.
Outro avanço são investimentos cada vez maiores em espaços para pets, que já estão presentes em mais de 53% dos lares do país.
Em comparação com outros países, o gasto com condomínios se destaca no Brasil, especialmente pela quantidade de serviços e instalações, como portarias 24 horas e câmeras internas.
“Apartamentos na Europa, por exemplo, não tem quase nada disso”, aponta Castelo.
“Preço oculto”
“Muitas pessoas compram o imóvel vendo a prestação e esquecem o condomínio, é um preço oculto”, aponta Castelo. Em um cenário de alta no endividamento no país, o tema levanta preocupações.
Entre 2022 e 2025, a inflação condominial no Brasil foi de 25%
Zoonar/picture alliance via DW
O censo do setor indicou que, entre o primeiro semestre de 2022 e o mesmo período de 2025, a inadimplência passou de 9,72% para 11,95%, considerado um “salto expressivo” e que ligou um sinal de alerta para a saúde financeira dos condomínios.
Essa taxa varia entre os estados, o maior índice foi registrado no Rio Grande do Norte (32,83%).
Leonardo Mack, diretor de operações da uCondo, destacou que não houve recortes relevantes de poder aquisitivo entre os inadimplentes.
Neste caso, condôminos que moravam em prédios, por exemplo, de classe A, tiveram como solução ir a prédios de classe B visando adequar as taxas ao orçamento.
Ainda que sejam casos extremos, a inadimplência pode representar até a perda do patrimônio, além do pagamento de juros e taxas. “A dívida não fica no CPF, vai para o imóvel “, lembra Mack. No caso do não pagamento dos débitos junto ao condomínio, o resultado pode ser o leilão da unidade visando quitar a dívida.
Menos “taxas extras eternas”
Historicamente, a gestão destes espaços costumava ser feita por moradores, que muitas vezes cumpriam o papel em troca da isenção de suas taxas ou por um salário mínimo.
Nestes contextos, era comum que “taxas extras” fossem cobradas de forma não planejada. Em alguns casos, despesas que, inicialmente seriam extraordinárias, como no caso de um reparo de um portão ou uma reforma, passavam a ser incorporadas às cobranças de forma permanente.
“Um dos grandes problemas que tínhamos era a cobrança de taxas extras. Às vezes, a síndica fazia obras sem a aprovação dos moradores, e quando íamos ver, o condomínio vinha com taxas gigantescas que tínhamos que pagar. Impactava no planejamento “, conta Carolina Guilarducci, que vive na cidade de Juiz de Fora.
“Eram descrições muito vagas e genéricas, não sabíamos o que havia sido feito e o valor de cada serviço. Uma vez, a taxa que era de R$ 300 em um mês virou R$ 450 no outro”, lembra.
Alguns brasileiros buscam apartamentos em prédios com condomínios mais baratos
Marcos Hirakawa/imageBROKER/picture alliance via DW
Mateus Oliveira, com quem ela vive hoje, também teve problemas recentes em outro condomínio com administração pouco formal.
“Em maio, no antigo prédio em que morava, o síndico arrumou o portão sem avisar ninguém e mandou uma cobrança. Eu e outros moradores estávamos pedindo para que houvesse uma troca e não esses concertos o tempo todo. Acabamos discutindo e não aceitei pagar”, conta.
O quadro de incertezas motivou o condomínio em que ambos vivem hoje a buscar uma administradora. Por outro lado, desde então, houve um aumento na taxa mensal cobrada.
“Hoje, há uma tendência de profissionalização. Nestes casos, há amadurecimento na gestão, incluindo a previsão orçamentária”, avalia Mack. Nas situações mais amadoras, era comum que o síndico muitas vezes fosse eleito quase sem querer, lembra.
Adaptações e novos planos
O aumento das taxas condominiais levou brasileiros a buscar alternativas ao “segundo aluguel”. Morador de São Paulo, Hector Corrêa planejava financiar um apartamento na cidade para deixar o aluguel, mas mudou de ideia quando percebeu que a soma das parcelas aos custos do condomínio acabaria ficando mais cara do que o que paga atualmente.
Em um prédio também com poucos serviços, as taxas reduzidas o fizeram permanecer no apartamento atual.
“Hoje, pago cerca de 10% do preço do aluguel em taxas. Procurei lugares mais próximos ao trabalho, e esse valor chegava a até 40%. O valor do condomínio acabou me fazendo ficar onde estou hoje, o que acaba me levando a enfrentar mais trânsito e perder qualidade de vida, mas o custo total é menor “, conta.
Hector Corrêa desistiu de mudança devido ao valor do condomínio
Luisa Preisler via DW
No caso de Guilarducci, o fato de o imóvel ser de sua família torna a situação mais cômoda. “Apesar de o condomínio ser muito caro, para mim ainda vale por não pagar o aluguel, mas teria procurado outro lugar caso não fosse da família. O prédio não tem portaria, piscina, não tem nada. A manutenção é muito simples “, afirma.
Portaria eletrônica?
Uma das opções que condomínios buscam para economizar é reduzir os custos com funcionários. Mais de 14 mil condomínios optaram pela substituição de porteiros por serviços eletrônicos no país.
“Grande parte dos custos dos condomínios são com zeladoria, segurança e portaria. Então, é comum começar um corte de custos assim “, aponta Mack.
A questão se tornou tão frequente que levou uma sessão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) a criar uma cláusula em 2025 que prevê o pagamento de dez pisos do salário da categoria aos profissionais demitidos nestas condições.
O argumento é o de que a norma “compatibiliza o avanço tecnológico com a valorização social do trabalho, conforme os princípios constitucionais da livre iniciativa e da equidade social”.
Um projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo quer restringir no estado a implantação de sistemas de portaria virtual em condomínios que excedam a quantidade de 30 imóveis.
De autoria do deputado Márcio Nakashima, a medida afirma que, com o aumento das portarias virtuais, quase 150 mil vagas de porteiros seriam cortadas.
Além de menor segurança, associações do setor reforçam outros riscos da adoção de serviços eletrônicos, como a chance de ficar sem acesso em casos de falta de luz ou internet.